HISTÓRIA 11 ALFÂNDEGA DA FÉ

HISTÓRIA 11 A:Curso Científico - Humanístico Línguas e Humanidades -------- Marc Bloch define a História como a “Ciência dos homens, no tempo” uma vez que estuda os homens, sua produção e suas relações sociais, políticas, económicas e culturais num determinado espaço e tempo

terça-feira, 10 de maio de 2016


Publicada por João Nunes à(s) 14:49 Sem comentários:
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Segundo a Mitologia Grega Clio era a Musa da História.

APRESENTAÇÃO

Etiquetas

  • 4.1.POPULAÇÃO DA EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII: CRISES E CRESCIMENTO (1)
  • 4.2.A EUROPA DOS ESTADOS ABSOLUTOS E A EUROPA DOS PARLAMENTOS (1)
  • 4.3.TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII (1)
  • 4.4.CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE EUROPEIA (1)
  • 5.1.A REVOLUÇÃO AMERICANA- UMA REVOLUÇÃO FUNDADORA (1)
  • 5.2.A REVOLUÇÃO FRANCESA- PARADIGMA DAS REVOLUÇÕES LIBERAIS E BURGUESAS (1)
  • 5.3.A GEOGRAFIA DOS MOVIMENTOS REVOLUCIONÁRIOS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX: AS VAGAS REVOLUCIONÁRIAS LIBERAIS E NACIONAIS (1)
  • 5.4.A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL (1)
  • 5.5.O LEGADO DO LIBERALISMO NA PRIMEIRA DO SÉCULO XIX (1)
  • 6.1.AS TRANSFORMAÇÕES ECONÓMICAS NA EUROPA E NO MUNDO (1)
  • 6.2.A SOCIEDADE INDUSTRIAL E URBANA (1)
  • 6.3.EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA NACIONALISMO E IMPERIALISMO (1)
  • 6.4.PORTUGAL UMA SOCIEDADE CAPITALISTA INDEPENDENTE (1)
  • 6.5.OS CAMINHOS DA CULTURA (1)
  • A ERA INDUSTRIAL: TRANSFORMAÇÕES NA EUROPA E NO MUNDO (1)
  • A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL (1)
  • A REVOLUÇÃO FRANCESA – (1)
  • BOAS- VINDAS (1)
  • CONCEITOS (15)
  • CONTEXTUALIZAÇÃO (14)
  • DICAS PARA TER SUCESSO (1)
  • DIDÁCTICA (1)
  • ESPAÇO (2)
  • FICHA DIAGNÓSTICA (1)
  • FONTES HISTÓRICAS (2)
  • HISTÓRIA (1)
  • I GUERRA MUNDIAL (12)
  • MAPA CRONOLÓGICO (1)
  • MATRIZ (7)
  • METODOLOGIA (3)
  • MÓDULO 4 – A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII - SOCIEDADE- PODER E DINÂMICAS COLONIAIS (134)
  • MÓDULO 5 – O LIBERALISMO – IDEOLOGIA E REVOLUÇÃO- MODELOS E PRÁTICAS NOS SÉCULOS XVIII E XIX (136)
  • MÓDULO 6 – A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL – ECONOMIA E SOCIEDADE- NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS (131)
  • MÓDULOS-UNIDADES (1)
  • MOVIMENTO OPERÁRIO (1)
  • PLANIFICAÇÃO (4)
  • PORTUGAL: DA MONARQUIA CONSTITUCIONAL À REPÚBLICA (1)
  • PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. (1)
  • PROGRAMA (5)
  • PROGRAMA : MÓDULO 4-5-6 (1)
  • PROJECTO POMBALINO (1)
  • REPÚBLICA PORTUGUESA 1910 (4)
  • RESUMO MÓDULO 4 (1)
  • RESUMO MÓDULO 5 (3)
  • REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA DE 1820 (7)
  • TEMPO (6)
  • UNIDADE 1- POPULAÇÃO DA EUROPA NOS SÉCULOS XVII e XVIII: CRISES E CRESCIMENTO (7)
  • UNIDADE 1: A REVOLUÇÃO AMERICANA- UMA REVOLUÇÃO FUNDADORA (6)
  • UNIDADE 1: AS TRANSFORMAÇÕES ECONÓMICAS NA EUROPA E NO MUNDO (5)
  • UNIDADE 2-ANTIGO REGIME (14)
  • UNIDADE 2-REVOLUÇÃO FRANCESA (25)
  • UNIDADE 2: A EUROPA DOS ESTADOS ABSOLUTOS E A EUROPA DOS PARLAMENTOS (7)
  • UNIDADE 2: A REVOLUÇÃO FRANCESA – PARADIGMA DAS REVOLUÇÕES LIBERAIS E BURGUESAS (8)
  • UNIDADE 2: A SOCIEDADE INDUSTRIAL E URBANA (6)
  • UNIDADE 3- A GEOGRAFIA DOS MOVIMENTOS REVOLUCIONÁRIOS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX: AS VAGAS REVOLUCIONÁRIAS LIBERAIS E NACIONAIS (1)
  • UNIDADE 3: EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA-NACIONALISMO E IMPERIALISMO (32)
  • UNIDADE 3: TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII (4)
  • UNIDADE 4-ILUMINISMO (8)
  • UNIDADE 4: A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL (34)
  • UNIDADE 4: CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE EUROPEIA (6)
  • UNIDADE 4: PORTUGAL- UMA SOCIEDADE CAPITALISTA DEPENDENTE (17)
  • UNIDADE 5- CULTURA SÉCULO XIX (4)
  • UNIDADE 5: O LEGADO DO LIBERALISMO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX (4)
  • UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA (6)

