domingo, 24 de junho de 2012

FICHA DIAGNÓSTICA


HISTÓRIA: SECUNDÁRIO
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
NOME: _____________________________________________________ Ano: __ Turma:__ Nº:__
1. Completa, uma barra cronológica seguinte, a identificação dos grandes períodos da História.

2. Assinala o nascimento de Jesus Cristo. Regista nela, cronologicamente, as datas seguintes.
a) 711 b)218 a.C c) 1290 d) 19 a.C e)1348 f) 237 a.C. g)1211 h)1385 i)1375 j)718 k)1000
3. Converte os anos em séculos.
a) 711 ____ b)218 a.C _____c) 1290 _____d) 19 a.C ____e)1348_____ f) 237 a.C.____ __ g)1211 ______h)1385______ i)1375_____ j)718 ______k)1000______ l) 1 _____ m) 2011_______
4. Converte os séculos em anos.
XII:________ a _______ V a.C.:______ a _______ XXII:_______ a _______ I a. C.:________a _________
5. Faz corresponder os acontecimentos e situações aos períodos 1, 2. 3 e 4
- Peste Negra Nazismo Pirâmides de Gizé 95 Teses contra as Indulgências
Edicto de Caracala Tratado de Zamora Crash da Bolsa de Wall Street Mercantilismo
Instauração da República em Portugal Tratado de Tordesilhas Renascimento
Revolução liberal portuguesa Absolutismo Descoberta do Brasil Estado Novo
Atenta no mapa


6.Legenda a rosa-dos-ventos.
7. Assinala no mapa:
- os oceanos Atlântico (1), Pacífico (2), Índico (3), Glacial Árctico (4) e Glacial Antárctico (5)
-os mares Mediterrâneo (6), Negro (7), Báltico (8), e o Adriático (9)
- o continente que falta a Oceânia (10)
- os países E.U.A. (11), Itália (12) Portugal (13), Grécia (14), Índia (15), Brasil (16) e a Austrália (17).
Lê com atenção o texto seguinte, que expressa, uma opinião acerca do lançamento da bomba atómica em Hiroxima, a 6 de Agosto de 1945.
“ Os Estados Unidos são, por definição, incapazes de pedir desculpa. Nunca o fizeram em toda a História. A América faz o que é correcto e bom, o que significa que, se as coisas não correm bem, é porque houve um erro de concepção”, disse ao Público Marilyn B. Young, 58 anos, directora do Departamento de História da Universidade de Nova Iorque. “ Desde sempre a América tem sido incapaz de admitir responsabilidades pelos actos bárbaros que comete.” Para Young, a bomba atómica foi um deles, foi um “crime de guerra”.
Público, 6 de Agosto de 1995
8. Redige um pequeno texto (c. 10 linhas), onde sejam referidos os efeitos que o lançamento da bomba atómica, em Hiroxima, teve para o Japão e para a Humanidade.
N.B. Não te limites apenas ao ano de 1945.

TEMPO HISTÓRICO: CRONOLOGIA

Palavra que designa a forma ou método de organizar o tempo, é um ramo do conhecimento histórico que se ocupa de localizar os acontecimentos no seu momento e ordem devidos e de os fincar numa escala. Tendo em conta que atravessa toda a História e abrange as mais diversas regiões, ciências e civilizações, é obrigatória a adaptação do método quantitativo. Assim, encontram-se medidas de dias e anos nos calendários e milhares de milhões de anos na astronomia, geocronologia e paleontologia, por exemplo. Ao ser uma ciência bastante dependente de outras, como a história, a arqueologia e a astronomia, é constantemente obrigada a rever os cálculos e verificar as mais antigas medidas temporais quando são trazidos à luz elementos novos e desconhecidos. As formas de elaboração de cronologias foram tão díspares como as civilizações que a elas se dedicaram, sendo as mais relevantes a indiana (que contava os anos tanto a partir de um acontecimento histórico marcante como a partir da posição de um corpo celeste), assíria e babilónica (cujas obras mais contributivas são o Cânon de Ptolomeu, texto regressivo até 747 a. C., e as listas anuais babilónicas), a chinesa (com um sistema inicial de referência aos acontecimentos através dos reinados, que evoluiu para o denominado sistema nien-hao, em que cada reinado inaugurava um novo calendário), a japonesa (com as crónicas Koji-ki - "Assento dos assuntos antigos" e Nihon shoki - "Crónica do Japão", assim como o método kang-shi ? períodos de 60 anos, o Nengō - por reinado - e o Jōkyō - que surgiu no século XVII), a muçulmana (a era da Hégira - ár. Hijrah - ou mudança, em 632, de Maomé de Meca para Medina, instituída no século VII) e a cristã (que inicialmente seguia processos variados, como o período de 532 anos introduzido no século V pelo papa Hilário, abraçando no século VI o método inventado pelo monge Dionísio "o Exíguo", que tem início na data de nascimento de Jesus Cristo e sendo os períodos anteriores referenciados como a. C. - antes de Cristo - e os posteriores como d. C. - depois de Cristo (em inglês, respetivamente, BC e AD - Anno Domini).

sábado, 23 de junho de 2012

ESPAÇO: MAPAS

1. Introdução
A importância da exploração e construção de mapas na aula de História
Os mapas devem estar presentes na aula de História, pois sem eles a interacção dialéctica entre o Homem e o espaço perde significado. Há uma melhor compreensão do espaço onde decorrem os acontecimentos quando este se faz representar por mapas.
2. Classificação dos mapas
Podemos classificar mapas segundo dois princípios:
  • conforme os espaços que representam
  • conforme os conteúdos ou assuntos a que se referem
Isto significa que podemos ter vários mapas que representam o mesmo espaço, mas cada um deles nos dar informações diferentes sobre o que lá existe ou acontece.
Tipos de mapas:
  • Mapa-Mundo ou Planisfério - representa toda a Terra.
  • Mapa Geral - representa um ou mais continentes.
  • Mapa Particular - representa uma nação ou grande região. É útil para observar áreas com grande pormenor.
  • Mapa Físico - refere aspectos físicos, como relevo, hidrografia, clima, vegetação.
  • Mapa Humano - refere a densidade populacional, a separação dos países, o tipo de povoamento, a distribuição das raças de pessoas.
  • Mapa Económico - pode representar a distribuição e criação de animais, as culturas agrícolas, os recursos minerais ou piscatórios, as zonas industriais.
3. Exploração de Mapas - Elementos a ter em conta e sua etapas:
- 1ª Etapa - Observação do mapa
  • Título - indica-nos o conteúdo geral do mapa.
  • Escala - permite-nos comparar as distâncias do mapa com as distâncias reais.
  • Legenda - permite-nos fazer a leitura do mapa através de sinais (cores, símbolos).
  • Identificação das áreas geográficas - identificação de continentes, oceanos, países, localidades, rios, relevo, através da qual podemos relacionar os factos ou realidades históricas entre si e concluir sobre a importância de determinadas áreas geográficas.
- 2ª Etapa - Interpretação do mapa
Depois da identificação das áreas geográficas consegue-se compreender que estas têm a ver com o conteúdo indicado pelo título e perceber todas as informações que podemos retirar do mapa. Ainda compreender o significado dos sinais da legenda e perceber o modo como estão distribuídos no mapa ou as quantidades que querem representar.
- 3ª Etapa - Aquisição de novos saberes
Através do mapa o aluno pode tentar encontrar o motivo pelo qual as informações recolhidas acontecem naquele local ou que relação têm com outros conhecimentos que o aluno já possua desse mesmo local. Desta forma, o mapa pode ser um contributo para aquisição de novos saberes.

