sexta-feira, 13 de julho de 2012

CONCEITOS

MÓDULO 4: A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII-SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS
UNIDADE 1: AS TRANSFORMAÇÕES ECONÓMICAS NA EUROPA E NO MUNDO PROGRESSOS CUMULATIVOS:- Série crescente de progressos que resultam da estreita ligação entre a ciência e a técnica.
O termo cumulativos assume o duplo significado de interação entre a investigação científica e a criação técnica e de sobreposição desses mesmos progressos, na medida em que os novos avanços têm por base os anteriores.
CAPITALISMO INDUSTRIAL:-Tipo de capitalismo que se desenvolveu na segunda metade do século XIX e que se caracteriza por um investimento maciço na indústria. O capitalismo industrial assenta numa clara divisão entre os detentores do capital (edifícios, fábricas, maquinaria, matéria-prima, etc.) e o trabalho, representado pela mão-de-obra assalariada.
ESTANDARDIZAÇÃO:- Uniformização dos artigos produzidos através do fabrico em série, que possibilita a produção em massa. Por sua vez, o trabalho necessário à produção é dividido numa série de tarefas também estandardizadas.
LIVRE-CAMBISMO:- Sistema que liberaliza as trocas internacionais.
No sistema livre-cambista, o Estado deve abster-se de interferir nas correntes de comércio, pelo que os direitos alfandegários, a fixação de contingentes (de importações ou exportações) e as proibições de entrada ou saída devem ser abolidas ou, pelo menos, reduzirem-se ao mínimo.
A Grã-Bretanha foi, no século XIX, o porta-estandarte do livre-cambismo, tendo os seus economistas defendido que o livre-cambismo permite uma utilização ótima dos recursos e uma especialização ideal dos diferentes países na atividade que lhes é mais favorável.
CRISE CÍCLICA:-Estado periódico de agudo mal-estar e de mau funcionamento da economia. Enquanto nas economias pré-industriais as crises eram, sobretudo, de penúria e da escassez, nas economias industriais as crises são provocadas por fenómenos de superprodução.
As crises do capitalismo caracterizam-se pela rápida descida descida dos preços, da produção e dos rendimentos. Ocasionam numerosas falências, a subida do desemprego e a queda das cotações bolsistas.
Em termos precisos, o momento da crise é aquele em que se regista a inversão da tendência de alta para a tendência depressionária.

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