CRONOLOGIAS

CRONOLOGIAS

LINHAS DA HISTÓRIA: AREAL

  • TESTE: A Civilização Industrial – Economia e Sociedade; Nacionalismos e Choques Imperiais,
  • CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CORREÇÃO: A Civilização Industrial – Economia e Sociedade; Nacionalismos e Choques Imperiais,

LINHAS DA HISTÓRIA

  • TESTE AVALIAÇÃO: Unidades 4 e 5 - A Implantação do Liberalismo em Portugal e O Romantismo, Expressão da Ideologia Liberal, respetivament
  • CRITÉRIOS DE COOREÇÃO: Unidades 4 e 5 - A Implantação do Liberalismo em Portugal e O Romantismo, Expressão da Ideologia Liberal, respetivament

LINHAS DA HISTÓRIA

  • SÍNTESE ESQUEMÁTICA: Módulo 5: O Liberalismo - Ideologia e Revolução, Modelos e Práticas nos Séculos XVIII e XIX.
  • EXAME TIPO: Módulo 5: O Liberalismo - Ideologia e Revolução, Modelos e Práticas nos Séculos XVIII e XIX.
  • CRITÉRIOS: Módulo 5: O Liberalismo - Ideologia e Revolução, Modelos e Práticas nos Séculos XVIII e XIX.

TESTES DE AVALIAÇÃO: 11.º A hegemonia britânica - as condições de sucesso e o arranque industrial

  • Síntese esquemática:A hegemonia britânica - as condições de sucesso e o arranque industrial
  • EXAME: A hegemonia britânica - as condições de sucesso e o arranque industrial
  • Critérios de correção: A hegemonia britânica - as condições de sucesso e o arranque industrial

VISITA DE ESTUDO

  • APH: Vista de estudo Românico do Tâmega e Sousa

Areal Editores: História A,

  • TESTE: Conteúdos do 1.º período
  • CORREÇÃO: CRITÉRIOS

LINHAS DA HISTÓRIA: AREAL

  • HISTÓRIA A – 11.º ANO – MÓDULO 4 ATIVIDADE DE APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS A POPULAÇÃO DA EUROPA E A SOCEDADE DO ANTIGO REGIME NOS SÉCULOS XVII E XVIII
  • CRITÉRIOS DE CORREÇÃO A POPULAÇÃO DA EUROPA E A SOCEDADE DO ANTIGO REGIME NOS SÉCULOS XVII E XVIII

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

  • FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO
  • GRELHAS DE AUTO-AVALIAÇÃO
  • CRITÉRIOS
  • SÍNTESE 11º -2015-2016

MÓDULO 6: POWERPOINT

  • OS CAMINHOS DA CULTURA

FICHA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E CORREÇÃO

  • FICHA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
  • FICHA DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA CORREÇÃO

MATRIZ DA PROVA:MÓDULO 4. -1º PERÍODO-MÓDULO 5 - 2º PERÍODO:MATRIZ DA PROVA :MÓDULO 6:3º PERíODO

  • PROVA INTERNA DE HISTÓRIA 11º ANO
  • ÍNDICE DA HISTÓRIA
  • MATRIZ DA PROVA :MÓDULO 6:3º PERíODO
  • MATRIZ DA PROVA- MÓDULO 5 - 2º PERÍODO
  • MATRIZ DA PROVA:MÓDULO 4. -1º PERÍODO-
  • TIPOLOGIA DE ITENS

História A do 11.º ano, AREAL

  • TESTE: “A civilização industrial - economia e sociedade, nacionalismos e choques imperiais".
  • CRITÉRIOS “A civilização industrial - economia e sociedade, nacionalismos e choques imperiais".

I GUERRA MUNDIAL

  • AREAL: I GUERRA MUNDIAL

PLANIFICAÇÃO

  • Planificação a médio prazo
  • Planificação a longo prazo

AREAL EDITORES

  • TESTE DIAGNÓSTICO: RELEMBRAR CONHECIMENTOS… utilizar cronologias, mapas e documentos:CRITÉRIOS DE CORREÇÃO

TESTE DIAGNÓSTICO: 2015/2016

  • TESTE DIAGNÓSTICO: 11º Ano :AREAL
  • TESTE DIAGNÓSTICO: RESOLUÇÃO

4.2.A EUROPA DOS ESTADOS ABSOLUTOS E A EUROPA DOS PARLAMENTOS: A RECUSA INGLESA DO ABSOLUTISMO

  • POWERPOINT: _recusa_inglesa_absolutismo
  • ATIVIDADE DE CONSOLIDAÇÃO DE CONHECIMENTOS - O PODER RÉGIO NO SÉCULO XVII
  • Critérios de CORREÇÃO

4.4.CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE EUROPEIA

  • ILUMINISMO: A filosofia das Luzes

POWERPOINTS: A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: A ARTE EUROPEIA NO SÉCULO XIX

  • DA “REVOLUÇÃO AGRÍCOLA” À “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL”
  • A ARTE EUROPEIA NO SÉCULO XIX

RESUMOS: IDEIAS FUNDAMENTAIS

  • MÓDULO 6 : UNIDADE 5
  • MÓDULO 6: UNIDADE 4
  • MÓDULO 6: UNIDADE 3
  • MÓDULO 6: UNIDADE 2
  • MÓDULO 6: UNIDADE 1
  • MÓDULO 5: UNIDADE 5
  • MÓDULO 5: UNIDADE 4
  • MÓDULO 5: UNIDADE 3
  • MÓDULO 5: UNIDADE 2
  • MÓDULO 5: UNIDADE 1
  • MÓDULO 4: UNIDADE 4
  • MÓDULO 4: UNIDADE 3
  • MÓDULO 4: UNIDADE 2
  • MÓDULO 4: UNIDADE 1