CARTOGRAFIA (MAPAS)
Noções básicas
A cartografia — a técnica e a arte de produzir mapas — é a linguagem da Geografia. Mapas físicos, políticos e temáticos revelam os aspectos visíveis da paisagem ou as fronteiras políticas, espelham projectos de desenvolvimento regional ou contribuem para organizar operações militares.
As tentativas de cartografar o espaço geográfico remontam aos povos antigos, que já registavam elementos da paisagem e fixavam pontos de referência para seus deslocamentos e expedições. A cartografia se desenvolveu paralelamente ao comércio e à guerra, acompanhando a aventura da humanidade.
Actualmente, a produção de mapas emprega técnicas sofisticadas, baseadas nas fotografias aéreas e em imagens obtidas por satélites de sensorialmente remoto. Mapas são fontes de saber e de poder.
Os mapas e cartas geográficas correspondem a instrumentos fundamentais da linguagem e da análise geográficas. Eles têm uma função primordial: conhecimento, domínio e controle de um determinado território. Por isso, são fonte de informações que interessam a quem tem poder político e económico.
Elementos principais de um mapa
Todo bom mapa deve conter quatro elementos principais: título, escala, coordenadas geográficas e legenda. Esses elementos asseguram a leitura e a interpretação precisas das informações nele contidas.
TÍTULO
Descreve a informação principal que o mapa contém.
Um mapa com o título “Brasil físico” deve trazer o nome e a localização dos principais acidentes do relevo, assim como os principais rios que cortam o país. Já um mapa com o título “Brasil político” necessariamente terá a localização e o nome das unidades federativas, assim como as suas respectivas capitais e, eventualmente, outras cidades principais.
Outras informações que esses mapas porventura contiverem, como as principais cidades num mapa físico ou os rios mais importantes num mapa político, são consideradas secundárias e, portanto, não devem ser sugeridas no título.
ESCALA
Indica a proporção entre o objecto real (o mundo ou uma parte dele) e sua representação cartográfica, ou seja, quantas vezes o tamanho real teve de ser reduzido para poder ser representado.
Consideremos o seguinte exemplo: um mapa na escala 1:10.000.000 indica que o espaço representado foi reduzido de forma que 1 centímetro no mapa corresponde a 10 milhões de centímetros ou 100 quilómetros do tamanho real.
Deve-se estabelecer a escala de um mapa antes de sua elaboração, levando-se em conta os objectivos de sua utilização. Quanto maior for o espaço representado, mais genéricas serão as informações. Em contrapartida, quanto mais reduzido o espaço representado, mais particularizadas serão as informações.
Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades:
Escalas númericas
• mapas em pequena escala (como 1:25.000.000) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente;
• mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais.
Por exemplo, em um mapa do Brasil na escala 1:25.000.000, qualquer capital de estado será representada apenas por um ponto, ao passo que num mapa 1:10.000 aparecerão detalhes do sítio urbano de qualquer cidade.
A representação das escalas cartográficas que usamos até agora é a numérica. Porém, existe uma outra forma de representar a escala: a forma gráfica.
A escala gráfica
aparece sob a forma de uma recta dividida em várias partes, cada uma delas com uma graduação de distâncias. A sua utilidade é a mesma da escala numérica.
COORDENADAS GEOGRÁFICAS
São linhas imaginárias traçadas sobre os mapas, essenciais para a localização de um ponto na superfície terrestre. Essa localização é o resultado do encontro de um paralelo e sua respectivalatitude (o afastamento, medido em graus, do paralelo em relação ao Equador) e de um meridiano e sua respectiva longitude (o afastamento, medido em graus, do meridiano em relação ao meridiano principal ou de Greenwich).
LEGENDAS
Permitem interpretar as informações contidas no mapa, desde a constatação da existência de um determinado fenómeno até os diferentes graus de intensidade em que ele se apresenta.
As legendas podem vir representadas por cores, símbolos ou ícones de diversos tipos, ou utilizar combinações dessas várias representações.
No uso de legenda com cores, é necessário seguir algumas regras determinadas pelas convenções cartográficas. O azul, por exemplo, presta-se para a representação de fenómenos ligados à água, como oceanos, mares, lagos, rios.
Na representação de um fenómeno com várias intensidades, a graduação da cor utilizada deve manter relação directa com a intensidade do fenómeno. Assim, num mapa de densidades demográficas, as maiores densidades são representadas por uma cor ou tonalidade mais forte do que as menores densidades.
Ao produzir representações cartográficas de fenómenos da natureza, as cores também podem sugerir as características do fenómeno. Em geral, os mapas climáticos utilizam as cores “quentes” (alaranjado, vermelho) para representar climas “quentes” (tropical, equatorial, desértico), ficando as cores “frias” reservadas aos climas mais frios.
Similarmente, os mapas de vegetação representam as florestas tropicais por meio de várias tonalidades de verde. Já nos mapas de relevo, a cor verde deve ser reservada para as planícies, bacias ou depressões, enquanto o amarelo é utilizado para os planaltos e o castanho, para as áreas mais elevadas, como as cadeias montanhosas.
A leitura de mapas
Ler mapas é um processo de descodificação, que envolve algumas etapas metodológicas básicas.
Inicia-se a leitura pela observação do título. Temos de saber, inicialmente, qual é o espaço representado, seus limites e as informações constantes no mapa.
Depois, é preciso interpretar a legenda ou a descodificação propriamente dita, relacionar os significantes e significados espalhados no mapa. Só então será possível reflectir sobre aquela distribuição e/ou organização.
Deve-se observar também a escala (gráfica ou numérica) indicada no mapa para posterior cálculo das distâncias ou das dimensões do fenómeno representado, a fim de se estabelecer comparações ou interpretações.
O EQUADOR
é um círculo máximo perpendicular ao Eixo da Terra [Eixo da Terra é alinha dos pólos «PN-PS» e que passa pelo centro da Terra] dividindo a terra em duas partes iguais, o hemisfério Norte e o hemisfério Sul.
PARALELOS
são todos os círculos menores, simultaneamente perpendiculares ao Eixo da Terra e paralelos ao Equador.
Para cada lugar da Terra passa um paralelo chamado
PARALELO DE LUGAR.
LATITUDE
é a distância, medida em graus, entre o equador e o paralelo que passa pelo lugar considerado. O valor da latitude varia entre 0º (no equador) e 90º nos pólos.
Ficha Informativa - Como Ler Um Mapa



sexta-feira, 22 de junho de 2012

MÓDULOS E UNIDADES

Módulo 4 – A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII – SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS
1. População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento
2. A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos
3. Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos
XVII e XVIII
4. Construção da modernidade europeia

Módulo 5 – O LIBERALISMO – IDEOLOGIA E REVOLUÇÃO, MODELOS E PRÁTICAS NOS SÉCULOS XVIII E XIX
1. A revolução americana, uma revolução fundadora
2. A revolução francesa – paradigma das revoluções liberais e
burguesas
3. A geografia dos movimentos revolucionários na primeira metade
do século XIX: as vagas revolucionárias liberais e nacionais.
4. A implantação do liberalismo em Portugal
5. O legado do liberalismo na primeira metade do século XIX

Módulo 6 - A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL – ECONOMIA E SOCIEDADE; NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS
1. As transformações económicas na Europa e no Mundo
2. A sociedade industrial e urbana
3. Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo
4. Portugal, uma sociedade capitalista dependente
5. Os caminhos da cultura

PROGRAMA

Índice

1. Introdução

2. Apresentação do Programa

2.1. Finalidades
2.2. Objectivos
2.3. Competências
2.4. Visão geral dos conteúdos/temas
2.5. Sugestões metodológicas gerais
2.6. Recursos
2.7. Avaliação

3. Desenvolvimento do programa

3.1. Estrutura dos módulos
3.2. Conceitos operatórios e conceitos metodológicos
3.3.Conteúdos/Conceitos/ Aprendizagens específicas dos módulos


11º ANO
Módulo 4 – A Europa nos Séculos XVII e XVIII – Sociedade, Poder e Dinâmicas
Coloniais
Módulo 5 – O Liberalismo – Ideologia e Revolução, Modelos e Práticas nos Séculos
XVIII e XIX
Módulo 6 – A Civilização Industrial – Economia e Sociedade; Nacionalismos e
Choques Imperialistas


4. Bibliografia

PROGRAMA: INTRODUÇÃO

1. Introdução

As transformações das sociedades contemporâneas, pela rapidez com que se processam e pela cada vez maior imprevisibilidade dos seus desfechos, evidenciaram a importância de uma escolaridade mais dilatada em tempo mas, sobretudo, menos divorciada das realidades quotidianas e das interrogações que estas colocam. Neste contexto complexo – em que se exige «mais escola» mas, simultaneamente, se pretende uma escola diferente – urge assegurar aos jovens formações sólidas, orientadas para o desenvolvimento de competências mobilizadoras da totalidade do indivíduo e que, pelo elevado grau de transferência que apresentem, suscitem desempenhos adequáveis a novas situações.
A reestruturação dos cursos e planos de estudo do ensino secundário e a consequente reformulação dos programas de ensino ocorrem assim como resposta à necessidade enunciada, obrigando a repensar o lugar das disciplinas nos planos de estudo e um modelo de escola capaz de se assumir, também ela, como criadora de currículo. No novo plano curricular, a História surge, tal como na Reforma de 1989, integrada quer em Cursos Tecnológicos quer em Cursos Gerais e nestes, tal como no anterior plano de estudos, faz parte do conjunto de disciplinas da Formação Específica. Porém, a intenção de proporcionar aos alunos uma formação mais adequada às suas reais necessidades, levou a que se optasse, agora, por diversificar os programas de ensino, atribuindo-lhes, em conformidade, diferentes cargas horárias na globalidade do ciclo de estudos. Assim, nos Cursos Gerais, prioritariamente destinados ao ingresso no ensino superior e em que a Formação Específica se destina a preencher uma vertente «científica e técnica no domínio de conhecimento do respectivo curso», a disciplina apresenta um destaque diferente de acordo com a orientação do plano curricular a que respeita. No Curso de Ciências Sociais e Humanas e no de Ciências Sócio-Económicas, a História integra o tronco comum da formação específica, sendo «disciplina estruturante» e, no primeiro daqueles cursos - em que o presente programa se integra -, abrange os três anos do ciclo de estudos, sendo-lhe atribuído o número máximo de horas previsto no currículo do ensino secundário. No Curso de Línguas e Literaturas, a História inclui-se no leque de opções da Formação Específica, razão por que ocorre apenas no último ano do ciclo.
Às diferentes situações enunciadas correspondem programas distintos. O sistema prevê, porém, ainda em obediência ao princípio de adequação às necessidades dos jovens, a possibilidade de o aluno rever o seu percurso, permitindo-lhe a transição quer entre os Cursos Tecnológicos e os Cursos Gerais quer entre as diversas alternativas criadas no âmbito destes últimos. Esta condição torna, obviamente, indispensável a existência de linhas de articulação entre os diversos programas, as quais repousam, sobretudo, num mesmo entendimento de dois aspectos que se encontram intimamente relacionados - o da construção do conhecimento histórico e o das virtualidades formativas da disciplina. Tal como acontece em outros domínios científicos, também a História tem vindo a mudar: formulam-se novas hipóteses, identificam-se novos objectos, diversificam-se metodologias, estabelecem-se relações mais amplas com outros saberes, constroem-se novas interpretações. Este alargamento do campo historiográfico tem vindo, porém, a evidenciar a inevitável revisibilidade do conhecimento ou mesmo a dificuldade em elaborar sínteses de grande dimensão, outrora julgadas possíveis, aspecto que parece tornar complexa a selecção dos domínios que devem ser estabelecidos como objecto de estudo, no ensino secundário. Ora, os jovens, na fase de desenvolvimento em que se encontram durante a frequência deste nível de ensino, necessitam de referentes seguros que lhes permitam interpretar as realidades sociais que com eles interagem; que proporcionem fios de inteligibilidade entre as grandes questões nacionais e os problemas decorrentes de uma globalização cada vez mais envolvente; que se constituam como apoio para as escolhas que inevitavelmente terão de realizar. Nesta perspectiva, a História, cujo objectivo último é, afinal, a compreensão da vida do homem em sociedade, configura-se como uma disciplina de eleição; além disso, a natureza terminal do ciclo de estudos que o ensino secundário constitui torna inevitável operar uma selecção no conjunto de opções que o campo historiográfico patenteia.
O eixo organizador dessa selecção encontra-se neste caso na concepção de História que se perfilha. Entende-se o conhecimento histórico como decorrente de uma construção rigorosa, resultante da confrontação de hipóteses com os dados obtidos na pesquisa e na crítica exaustiva de fontes diversificadas, circunscritas num tempo e num espaço identificados. Esse conhecimento decorre, portanto, da compatibilização de um registo descritivo com uma dimensão problematizante e explicativa, já que é, inquestionavelmente, interpretação de mudanças. Perfilha-se, assim, uma concepção de História abrangente das diversas manifestações da vida das sociedades humanas, sensível à interacção entre o individual e o colectivo e à multiplicidade de factores que, em diversos tempos e espaços, se tornaram condicionantes daquilo que hoje somos.
Considera-se, aliás, que a dificuldade na elaboração de sínteses, acima referida, não pode empurrar-nos nem para uma diluição dos objectos de estudo nem para a sua limitação ao factológico, numa perspectiva redutora. Importa, portanto, circunscrever áreas do conhecimento historiográfico que patenteiem aspectos significativos da evolução da humanidade e que integrem linhas de reflexão problematizadoras das relações entre o passado e o presente. Importa, além disso, mobilizar a diversidade de campos de observação, para tornar consciente a relatividade das escolhas efectuadas pela humanidade, fortemente inseridas num tempo e num espaço determinados.
As opções tomadas têm expressão na eleição de finalidades e de objectivos que dimensionam a vertente formativa da disciplina e se operacionalizam num campo alargado de competências. Porém, porque a vertente pedagógica que se adopta decorre de uma opção construtivista, só o envolvimento dos alunos em experiências de aprendizagem significativas proporcionará a constituição de um quadro de referências indiscutivelmente útil, se objecto de apropriação consciente pelos jovens. É assim que, nas metodologias que se considera indispensável promover, a análise das fontes tem um papel insubstituível. Com efeito, ela contribuirá para o desenvolvimento nos jovens de uma perspectiva crítica; e promoverá também o reforço de uma dimensão ética, já que as inferências inevitáveis de efectuar repousarão em argumentos de carácter documental. Abre-se desse modo o campo para a promoção de aquisições científicas sólidas e, simultaneamente, ao nível do agir, para a integração de hábitos de ponderação de opções, promotores da intervenção consciente e democrática dos jovens na vida colectiva.
A elaboração dos diferentes programas de História dos Cursos Gerais partiu, como se expôs, de uma mesma concepção de conhecimento histórico e do papel da disciplina na formação do aluno. Assim, e tendo em conta que os perfis de saída dos diversos cursos orientarão os alunos para diferentes formações no ensino superior, foi na selecção dos conteúdos que se estabeleceu as necessárias diferenças entre os programas. Reafirma-se porém que os conteúdos, por si só, não permitirão promover o desenvolvimento das competências consideradas essenciais; necessitam de ser integrados num todo coerente, mobilizados através de recursos e de metodologias que se adequem às Finalidades e Objectivos estabelecidos como horizonte desejável.