PLANO DE AULA: I GUERRA MUNDIAL

  • I Guerra Mundial
  • PLANO DE AULA

TESTE E CORREÇÃO MÓDULO 5

  • FICHA MÓDULO 5
  • CORREÇÃO DA FICHA

TAREFA ANUAL

CONCEITOS
MÓDULO 4. 5. 6
UNIDADES
Uma imagem que simbolize cada unidade de cada módulo

HISTÓRIA A 11- 2013 2014

  • Andreia Alves 1
    CONCEITOS: MÓDULO 6: UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • ANDREIA RAMALHO 2
    MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • Andreia Vanessa Simões 3
    Há 4 anos
  • Bruno Fonseca 4
    Há 4 anos
  • Cassandra 5
    Modulo 5 O liberalismo - ideologia e revolução, modelos e práticas nos séculos XVIII e XIX., unidade 5 Conceitos
    Há 4 anos
  • costeca :)
    CONCEITOS: MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • Daniel Fernandes 6
    Há 4 anos
  • David Correia 7
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 4 anos
  • DAVID MORAIS 8
    CONCEITOS: MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • Elva Varandas 10
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 4 anos
  • Mariana Morais 12
    modulo 5 - unidade 5
    Há 4 anos
  • Miguel Mendes 13
  • Pedro Pacheco
    Capela Nossa Senhora Jerusalém
    Há 8 anos
  • Rodrigo Ribeiro 15
    CONCEITOS: MÓDULO 5: UNIDADE 4: A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL
    Há 4 anos
  • RUI SOEIRO 17
  • Vitor Hugo Rodrigues 19
    CONCEITOS: MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos

A minha Lista de blogues

  • HISTÓRIA DE ALFÂNDEGA DA FÉ
    PENSÃO CAMPOS
  • HISTÓRIA DE ALFÂNDEGA DA FÉ NA REVOLUÇÃO PORTUGUESA- 1974- 1975-1976
  • HISTÓRIA DE ALFÂNDEGA DA FÉ
    ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS, 2013,

DICIONÁRIO HISTÓRICO

DICIONÁRIO HISTÓRICO

TESTE: MÓDULO 5: UNIDADE 4

  • Teste de avaliação referente ao módulo 5, capítulo 4, "A implantação do liberalismo em Portugal",

RTP: ARQUIVO

RTP: ARQUIVO

ENSINA

ENSINA

MAPA: PAÍSES INTERATIVO

MAPA: PAÍSES INTERATIVO

TRABALHO DE GRUPO (2): 2º PERÍODO - AULA ASSISTIDA

1ª -2ª- 3ª- SEMANA : 1 (BLOCO) AULA PARA CADA GRUPO DE ALUNOS!!!

1-REVOLUÇÃO AMERICANA.
ELVA - ANDREIA.
Identificar Protagonistas e Acontecimentos. Conhecer os EUA

2-REVOLUÇÃO FRANCESA.
MARIANA- ANDREIA ALVES
Identificar Protagonistas e Acontecimentos

3-IMPÉRIO NAPOLEÓNICO.
HUGO - RODRIGO
Identificar Protagonistas e Acontecimentos. Império

4-REVOLUÇÃO PORTUGUESA
RUI - RUI.
Identificar Protagonistas e Acontecimentos.

5-OUTRAS REVOLUÇÕES.
MIGUEL - DAVID CORREIA
Identificar Protagonistas e Acontecimentos

6- O LIBERALISMO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX-
DAVID MORAIS-DANIEL-BRUNO
Identificar Protagonistas e Acontecimentos

7--ROMANTISMO versus REALISMO
CASSANDRA - ANDREIA.
Identificar Protagonistas e Estilos

POWERPOINTS

  • A HISTÓRIA: TEMPOS E ESPAÇOS
  • MÓDULO 4: UNIDADE 1
  • MÓDULO 4: UNIDADE 2
  • MÓDULO 4: UNIDADE 3
  • MÓDULO 4: UNIDADE 4
  • MÓDULO 5: UNIDADE 1
  • MÓDULO 5: UNIDADE 2
  • MÓDULO 5: UNIDADE 3
  • MÓDULO 5: UNIDADE 4
  • MÓDULO 5: UNIDADE 5
  • MÓDULO 6: UNIDADE 1
  • MÓDULO 6: UNIDADE 2
  • MÓDULO 6: UNIDADE 3
  • MÓDULO 6: UNIDADE 4
  • MÓDULO 6: UNIDADE 5

REVOLUÇÃO FRANCESA


MUSEUS REVOLUÇÃO FRANCESA

  • CARMAGNOLE
  • ROBESPIERRE
  • Maison saint-just
  • Conciergerie - Centre des monuments nationaux-Paris
  • Musée de la Bataille de Wattignies-la-Victoire
  • Le Musée de l'Armée aux Invalides - Paris
  • Musée de la Révolution Française
  • Musée Carnavalet - Paris

MATRIZ

  • MATRIZ DA FICHA DE AVALIAÇÃO

MATRIZES DAS PROVAS ESCRITAS

  • MÓDULO 4
  • MÓDULO 5
  • MÓDULO 6

LEGISLAÇÃO: CURRÍCULO AVALIAÇÃO E EXAMES

  • DEC-LEI 139/2012 de 5 Julho: Currículo:Avaliação
  • PORTARIA 243/2012 de 10 Agosto
  • MATRÍCULA
  • NORMA 01-2013: EXAMES:- Instruções para a Inscrição: Provas Finais e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário
  • NORMA 02/JNE/2013 (Corrigida – versão de 24 de abril): Instruções - Realização, classificação, reapreciação e reclamação; Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário (alterações aos n.ºs 1.8 c); 5.11; 9.4; 12 a); 13 f); 16.4; contactos dos agrupamentos de exames [Anexo I]; cronogramas do 1.º ciclo [1.ª e 2.ª fase]; do 2.º ciclo, 3.º ciclo e secundário [2.ª fase]; Modelos 1/JNE; 1-A/JNE; 2/JNE e 14/JNE; inclui os cronogramas de remessa de dados.

A minha Lista de blogues 2012 2013

  • Maria Inês Garcia 9
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • ● Ana Rita - nº2 12ºB
    Boas Férias :)
    Há 4 anos
  • MARTA MOREIRAS 10
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • CLARA ALVES 3
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • Ana Lourenço
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • TATIANA TENIZ 13
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • TELMA MORAIS 14
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • ANDREIA RAMALHO 2
    MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • MARIA FERREIRA 15
    Conceitos Módulo 7 Unidade 2
    Há 4 anos
  • LUÍS RICARDO ESTEVES 6
    Imagem que simboliza o Módulo 7 Unidade 3
    Há 4 anos
  • MICAEL AFONSO 11
    Imagem que simboliza o Módulo 7 Unidade 3
    Há 4 anos
  • MARCO MOREIRAS 7
    Imagem que Simboliza o Módulo 7 Unidade 7
    Há 4 anos
  • DAVID MORENO 4
    Há 5 anos
  • DIANA DIAS 5
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos
  • ELVA 10
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos
  • JULIANA REIS 12
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos
  • XAVIER SIMÕES 23
    Feliz Natal
    Há 5 anos
  • DIOGO MONTEIRO 9
    BOM DIA
    Há 6 anos

DIDEROT: ILUMINISMO

  • CIDADÃO
  • DIREITO NATURAL

D. João V

  • As riquezas do Brasil e a monarquia absoluta

FERRAMENTAS

  • Fac. Ciências Sociais e Humanas (U. Nova)
  • Biblioteca Nacional
  • Diário da República Online

HISTÓRIA AOS QUADRADINHOS

  • HISTÓRIA EM BD

CRONOLOGIA DE GUERRAS

  • GUERRAS TIMELINE

MÓDULO 4

  • ABSOLUTISMO RÉGIO
  • SOCIEDADE E PODER EM PORTUGAL

MÓDULO 5

  • REVOLUÇÃO AMERICANA

REVOLUÇÕES LIBERAIS

  • REVOLUÇÕES LIBERAIS
  • REVOLUÇÃO AMERICANA
  • REVOLUÇÃO FRANCESA
  • REVOLUÇÃO FRANCESA
  • REVOLUÇÃO FRANCESA
  • REVOLUÇÃO FRANCESA
  • REVOLUÇÃO FRANCESA
  • NOTAS E ARQUIVOS DA REVOLUÇÃO FRANCESA
  • LIBERALISMO EM PORTUGAL
  • INVASÕES FRANCESAS

CONSTITUIÇÕES PORTUGUESAS

  • CONSTITUIÇÃO 1822
  • CARTA CONSTITUCIONAL 1826
  • CONSTITUIÇÃO 1838
  • ATO ADICIONAL 1852
  • ATO ADICIONAL 1885
  • ATO ADICIONAL 1895
  • ATO ADICIONAL 1907
  • CONSTITUIÇÃO 1911
  • CONSTITUIÇÃO 1933
  • CONSTITUIÇÃO 1976

PLANIFICAÇÃO

Módulo 4 – A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII – SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS

1. População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento

2. A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos

3. Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII

4. Construção da modernidade europeia

Módulo 5 – O LIBERALISMO – IDEOLOGIA E REVOLUÇÃO, MODELOS E PRÁTICAS NOS SÉCULOS XVIII E XIX

1. A revolução americana, uma revolução fundadora

2. A revolução francesa – paradigma das revoluções liberais e burguesas

3. A geografia dos movimentos revolucionários na primeira metade do século XIX: as vagas revolucionárias liberais e nacionais.

4. A implantação do liberalismo em Portugal

5. O legado do liberalismo na primeira metade do século XIX

Módulo 6 - A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL – ECONOMIA E SOCIEDADE; NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS

1. As transformações económicas na Europa e no Mundo

2. A sociedade industrial e urbana

3. Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo

4. Portugal, uma sociedade capitalista dependente

5. Os caminhos da cultura


CRONOLOGIA

REVISTA DE HISTÓRIA

REVISTA DE HISTÓRIA

REVISTAS DE HISTÓRIA

REVISTAS DE HISTÓRIA

REVISTA DE HISTÓRIA DO BRASIL

REVISTA DE HISTÓRIA DO BRASIL

ENCICLOPÉDIAS/DICIONÁRIOS

  • EUROPEANA

HISTÓRIA MUNDIAL

  • Melhores websites de História

HISTÓRIA DE FRANÇA

  • História de França em Imagens
  • LIBERDADE,IGUALDADE,FRATERNIDADE

SPARTACUS ESCOLA

  • Spartacus sítio da web de História com temas variados

ARTE

  • GALERIA DE HISTÓRIA ARTE
  • GOOGLE: PROJECTO ARTE
  • O LUGAR DA ESTÈTICA
  • SABER CULTURAL
  • WEB GALERIA ARTE

LEGISLAÇÃO

  • Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho:revisão curricular-matrizes
  • Portaria n.º 243/2012 de 10 de agosto :funcionamento dos CCH -secundário