PROGRAMA: APRESENTAÇÃO


2. Apresentação do Programa
2.1. Finalidades
- Promover o desenvolvimento de competências que permitam a problematização de relações entre o passado e o presente e a interpretação crítica e fundamentada do mundo actual.
- Desenvolver a capacidade de reflexão, a sensibilidade e o juízo crítico, estimulando a produção e a fruição de bens culturais.
- Favorecer a autonomia pessoal e a clarificação de um sistema de valores, numa perspectiva humanista.
- Desenvolver a consciência da cidadania e da necessidade de intervenção crítica em diversos contextos e espaços.

2.2. Objectivos

- Desenvolver atitudes de curiosidade intelectual, de pesquisa e de problematização, face ao saber adquirido e a novas situações.
- Desenvolver a capacidade de autocrítica, de abertura à mudança, de compreensão pela pluralidade de opiniões e pela diversidade de modelos civilizacionais.
- Aprofundar a sensibilidade estética e a dimensão ética, clarificando opções pessoais.
- Desenvolver hábitos de participação em actividades de grupo, assumindo iniciativas e estimulando a intervenção de outros.
- Desenvolver a consciência dos problemas e valores nacionais, dos direitos e deveres democráticos e do respeito pelas minorias.
- Interpretar o conteúdo de fontes, utilizando técnicas e saberes adequados à respectiva tipologia.
- Aplicar instrumentos de análise das ciências sociais na construção do conhecimento histórico.
- Formular hipóteses explicativas de factos históricos.
- Utilizar correctamente o vocabulário específico da disciplina.
- Desenvolver hábitos de organização do trabalho intelectual, utilizando diversos recursos e metodologias.
- Sistematizar conhecimentos e apresentá-los, utilizando diversas técnicas.
- Identificar o conhecimento histórico como um estudo, cientificamente conduzido, do devir das sociedades no tempo e no espaço.
- Identificar os factores que condicionam a relatividade do conhecimento histórico.
- Interpretar o diálogo passado-presente como um processo indispensável à compreensão das diferentes épocas, civilizações e comunidades.
- Reconhecer a complementaridade das perspectivas diacrónica e sincrónica, na análise histórica.
- Reconhecer as interacções entre os diversos campos da história– económico, social, político, institucional, cultural e de mentalidades – entre os diversos níveis de integração espacial, do local ao mundial e do central ao periférico, bem como entre os indivíduos e os grupos.
- Compreender a dinâmica histórica como um processo de continuidades, mudanças e ritmos de desenvolvimento condicionados por uma multiplicidade de factores.

2.3. Competências

As Finalidades e Objectivos enunciados constituem linhas de orientação do processo de ensino e de aprendizagem, esperando-se que, no final do ciclo de estudos, os alunos evidenciem as seguintes competências:

- pesquisar, de forma autónoma mas planificada, em meios diversificados, informação relevante para assuntos em estudo, organizando-a segundo critérios de pertinência; - analisar fontes de natureza diversa, distinguindo informação, implícita e explícita, assim como os respectivos limites para o conhecimento do passado;
- analisar textos historiográficos, identificando a opinião do autor e tomando-a como uma interpretação susceptível de revisão em função dos avanços historiográficos;
- situar cronológica e espacialmente acontecimentos e processos relevantes, relacionando-os com os contextos em que ocorreram;
- identificar a multiplicidade de factores e a relevância da acção de indivíduos ou grupos, relativamente a fenómenos históricos circunscritos no tempo e no espaço;
- situar e caracterizar aspectos relevantes da história de Portugal, europeia e mundial;
- relacionar a história de Portugal com a história europeia e mundial, distinguindo articulações dinâmicas e analogias / especificidades, quer de natureza temática quer de âmbito cronológico, regional ou local;
- mobilizar conhecimentos de realidades históricas estudadas para fundamentar opiniões, relativas a problemas nacionais e do mundo contemporâneo, e para intervir de modo responsável no seu meio envolvente;
- elaborar e comunicar, com correcção linguística e de forma criativa, sínteses de assuntos estudados:
o estabelecendo os seus traços definidores;
o distinguindo situações de ruptura e de continuidade;
o utilizando, de forma adequada, terminologia específica.
- utilizar as tecnologias de informação e comunicação, manifestando sentido crítico na selecção adequada de contributos;.
- assumir responsabilidades em actividades individuais e de grupo;
- participar em dinâmicas de equipa, contribuindo para o estabelecimento de relações harmoniosas e profícuas;
- manifestar abertura à dimensão intercultural das sociedades contemporâneas;
- disponibilizar-se para ampliação e aprofundamento da sua formação.

2.4. Visão geral dos conteúdos/temas

O Programa do Curso de Ciências Sociais e Humanas, entendido como uma reformulação do homologado em 91, apresenta, quanto aos conteúdos, uma estrutura temática, sendo organizado numa perspectiva cronológica, embora não contínua.

A opção por esta estrutura decorre de duas ordens de razões. Por um lado, a natureza do trabalho que se pretende realizar ao nível do ensino secundário – análise mais exigente de fontes, ampliação de algumas áreas de conteúdo consideradas fundamentais para a compreensão do mundo actual, problematização de relações passado-presente ou de linhas explicativas – trabalho que não é compatível com uma grande extensão de conteúdos. Por outro, uma vez que os alunos adquiriram já, no ensino básico, uma visão genérica da evolução das sociedades e a factologia essencial, especialmente no que respeita à história de Portugal, parece lógico considerar, num entendimento de sequencialidade entre o ensino básico e o ensino secundário, que para este nível pode ser reservado um estudo mais aprofundado de alguns aspectos.

Visando a exequibilidade do programa, seleccionaram-se apenas três temas/módulos para cada ano. Estes, num âmbito cronológico que se estende da antiguidade clássica ao mundo contemporâneo, centram-se em momentos significativos da realidade histórica ou determinantes de mutações.

Por razões de pertença e de identidade cultural, destacaram-se as raízes clássicas e medievais da civilização europeia, e as grandes transformações que esta sofreu.

Pela função que o estudo da história do século XX pode ter na aquisição de instrumentos que reforcem uma cidadania interventiva, dedicou-se-lhe todo o 12º ano.

Pela importância que a construção da memória pode assumir, na problematização das relações entre o que somos e o que pretendemos construir, deu-se relevância à história de Portugal, entendida ora na sua singularidade ora como exemplo da evolução mais geral, estabelecendo-se a articulação com a história europeia e a mundial.

Em cada um dos domínios citados procurou-se focar a diversidade e as inter-relações entre os diversos planos - o político, o institucional, o económico, o social, o cultural e o das mentalidades.

Não foram individualizados conteúdos de história local, mas foram apontadas articulações possíveis no âmbito das situações de aprendizagem sugeridas, cuja concretização é deixada ao critério dos professores e das escolas.

O Programa prevê ainda que o estudo dos temas/módulos estabelecidos para o 10º ano seja antecedido de um módulo inicial – situação comum às restantes disciplinas do plano curricular do 10º ano -, no caso da História designado como módulo 0 . Para este módulo não são destacados conteúdos específicos, já que a função do mesmo é fornecer ao professor e aos alunos indicadores das aquisições efectuadas no ensino básico, permitir detectar eventuais desajustamentos e propor caminhos alternativos.

Ano Módulo
10º 0 ESTUDAR / APRENDER HISTÓRIA

Ano Módulo
10º 1. RAÍZES MEDITERRÂNICAS DA CIVILIZAÇÃO EUROPEIA – CIDADE, CIDADANIA E IMPÉRIO NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA
2. O DINAMISMO CIVILIZACIONAL DA EUROPA OCIDENTAL NOS SÉCULOS XIII E XIV- ESPAÇOS PODERES E VIVÊNCIAS
3. A ABERTURA EUROPEIA AO MUNDO – MUTAÇÕES NOS CONHECIMENTOS, SENSIBILIDADES E VALORES NOS SÉCULOS XV E XVI
11º(A discutir)
4. A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII – SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS
5. O LIBERALISMO – IDEOLOGIA E REVOLUÇÃO, MODELOS E PRÁTICAS NOS SÉCULOS XVIII E XIX
6. A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL - ECONOMIA E SOCIEDADE; NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS
12º(A discutir)
7. CRISES E EMBATES IDEOLÓGICOS - DOS ANOS 20 AOS ANOS 60 DO SÉCULO XX
8. PORTUGAL E O MUNDO, DA DÉCADA DE 60 DO SÉCULO XX AOS NOSSOS DIAS – OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL
9. O MULTIFACETADO SÉCULO XX – DAS VANGUARDAS AO PÓS-MODERNISMO; CIÊNCIA E ÉTICA; A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO.

2.5. Sugestões metodológicas gerais

Os princípios enunciados na Introdução e expressos nas Finalidades e Objectivos seleccionados requerem a opção por uma linha metodológica que enfatize o desenvolvimento de aprendizagens promotoras da autonomia pessoal e conducentes à construção progressiva de um quadro de referências orientador da intervenção crítica na vida colectiva.
Um tal processo, que visa desenvolver nos alunos a apropriação consciente de formas de pensar estruturadas e de modos de agir criativos, implica a concepção:

- da aula como um espaço aberto às dinâmicas individuais e de grupo, num equilíbrio entre iniciativas individuais e cooperação;
- do professor como um orientador atento, conciliando o cumprimento da programação com respostas pedagogicamente adequadas às necessidades dos alunos, procedendo à diversificação de estratégias e à necessária individualização do ensino.

Para que os alunos atinjam os objectivos propostos e venham a evidenciar as competências consideradas desejáveis, toda uma variedade de recursos e de actividades poderá ser mobilizada pelo professor, no sentido de:

- incentivar e orientar a pesquisa individual em suportes diversos, dentro e fora da sala de aula;
- estimular a organização e a recolha de dados recorrendo, nomeadamente, às novas tecnologias;
- promover contactos, devidamente programados, com a realidade envolvente;
- programar a realização de tarefas que estimulem capacidades de intervenção crítica e de fruição estética;
- proporcionar condições para a participação dos alunos em actividades que exijam tomadas de posição de carácter ético.

Em qualquer caso, porém, as actividades de carácter mais inovador ou mais complexo não poderão fazer esquecer as bases tradicionais da construção do conhecimento histórico:

- o comentário crítico de fontes de diferentes tipologias que propiciem uma recolha de dados diversificada;
- a elaboração e a análise de rigorosos quadros cronológicos que ajudem a estruturar a informação recolhida;
- a observação e elaboração de mapas de localização dos fenómenos em estudo que conduzam à formulação de hipóteses interpretativas sobre a afirmação e difusão dos mesmos.

O trabalho de crítica das fontes, além de evidenciar a forma como se constrói um conhecimento que não se esgota na aquisição de conteúdos, terá ainda a vantagem de proporcionar a transferência de competências para outros domínios. Com efeito, numa civilização onde os media são determinantes e a apresentação de realidades virtuais é já um facto, torna-se urgente a construção de sólidos processos de desmontagem da informação – construção a que a História pode dar resposta.

Na planificação das actividades haverá o cuidado de as integrar em contextos que acentuem a vertente de construção científica do conhecimento. Assim, convirá que a abordagem dos conteúdos se inicie pelo levantamento de problemas e que sejam promovidas condições para que os alunos consciencializem os caminhos percorridos.

Quer no levantamento inicial de problemas quer na elaboração de pequenas sínteses conclusivas, será indispensável chamar-se a atenção para o estabelecimento de relações passado-presente, tornando explícitas linhas de articulação entre os conhecimentos adquiridos e as vivências dos alunos. Acresce que, no conhecimento histórico que se pretende construído, é necessário atender à vertente narrativa da disciplina, conciliando-a com abordagens de carácter mais estrutural que, inevitavelmente, terão também de ser proporcionadas. Com efeito, as dificuldades que o estudo da disciplina coloca prendem-se, sobretudo, com a compreensão pelos alunos de conceitos referentes a realidades hoje já inexistentes ou com a apreensão da dimensão temporal dos períodos estudados. O recurso a nexos de natureza causal que patenteiem relações entre os diferentes períodos, ou entre o passado e o presente, a evidência das transformações operadas contribuirão, decerto, para uma compreensão por parte dos adolescentes de questões mais complexas.