Cilhades

Cilhades
Estação Arqueológica

CURRICULUM VITAE DO PROFESSOR

  • CURRICULUM VITAE

MATRIZES EXAMES DO MINISTÉRIO E INTERNAS

  • CRITÉRIOS DE CORREÇÃO HISTÓRIA A 12º Ano 2012 1ª Fase
  • CRITÉRIOS DE CORREÇÃO HISTÓRIA A 12º Ano 2012 2ª Fase
  • EXAME HISTÓRIA A 12º Ano 2012 1ª Fase
  • EXAME HISTÓRIA A 12º Ano 2012 2ª Fase
  • MATRIZ HISTÓRIA 12º ANO 2011
  • NORMA 01- REGRAS-INSCRIÇÕES PARA EXAMES
  • SUGESTÕES PARA EXAMES
  • TIPO DE QUESTÕES: TERMINOLOGIA

BIBLIOTECAS

  • ARQUIVO DIGITAL
  • BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
  • HEMEROTECA
  • PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO

POSTAIS

  • PORTUGAL EM POSTAIS ANTIGOS

JORNAIS

  • BANCA DE NOTÍCIAS: JORNAIS

Seguidores

COMO FAZER UM TRABALHO ESCRITO?

  • TRABALHO ESCRITO
  • TRABALHO DE HISTÓRIA E APRESENTAÇÃO

PROGRAMAS DE HISTÓRIA

  • HISTÓRIA A: SECUNDÁRIO

DIDÁTICA: ESTRATÉGIAS/RECURSOS

  • ENSINO DA HISTÓRIA
  • TIPOS DE FONTES OU DOCUMENTOS
  • TIPOS DE DOCUMENTOS HISTÓRICOS
  • TEMPO HISTÓRICO
  • LER UMA PLANTA
  • LER UM MAPA HISTÓRICO
  • DISTINGUIR E CLASSIFICAR DOCUMENTOS
  • CONSTRUIR UM FRISO CRONOLÓGICO
  • CONSTRUIR E INTERPRETAR UMA BARRA/FRISO CRONOLÓGICA
  • ANALISAR UMA IMAGEM
  • ANALISAR UM MAPA HISTÓRICO
  • ANALISAR UM FRISO CRONOLÓGICO
  • ANALISAR UM ESQUEMA
  • ANALISAR UM DOCUMENTO ICONOGRÁFICO (IMAGEM)
  • ANALISAR UM DOCUMENTO GRÁFICO
  • ANALISAR UM DOCUMENTO ESCRITO
  • ANALISAR UM DOCUMENTO ESCRITO
  • ANALISAR UM DOCUMENTO CARTOGRÁFICO (MAPA)

COMO ANALISAR DOCUMENTOS?

  • ANÁLISE DE GRÁFICOS
  • ANÁLISE DE MAPAS
  • ANÁLISE DE UMA OBRA DE ARTE
  • ANÁLISE DE UMA IMAGEM
  • ANÁLISE DE DOCUMENTOS ESCRITOS

ESTRATÉGIAS/RECURSOS

  • FICHA DE OBSERVAÇÃO DE UM FILME/DOCUMENTÁRIO
  • FICHA DE OBSERVAÇÃO DE UM EDIFÍCIO
  • FICHA DE OBSERVAÇÃO DE UMA OBRA DE ARTE

MAPAS

  • PLANISFÉRIO
  • MAPAS POLÍTICOS
  • ATLAS HISTÓRICO
  • MAPAS HISTÓRICOS

I REPÚBLICA PORTUGUESA

A 1ª REPÚBLICA PORTUGUESA

  • ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
  • PRIMEIRA REPÚBLICA
  • A 1ª REPÚBLICA PORTUGUESA

PRESIDENTES DA REPÚBLICA PORTUGUESA

  • PRESIDENTES DA REPÚBLICA PORTUGUESA

DOCUMENTOS HISTÓRICOS SOBRE A I REPÚBLICA PORTUGUESA

  • I REPÚBLICA PORTUGUESA

REIS E RAINHAS DE PORTUGAL

  • REIS E RAINHAS DE PORTUGAL

PATRIMÓNIO

  • PATRIMÓNIO: UNESCO
  • FICHAS: INVENTÁRIO

SIGNIFICADO DOS VERBOS

  • SIGNIFICADO DOS VERBOS

BLOGUES 11º B

  • Maria Inês Garcia 9
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • ● Ana Rita - nº2 12ºB
    Boas Férias :)
    Há 4 anos
  • MARTA MOREIRAS 10
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • CLARA ALVES 3
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • Ana Lourenço
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • TATIANA TENIZ 13
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • TELMA MORAIS 14
    Conceitos Módulo 9 Unidade 3
    Há 4 anos
  • ANDREIA RAMALHO 2
    MÓDULO 6;UNIDADE 5: OS CAMINHOS DA CULTURA
    Há 4 anos
  • MARIA FERREIRA 15
    Conceitos Módulo 7 Unidade 2
    Há 4 anos
  • LUÍS RICARDO ESTEVES 6
    Imagem que simboliza o Módulo 7 Unidade 3
    Há 4 anos
  • MICAEL AFONSO 11
    Imagem que simboliza o Módulo 7 Unidade 3
    Há 4 anos
  • MARCO MOREIRAS 7
    Imagem que Simboliza o Módulo 7 Unidade 7
    Há 4 anos
  • DAVID MORENO 4
    Há 5 anos
  • DIANA DIAS 5
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos
  • ELVA 10
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos
  • JULIANA REIS 12
    Conceitos Módulo 6 Unidade 5
    Há 5 anos

UM NOVO TEMPO DA HISTÓRIA

UM NOVO TEMPO DA HISTÓRIA
Célia Pinto do Couto , Maria Antónia Monterroso Rosas ; Revisão: Elvira Cunha de Azevedo Mea

Caderno do Aluno - Atividades de História A - 11.º Ano

Caderno do Aluno - Atividades de História A - 11.º Ano
Célia Pinto do Couto , Maria Antónia Monterroso Rosas ; Revisão: Elvira Cunha de Azevedo Mea

DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

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SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO

Colosso de Rodes
Por volta de 290 a.C., quando os habitantes da ilha de Rodes conseguiram expulsar o exército de Demétrio Poliorcetes, general que mais tarde se tornou rei da Macedónia, decidiram fazer uma grande comemoração.Assim, entre 292 a.C. e 280 a.C. construíram uma majestosa estátua a Hélio, o deus grego do sol.Feita pelo escultor Carés, da cidade de Lindos, a estátua media cerca de 30 m de altura, tinha setenta toneladas de bronze (apesar de ser oca) e «guardava» a entrada do porto da cidade de Lindos.O material utilizado na escultura foi obtido a partir da fundição dos armamentos que os macedónios ali abandonaram.Era tão grande que qualquer barco que entrasse no porto passaria entre as suas pernas, com um pé em cada margem do canal.Na mão direita segurava um farol que guiava as embarcações à noite.Comenta-se que era uma estátua tão majestosa que um homem de estatura normal não conseguiria abraçar o seu polegar.Foi destruída num terramoto em 224 a.C., apenas 55 anos após a sua construção, e ficou no fundo da baía de Rodes.Sabias que, mesmo assim, havia muitas pessoas a visitá-la?Mas ninguém teve coragem de a reerguer porque pensavam que ela tinha sido derrubada pelo deus que se tinha ofendido com os habitantes da cidade.Algumas centenas de anos depois de ter sido derrubada, os fragmentos da estátua foram vendidos como sucata de metal pelos árabes, já no século VII.Para se ter uma ideia do seu tamanho, há registos de que foram necessários 900 camelos para transportar todo o bronze usado para construir a estátua.

Farol de Alexandria
A palavra «farol» deriva de Pharos, uma ilha próxima de Alexandria, uma cidade portuária do Egipto, onde há mais de 2280 anos, foi erguido o farol mais famoso da Antiguidade.A sua construção, em 280 a.C. pelo arquitecto e engenheiro grego Sóstrato, foi um grande sucesso da tecnologia e um modelo para todos os faróis desde então.As descrições dizem que o Farol de Alexandria era uma gigante torre em mármore branco de 130 metros de altura (corresponde a um prédio de 45 andares).Dividia-se em três partes construídas sobre uma plataforma de pedra: a inferior, quadrada, com 60 metros de altura; a do meio, com oito faces e 20 metros de altura; e a superior, cilíndrica com sete metros de altura.Uma rampa em caracol elevava-se até ao topo, onde, à noite, brilhava o fogo, reflectido num potente espelho, formando um clarão que podia ser visto a mais de 50 quilómetros de distância.Durante muitos séculos, o Farol de Alexandria foi usado para assinalar o porto, advertindo os navegantes da presença de recifes, usando fogo à noite e reflectindo os raios solares durante o dia.Diz-se que estava equipado com sinais de alarme accionados a vapor que se faziam ouvir durante o mau tempo, bem como com um elevador que permitia o acesso ao cimo da torre de pessoas e que permitia levar lenha para a fogueira.Na Idade Média, quando os árabes conquistaram o Egipto, substituíram o farol por uma pequena mesquita, uma vez que admiravam a sua imponência. No entanto, não viram interessem em substituir o seu espelho quando este se quebrou.Sem contar com a Grande Pirâmide, o Farol de Alexandria foi a «Maravilha» que mais tempo durou.Foi abalado por vários terramotos ao longo de centenas de anos e acabou destruído por um terramoto em 1375.As suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.

Templo de Artemisa (ou Diana) em Éfeso
O templo de Artemisa, construído para a deusa grega da caça e protectora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo.Localizado em Éfeso, actual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquitecto da ilha de Creta Quersifrão e pelo seu filho, Metagenes. Começou por ser um pequeno templo, mas foi sendo sempre renovado e aumentado.Assim, em pouco tempo, tornou-se uma grande atracção turística (dentro do possível na época) com visitantes de diversos lugares entregando oferendas.Era composto por 127 colunas de mármore, com quase 20 metros de altura cada uma (correspondendo a um prédio de 6 andares). Era famoso pelas suas obras de arte, entre elas a escultura da deusa Artemisa.Em 356 a.C., um homem chamado Heróstrato incendiou-o, acreditando que destruindo o templo de Artemisa teria o seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram o seu nome. Só mais tarde um historiador grego o revelou em escritos seus.Alexandre, o Grande ofereceu-se para restaurar o templo, mas só o começou a fazer em 323 a.C.Mais tarde, no ano 262 da nossa era, o templo foi destruído para sempre durante a invasão dos godos, um povo da Germânia.Com a conversão dos cidadãos ao Cristianismo, o templo foi perdendo importância e hoje existe apenas um pilar da construção original nas suas ruínas.Restaram apenas algumas esculturas e objectos do templo, que estão expostos em Londres. Existem também cópias da famosa estátua de Artemisa, que apenas nos dão uma ideia da sua beleza.A original era feita de ébano, ouro, prata e pedra preta. A parte superior do corpo estava nua e as vestes que cobriam as pernas e os quadris eram ornamentadas com relevos de abelhas, vacas e outros animais.