No plano curricular agora aprovado a institucionalização de aulas de 90 minutos oferece a possibilidade de desenvolvimento, na própria sala de aula, de estratégias mais exigentes em tempo, nomeadamente de pesquisa individual e de trabalho em equipa. Em todos os módulos é apresentada, com carácter de sugestão, uma vasta gama de actividades, contextualizadas em situações de aprendizagem. No entanto, os professores poderão sempre optar por outras, mais consentâneas com exigências da escola ou dos alunos. Em qualquer caso, só uma planificação cuidada das actividades pode propiciar condições para a execução de reais «trabalhos práticos» e conduzir a uma efectiva apropriação, por todos os alunos, dos conteúdos em estudo. A programação dessas actividades exigirá, naturalmente, a constituição de equipas de professores da mesma escola, que assegurem a elaboração dos materiais que suportem de forma coerente e adequada as actividades a realizar pelos alunos. É um trabalho que virá por certo facilitar a articulação entre a disciplina e a Área de Projecto No trabalho visado é também indispensável que o professor se preocupe com a forma como os alunos estudam. Importará discutir formas de utilizar o manual e formas de ampliar e diversificar a informação nele contida. Será também importante suscitar a consulta de obras historiográficas acessíveis, sendo propiciada informação sobre a elaboração de fichas bibliográficas e fichas de leitura. Por outro lado, na pesquisa e organização de informação, deve existir cuidado em sensibilizar para o distanciamento necessário relativamente à apropriação do conhecimento produzido por outros e, no limite, para a propriedade do trabalho intelectual.
Os registos escritos de tipo diversificado produzidos pelos alunos, bem como a apresentação oral de actividades realizadas, devem ser, no ensino secundário, particularmente cuidados. Caberá ao professor, na perspectiva de transversalidade da língua portuguesa, consciencializar os alunos da necessidade de aperfeiçoarem a sua produção linguística.

2.6. Recursos

O cumprimento da linha metodológica proposta exige a mobilização da Escola, no sentido de serem facultados a alunos e professores os recursos essenciais.
Ao nível das salas de aula deverão ser criadas condições que permitam a utilização do retroprojector e do projector de diapositivos; as salas deverão ainda ter expositores de parede para apresentação de projectos em curso e de trabalhos já realizados.

Será também essencial que a escola mobilize os seus recursos globais – criação ou dinamização de um centro de recursos de fácil acesso que integre:

- biblioteca apetrechada com as obras de consulta geral indicadas no programa – atlas, dicionários, enciclopédias, histórias gerais – e com publicações periódicas, no âmbito da História e das Ciências Sociais;
- mediateca com recursos em suportes variados;
- área/s equipada/s com meios que permitam a recolha de informação (gravadores áudio e vídeo, máquina fotográfica), com meios informáticos (PC ligados em rede, com acesso à Internet) e de apresentação pública da informação recolhida e produzida (datashow).
Considera-se, ainda, de interesse que a Escola dinamize a formação de um centro de documentação de história local e regional .

2.7. Avaliação

Parte integrante da linha metodológica seleccionada, a avaliação será entendida como elemento regulador da aprendizagem. Assim, a planificação das práticas de avaliação não se reveste de um carácter autónomo; ela deve fazer parte do processo de gestão das aprendizagens, contribuindo para o fornecimento de informação relevante na perspectiva do professor e na do aluno.Com efeito, convém que o professor, no estabelecimento de objectivos para cada unidade de ensino, não os encare numa perspectiva formalista que atomize os objectivos em torno de cada conteúdo e se traduza numa opção redutora que perca de vista a orientação geral da aprendizagem; mas convém, igualmente, que se não centre apenas no desenvolvimento das estratégias /actividades já que estas são apenas um meio de suscitar a interiorização do conhecimento e dos modos de fazer. A avaliação é, pois, indispensável ao professor, para a obtenção de informação sobre a adequação dos actos de ensino às aquisições desejadas.
Por outro lado, importa que os alunos possam perspectivar os seus progressos, envolvendo-se na construção progressivamente mais consciente das aprendizagens; um tal processo só será viável se tiver sido suscitada nos alunos a representação dos fins a atingir e se lhe for sendo fornecida informação que possa utilizar para se corrigir.
Assim, tornados claros para os alunos, num processo de co-responsabilização, os objectivos a atingir, as tarefas a desenvolver (no âmbito de estratégias que considerem a necessária individualização do ensino ) e os critérios de execução esperados, o professor ajudará cada aluno a encontrar os domínios em que, eventualmente, seja necessário modificar o seu desempenho. Releva-se, pois, o carácter formador da avaliação, em que o diagnóstico tem uma função instrumental. Por isso, e a fim de serem detectados, a tempo, eventuais desajustes, foi criado, como se referiu, à entrada do 10º ano, um módulo inicial com função de diagnóstico e de reorientação. A avaliação interna deve assim garantir o acompanhamento da progressão do trabalho a realizar em cada módulo, revestindo formas adequadas aos objectivos cuja consecução se pretende testar e sendo sensível aos processos e não apenas aos produtos. O que implica que, para além de testes escritos, sejam aplicadas listas de verificação, fichas de observação e outros instrumentos sensíveis à especificidade do desempenho das tarefas, tendo-se consciência de que, em alguns domínios, só no médio prazo serão evidentes os resultados.
A perspectiva formadora da avaliação a que se deu relevo não se pretende porém incompatível com um controlo de características sumativas – interno e externo: professor e alunos sabem que a escola é um colectivo e que, tendo embora cada um direito a ser avaliado na sua individualidade, de modo a poder progredir, todos necessitam de ser confrontados com as exigências sociais, necessidade de que a escola não pode alhear-se.
No curso de Ciências Sociais e Humanas o sistema prevê, no âmbito da avaliação sumativa externa, um exame final, no 12ª ano. A prossecução dos objectivos da disciplina, sistematicamente, visados ao longo dos três anos do Curso, propiciará aos alunos os instrumentos indispensáveis ao êxito nessa testagem final. De modo a auxiliar o professor a estabelecer as linhas de orientação relativamente às metas de avaliação externa, o Programa assinala os conteúdos de aprofundamento, os conceitos e as aprendizagens consideradas estruturantes.