Mausoléu de Halicarnasso, situado na Ásia Menor
O Mausoléu de Halicarnasso foi mandado construir há mais de 2360 anos pela rainha Artemísia, viúva do Rei Mausolus.Quando Mausolus morreu, em 353 a.C., Artemísia contratou arquitectos gregos para construírem o mais majestoso dos monumentos sobre o túmulo do seu marido.Artemísia decidiu que nenhuma despesa seria poupada na construção do túmulo. Contratou arquitectos, escultores e centenas de artesãos. O responsável pela obra foi Scopas.A tumba foi erguida numa colina de onde se avistava toda a cidade. Uma escadaria, ladeada por leões de pedra, conduzia ao topo da plataforma.Ao longo da parede exterior havia muitas esculturas de mármore com cenas da mitologia, isto é, cenas das histórias fabulosas dos deuses e heróis do mundo antigo.Como telhado foi construída uma enorme pirâmide suportada por centenas de colunas, todas elas enfeitadas com esculturas em mármore.No total, o monumento tinha 50 metros de altura (que corresponde a um prédio de 16 andares).A cada canto, guerreiros de pedra, montados a cavalo, defendiam o conjunto. Por cima do túmulo em si estava o mais espectacular trabalho de escultura: Quatro cavalos que puxavam uma carruagem com imagens de Mausolus e Artemísia.Dois anos depois da morte do marido, Artemísia morreu também, deixando o trabalho inacabado.Foi sepultada ao lado do seu marido, mas os artesãos decidiram terminar a tumba em homenagem aos dois.A tumba de Mausolus tornou-se tão conhecida que «mausoléu» passou a significar um monumento em memória dos que morriam e deveriamser lembrados, como Mausolus.Esta obra sobreviveu durante muitos séculos, mesmo depois da destruição da cidade. Provavelmente caiu devido a um terramoto entre os séculos XI e XV.As suas pedras foram reutilizadas em construções locais.

Estátua de Zeus, em Olímpia
A Estátua de Zeus foi feita pelo grande escultor Fídias, no século V a.C., na cidade grega de Olímpia, para ser homenageada durante os Jogos Olímpicos da Antiguidade, dedicados a este Deus.Zeus era o senhor do Olimpo, a morada das divindades, por essa razão tinha que ser representado com a maior sumptuosidade que o Homem jamais tinha visto.Supõe-se que a construção da grandiosa estátua, que se encontrava sentada, dentro do templo dedicado a Zeus, tenha levado cerca de oito anos.Era feita de marfim e ébano e tinha mais de 12 metros de altura (que corresponde, mais ou menos, a um prédio de cinco andares).Os olhos de Zeus eram decorados com pedras preciosas e o seu manto e sandálias eram feitos de ouro.Fídias esculpiu Zeus sentado no seu trono feito de cedro, com uma coroa na cabeça.Na mão direita tinha a estatueta de Nikê, a deusa da vitória, e na esquerda um ceptro (bastão de rei) com uma esfera sobre a qual se debruçava uma águia (que representava esta divindade).Pensa-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o sobrolho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a testa todo o Olimpo tremia.Mas, ao que parece, Olímpia estava a ser destruída por terramotos, cheias e incêndios. Assim, quando já tinha 800 anos de existência, a estátua foi levada para Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia.Duzentos anos depois, no ano 462, foi destruída num incêndio. Hoje, nada resta do velho templo, excepto rochas e ruínas, a fundação do prédio e colunas em destroços.A única ideia que se tem da Estátua de Zeus vem das moedas de Elis, que se supõem ser uma representação da escultura original.

Jardins Suspensos da Babilónia
Os Jardins Suspensos da Babilónia foram construídos pelo Rei Nabucodonosor II no século VI, a.C., na Babilónia, onde é hoje o sul do Iraque.Foram construídos para agradar à rainha Amytis, esposa do rei, que sonhava com os campos e as montanhas verdes da sua terra natal, muito diferentes do local onde fora morar quando casou.É talvez uma das maravilhas relatadas sobre que menos se sabe.Fala-se muito sobre as suas possíveis formas e dimensões, mas nunca se encontrou nenhuma descrição detalhada ou vestígio arqueológico que sejam coincidentes.Por exemplo, foram encontrados vestígios que podem corresponder aos Jardins Suspensos e à cidade do Rei Nabucodonosor II, mas as suas dimensões são muito inferiores às descritas pelo escritor grego Heródoto.Segundo as descrições de Heródoto, o monumento foi construído com seis montes de terra artificiais e terraços arborizados apoiados em colunas de 25 a 100 m de altura (que corresponde a um prédio de quase 30 andares).Os terraços foram construídos uns em cima dos outros e os jardins eram irrigados pela água bombeada do Rio Eufrates, um dos mais importantes da região da Mesopotâmia.Aliás, o que faz crer que se encontrou as suas ruínas é um poço fora do comum que parece ter sido usado para bombear água.Nos terraços estavam plantadas árvores, flores tropicais e alamedas de altas palmeiras. Dos Jardins podia ver-se a beleza da gigantesca cidade que ficava logo abaixo.Sabias que a cidade era uma das maiores da época?Tinha a Torre de Babel, com 250 m de altura, os Jardins Suspensos e um canal de defesa ligando os rios Tigre e Eufrates, a 40 km da Babilónia, cercado por um muro em toda a sua extensão (o Muro dos Medas), com mais de 100 m de altura.Não se sabe quando os Jardins foram destruídos.Suspeita-se que tenha ocorrido na mesma época da destruição do palácio de Nabucodonosor II, pois há relatos de que os jardins tenham sido construídos sobre o seu palácio.