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO

3. Desenvolvimento do programa
 3.1. Estrutura dos módulos Cada módulo abre com um conjunto de informações, designado como orientação geral, em que são clarificados:
 - o âmbito cronológico do módulo;
- as vertentes mais significativas a explorar, no tratamento dos conteúdos, e o grau de relevância atribuído aos mesmos, estabelecendo-se, por isso, aqueles que devem ser considerados de aprofundamento;
- o número de aulas aconselhado, especificando-se o número das que devem ser reservadas para os conteúdos de aprofundamento;
- as aprendizagens previstas no ensino básico, consideradas como suporte.
Da necessidade de recuperar aprendizagens do ensino básico decorre a exigência de que o professor conheça o programa da disciplina deste nível de ensino e o enunciado de competências que lhe está adstrito.
Após a indicação da orientação geral, apresentam-se, em cada módulo, quadros que estabelecem:
- a rubricação dos conteúdos, destacando os de aprofundamento;
- os conceitos/noções específicos, assinalando-se (com asterisco) aqueles que devem ser entendidos como estruturantes;
- um conjunto de sugestões metodológicas e de recursos, tendo em vista a organização das situações de aprendizagem.
Os conceitos específicos são indicados, em cada módulo, no primeiro momento em que o seu conhecimento se torna indispensável; alguns foram já objecto de abordagem no ensino básico e serão objecto de trabalho continuado, ao longo dos anos de aprendizagem que à disciplina respeitam.
Quanto aos conteúdos, são considerados de aprofundamento:
- os que se centram em aspectos definidores da temática essencial do módulo;
- os que se referem a especificidades do processo histórico português;
- os que se revestem de uma dimensão problematizadora.
Os restantes conteúdos respeitam:
- a enquadramentos gerais, destinados a identificarem os tempos e os espaços em que se processam as transformações que serão objecto de estudo;.17
- a articulações com outros momentos/fases da história europeia ou mundial;
- a áreas que foram já objecto de tratamento no ensino básico e que são convocadas neste nível como base dos aprofundamentos a efectuar.
Aos conteúdos de aprofundamento deverá corresponder um maior número de aulas e a opção por estratégias que suscitem um maior envolvimento dos alunos.
Relativamente às situações de aprendizagem, elas apontam em duas direcções:
- a indispensabilidade do recurso à análise de fontes, de quadros cronológicos, de mapas e à elaboração orientada de glossários;
- a possibilidade de organização de actividades diversificadas, nomeadamente em equipa, tendo em atenção, sobretudo, a existência de aulas de 90 m.
Em todas elas, mas sobretudo no caso destas últimas, apenas se trata de sugestões, com carácter meramente indicativo. Ou seja, nem se revestem de obrigatoriedade nem se destinam à realização exaustiva. E porque ao professor compete também um importante papel na construção do currículo, cada professor, nos contextos da escola e das turmas em que desenvolve o trabalho, decidirá quais as estratégias e os recursos mais adequados, desde que constituam conjuntos coerentes, organizados em actividades práticas.
O módulo fecha com a indicação das aprendizagens para as quais concorre o trabalho desenvolvido. Têm um carácter deliberadamente amplo, em consonância com as três vertentes dos objectivos da disciplina, as quais devem ser permanentemente mobilizadas. No conjunto das aprendizagens assinalam-se (com duplo asterisco)aquelas que, em conformidade com a orientação estabelecida devem ser entendidas como estruturantes.
Quanto aos conceitos operatórios e aos conceitos metodológicos de âmbito geral, em virtude da sua transversalidade, não foram inseridos nos módulos. Obviamente, não se destinam a ser objecto de teorização - são encarados como subjacentes ao desenvolvimento do conjunto dos conteúdos, razão pela qual se apresentam em quadro global, antecedendo a apresentação dos módulos. Na verdade, só no médio / longo prazo, no decurso do ciclo de estudos que o ensino secundário constitui, se espera que a apropriação destes conceitos se efectue. O seu enunciado é apresentado, sobretudo, no sentido de constituir um referencial permanente da acção do professor.
3.2.Conceitos operatórios e conceitos metodológicos

3. 3. Conteúdos/ Conceitos/ Aprendizagens específicas dos módulos

PROGRAMA: BIBLIOGRAFIA


BIBLIOGRAFIA

1. Ensino/Aprendizagem
1.1. Bibliografia Geral

ASSUNÇÃO, C. e REI, J. (1999). Educar Para Os Valores. Lisboa: Ministério da Educação/ Departamento do Ensino Secundário.
ESTRELA, A. e NÓVOA, A. (org.) (1993). Avaliações em Educação: Novas Perspectivas. Porto: Porto Editora.
HADJI, C. (1990). L'évaluation règles du jeu, des intentions aux outils. Paris: ESF.
Obra de reflexão sobre as funções da avaliação e o problema da construção dos seus referentes, no sentido de ser evitado o «desvio tecnicista» e o «desvio autoritário». Inclui diversos quadros, do autor e de outros, de síntese das posições apresentadas sobre a prática de uma avaliação que se pretende formadora. Termina com glossário esclarecedor.
ONTORIA, A., BALLESTEROS, A. e outros. (1994). Mapas Conceptuais, Uma técnica para aprender. Porto: ASA.
ZABALSA, M. (1990). Planificação e Desenvolvimento Curricular na Escola. Porto: ASA.
Integrando o contributo de diversos autores, apresenta os princípios básicos a que deve obedecer o desenvolvimento curricular e perspectiva as funções do professor e da escola como criadores de currículo.
Considerando currículo em sentido amplo, integra a problemática da selecção das estratégias e a da operacionalização da avaliação.

1.2. Bibliografia Específica da História

ALMEIDA, A. M. e outros. (1998). O Património Local e Regional, subsídios para um trabalho transdisciplinar. Lisboa: Ministério da Educação/ Departamento do Ensino Secundário.
BOURDÉ, G. e MARTIN, H. (1990). As Escolas Históricas. Lisboa: Europa-América.
CARRETERO, M. e VOSS, J. F. (1994). Cognitive and instructional processes in history and social sciences. Hillsdale: NJ: Lawrence Erlbaum Associates.
Conjunto de estudos sobre os processos de aprendizagem em Ciências Sociais e principalmente em História.
Apresenta reflexão sobre o problema da compreensão dos conceitos e dos textos históricos apoiada na análise de situações concretas. Cada estudo é acompanhado de bibliografia.
CITRON, S. (1990). Ensinar a História Hoje: a memória perdida e reencontrada. Lisboa: Livros Horizonte.
CONNERTON, P. (1993). Como as Sociedades Recordam. Oeiras: Celta Editora.
Chamada de atenção para a importância do estudo de cerimónias comemorativas e de rituais transmitidos através dos tempos, para o conhecimento do passado; necessidade de abordagens transdisciplinares nesse processo.
EGAN, K. (1994). O Uso da Narrativa como Técnica de Ensino. Lisboa: Dom Quixote.
FÉLIX, N. e ROLDÃO, M. C. (1997). Dimensões Formativas de Disciplinas do Ensino Básico: História. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
FERRO, M. (1996) . Les Médias et l´Histoire. Paris: CFPJ Editions.
FURET, F. (s/d). A Oficina da História. Lisboa: Gradiva.
GARCÍA BLANCO, Á. (1994). Didáctica del Museo: el descubrimento de los objectos. Madrid: Ed. de la Torre.
MANIQUE, A. e PROENÇA, M. C. (1994). Didáctica da História: Património e História Local. Lisboa: Texto Editora.
MATTOSO, J. (1988). A Escrita da História, Teoria e Métodos. Lisboa: Presença.. (1999). A Função Social da História no Mundo de Hoje. Lisboa: APH. .(2000). «A História Hoje: que História ensinar?», in Noésis, 54 (Abril/Junho). Lisboa: Ministério da Educação/Instituto de Inovação Educacional
MENDES, J. M. A. (1987). A História como Ciência. Fontes, Metodologia e Teorização. Coimbra: Coimbra Editores.
MONIOT, H. (1993). Didactique de l’Histoire. Paris: Nathan.
POMIAN, K. ( 1999). Sur l´Histoire. Paris: Folio.
ROLDÃO, M. C. (1998).Gostar de História: Um Desafio Pedagógico. (5ª ed.). Lisboa: Texto Editora.
SOUSA, A. et al. (1993). Novos Estratégias Novos Recursos no Ensino da História. Lisboa: ASA.
TORGAL, L. R. (1989). História e Ideologia. Coimbra: Minerva.
VEYNE, P. (1983). Como se escreve a História. Lisboa: Edições 70.