Grande Pirâmide de Gizé
A Grande Pirâmide de Gizé está situada na margem esquerda do rio Nilo, no Egipto.É um dos monumentos mais famosos do mundo e é a única Maravilha que permanece até aos dias de hoje. Por curiosidade, é também a mais antiga.Sabias que existe um provérbio árabe que diz: «O Homem teme o tempo e o tempo teme as pirâmides»?Só prova que realmente são antigas!Foi construída pelo faraó Quéops em 2550 a.C., há mais de 4500 anos, para servir como sua sepultura.Foram construídas depois duas pirâmides mais pequenas ao lado: as dos faraós Quéfrem e Miquerinos (filho e neto de Quéops).A Grande Pirâmide, que é a maior de todas as 80 pirâmides do Egipto, tem 230 metros de cada lado na base e 147 metros de altura (o que equivale a um prédio de 49 andares).Sabias que foi a mais alta construção feita pelo Homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1900), com a construção da Torre Eiffel, em Paris?As medidas matematicamente correctas da pirâmide demonstram como os antigos egípcios eram avançados na matemática e engenharia.Ao contrário do que se pensa, as pirâmides não foram só construídas por escravos, mas também por cidadãos comuns que consideravam uma honra e um dever religioso trabalharem na Grande Pirâmide.Além disso, a maior parte do trabalho na pirâmide ocorreu durante os quatro meses do ano quando o rio Nilo inundava as terras e não havia trabalho para ser feito na agricultura.Por isso, foram necessários 100 mil pessoas a trabalhar durante mais de 20 anos para construir a Grande Pirâmide.Foram usados mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada qual pesando em média duas toneladas e meia.

SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO

SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO

SETE MARAVILHAS DE PORTUGAL

Mosteiro de Alcobaça
A Abadia de Alcobaça é um dos mais importantes mosteiros cistercienses medievais. O mosteiro foi fundado em 1153 por doação do nosso primeiro monarca a Bernardo de Claraval. O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça (também conhecido como Mosteiro de Alcobaça), é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi fundado em 1178 pelos monges de Cister. É considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.

Mosteiro dos Jerónimos
O Mosteiro dos Jerónimos é uma obra fundamental da arquitectura manuelina. O risco inicial é de Boitaca (1502), que lançou os fundamentos da igreja e do claustro, e cuja campanha de obra inclui os arranques do portal principal, actualmente abrindo para um nártex abobadado formado pelo varandim coberto que estabelece ligação com as arcadas do corpo fronteiro (onde está sediado o Museu Nacional de Arqueologia).

Palácio Nacional da Pena
O Palácio Nacional da Pena constitui uma das expressões máximas do Romantismo aplicado ao património edificado no séc. XIX em Portugal. Este extraordinário Monumento Nacional deve-se inteiramente à iniciativa de D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, que casou com a Rainha D. Maria II, em 1836. O Palácio Nacional da Pena constitui uma das expressões máximas do Romantismo aplicado ao património edificado no séc. XIX em Portugal. Este extraordinário Monumento Nacional deve-se inteiramente à iniciativa de D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, que casou com a Rainha D. Maria II, em 1836. Dotado de uma educação muito completa, o futuro D. Fernando II enamorou-se rapidamente de Sintra e, ao subir a Serra pela primeira vez, avistou as ruínas do antigo convento de frades hieronimitas, originalmente construído no reinado de D. João II e substancialmente transformado com D. Manuel I que, ao cumprir uma promessa, o mandou reconstruir, em pedra, em louvor de Nossa Senhora da Pena, doando-o novamente à ordem dos monges de S. Jerónimo.

Mosteiro da Batalha
O Mosteiro da Batalha é o mais importante símbolo da Dinastia de Avis. Construído por iniciativa de D. João I, na sequência de um voto à Virgem, caso vencesse a Batalha de Aljubarrota. Ao longo do século XV, praticamente todos os monarcas aqui deixaram a sua marca. O Mosteiro da Batalha é o símbolo mais marcante da Dinastia de Avis. Construído por iniciativa de D. João I, na sequência de um voto à Virgem, caso vencesse a Batalha de Aljubarrota (1385), as obras iniciaram-se logo no ano seguinte, sob direcção do arquitecto português Afonso Domingues. Dessa fase resultou grande parte das estruturas da Igreja e duas alas do Claustro de D. João I.

Castelo de Óbidos
São ainda obscuras as origens da fortaleza. Ao que tudo indica, a sua posição dominante em relação à extensa lagoa a ocidente, favoreceu a instalação de um primitivo reduto fortificado de origem romana. A Alta Idade Média não deixou vestígios aparentes da sua presença e será apenas na viragem para o século XII, que Óbidos voltará a merecer referências documentais precisas. No contexto da Reconquista cristã da península, as forças do rei D. Afonso Henriques (1112-85), após as conquistas de Santarém e de Lisboa (1147), encontraram viva resistência para conquistar a povoação e seu castelo, o que finalmente através de um ardil (10 de Janeiro de 1148). O castelo encontra-se referido documentalmente em 1153.

Torre de Belém
A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo patrono de Lisboa, S. Vicente, no local onde se encontrava ancorada a Grande Nau, que cruzava fogo com a fortaleza de S. Sebastião. A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo patrono de Lisboa, S. Vicente, no local onde se encontrava ancorada a Grande Nau, que cruzava fogo com a fortaleza de S. Sebastião. O novo baluarte perpetuou assim, e em pedra, essa estrutura de madeira. O arquitecto da obra foi Francisco de Arruda, que iniciou a construção em 1514 e a finalizou em 1520, ao que tudo indica sob a orientação de Boitaca. Como símbolo de prestígio real, a decoração ostenta a iconologia própria do Manuelino, conjugada com elementos naturalistas.

Castelo de Guimarães
Paradigma das origens da nacionalidade e da própria figura de D. Afonso Henriques, o Castelo de Guimarães é um dos monumentos mais representativos do imaginário medieval português. A sua construção inicial remonta ao tempo de Mumadona Dias, que o mandou edificar no século X, com o objectivo de defender dos ataques muçulmanos e normandos o mosteiro que tinha fundado para se recolher quando enviuvou.

SETE MARAVILHAS DE PORTUGAL

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