2. Conteúdos disciplinares

2.1. Atlas
(1992). Atlas das Descobertas - Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. Lisboa: Editorial Enciclopédia.
(1991). Atlas da História Mundial - Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira. Lisboa: Editorial Enciclopédia.
DUBY, G. (dir.) (1999). Atlas historique. Paris: Larousse.
KINDER, H. e HILGEMAN, w. (dir.). (1968). Atlas Historique. Paris: Librairie Stock.
LADURIE, E. (1981). Le grand atlas de l’histoire universelle, Paris, Armand-Colin.
MULLER, W e VOGEL, G. (1978). Atlas d´architecture mondiale des origines à Byzance. Paris: Librairie Stock..33
SERRYN, B. (1980) . Nouvel Atlas Bordas Historique et Géographique. Paris: Bordas.
VIDAL-NAQUET, P. (1992). Atlas Histórico: da Pré História aos nossos dias. Lisboa: Intercultura.

2.2. Cronologias

RODRIGUES, A. S. (coord.) (1996). História de Portugal em Datas. Coimbra: Temas e Debates. ., (coord.) (1996). História Comparada. Portugal, a Europa e o Mundo: uma visão cronológica. Lisboa:Círculo de Leitores.
Parte da cronologia da História de Portugal (da pré-história ao século XX) e estabelece relação com os movimentos europeus e universais contemplando o económico, o social, o político, o cultural, o científico e o religioso. Cada capítulo é antecedido de uma síntese interpretativa e todo texto é profusamente ilustrado.

2.3. Dicionários e Enciclopédias

AZEVEDO, C. M. (2000-2001). Dicionário de História Religiosa de Portugal. Lisboa: Círculo de Leitores.
COELHO, J.P. (1984). Dicionário de Literatura Portuguesa. Porto: Figueirinhas.
LUCIE-SMITH, E. (1990). Dicionário de Termos de Arte. Lisboa: Círculo de Leitores.
(1995).Encyclopédie de l’art. Milão: Garzanti.
Dicionário de pequeno formato, com milhares de artigos e de reproduções de obras de arte , da Pré-história aos nossos dias. Integra artigos de síntese sobre movimentos artísticos e suas relações com períodos e instituições históricos, notas biográficas e críticas sobre artistas e, no final, cronologia geral e léxico de termos técnicos.
MOURRE, M. (1998). Dicionário de História Universal. Porto: ASA.
SERRÃO J. (dir.) (1963-1971). Dicionário da História de Portugal. Lisboa: Iniciativas Editoriais. e continuação
BARRETO, A. e MÓNICA, M. F, (dir.) (1999-2000). Suplemento. Porto: Figueirinhas.
Obra de referência da historiografia portuguesa, recentemente completada com uma actualização sob o ponto de vista cronológico, abarcando o período de 1926 a 1974.

2.4. – Obras de Carácter Geral

ARIÈS, P. e DUBY, G. (dir). (1989-91). História da Vida Privada. 5 vols. Lisboa: Círculo de Leitores.
AZEVEDO, C. M. (2000-2001). História Religiosa de Portugal. Lisboa: Círculo de Leitores.
BETHENCOURT, F. e CHAUDHURI, K. (dir.) (1998). História da Expansão Portuguesa. 5 vols. Lisboa: Círculo de Leitores.
Visão dinâmica, no tempo e no espaço, da expansão portuguesa, desde os seus antecedentes medievais até ao termo do processo quase 600 anos depois. Procura compreender os "diferentes processos de expansão no tempo longo, de maneira a se destacarem motivações, estratégias de implantação, modelos de conquista, jogos de interesses, conflitos com outros poderes e formas de interacção com outros povos".
. (1994) .História das Inquisições – Portugal, Espanha e Itália. Lisboa: Círculo de Leitores.
Estudo comparado das Inquisições portuguesa, espanhola e italiana, desde a fundação da Inquisição espanhola em 1478, até à sua abolição. O espaço abrangido compreende as Penínsulas Itálica e Ibérica e os territórios ultramarinos dos impérios hispânicos sob a jurisdição do tribunal inquisitorial. Procura-se traçar o processo global de estabelecimento, desenvolvimento, dominação, declínio e abolição dos tribunais, salientando os traços comuns e os divergentes.
CHÂTELET, F. (dir.) (1983). História das Ideias Políticas. Rio de Janeiro: Zahar Editora.
CIPOLLA, C. (dir.) (1972).The Fontana Economic History of Europe. London: Collins-Fontana.
DANGEN, P. et H., F. (dir.) (1995 -1998). Histoire de l’art, 5 vols. Paris: Flammarion.
DELUMEAU, J. (dir.) (1999). As Grandes Religiões do Mundo. Lisboa: Presença.
DUBY, G. e PERROT, M. (dir.) (1993/1994). História das Mulheres no Ocidente. 5 vols. Porto: Edições Afrontamento.
GROUT, D. e PALISCA, C. (1997). História da Música Ocidental. Lisboa: Gradiva.
JANSON, H. W.(1989). Historia da Arte. Lisboa: Fundação C. Gulbenkian.
Obra de síntese, da Pré-História aos nossos dias. Análises estéticas das obras mais representativas da arte ocidental.
LÉON, P. (dir.). (1981-1984). História Económica e Social do Mundo. 6 vols, 12 tomos. Lisboa: João Sá da Costa.
MACEDO, J. (1977). História Diplomática Portuguesa, Constantes e Linhas de Força. Estudos de Geopolítica. Lisboa:Instituto de Defesa Nacional.
História interpretativa das relações internacionais de Portugal encaradas numa perspectiva geopolítica.
Identificação das constantes e linhas de força da diplomacia nacional a partir do estudo das conjunturas políticas decisivas para o país, entre o século XII e o Congresso de Viena.
MATA, E. e VALÉRIO, N. (1994). História Económica de Portugal, uma perspectiva global. Lisboa: Presença.
Breve história de Portugal com incidência particular em aspectos da área económica e da época contemporânea. Recua à pré-história para um breve sumário da evolução económica do futuro território continental português e avança até ao último decénio do século XX. Apresenta um apêndice estatístico com dados demográficos e económicos.
MATTOSO, J. (dir.) (1992/1994). História de Portugal. 9 vols. Lisboa: Círculo de Leitores.
MEDINA, J. (dir.) (1996). História de Portugal. Amadora: Clube Internacional do Livro.
NÉRY, R. V. e CASTRO, P. F. (1991). História da Música. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda.
Volume da Colecção Sínteses da Cultura Portuguesa publicado por ocasião da Exposição da Europália.
NUNES, A. B. e VALÉRIO, N. (1997). História Económica Mundial Contemporânea. Lisboa: Editorial Presença..34
Manual universitário que, entre outras finalidades, pretende constituir-se como base de estudo para quem tem formação noutras áreas científicas e necessita tomar contacto com a economia mundial contemporânea.
Organiza-se num quadro geográfico de âmbito universal caracterizando as diversas sociedades contemporâneas nos seus diferentes níveis de desenvolvimento. O período cronológico que abarca estende-se de meados do século XVIII a finais do século XX.
OLIVEIRA, C. (dir) (1996). História dos Municípios e do Poder Local (dos princípios da Idade Média à União Europeia). 2 vols. Lisboa: Temas e Debates.
PEREIRA, P. (1995) (dir). História da Arte Portuguesa. 3 vols. Lisboa: Círculo de Leitores.
Efectua uma síntese dos mais recentes estudos e inclui linhas de problematização relativamente às «condicionantes» e aos «impulsos» que «se foram gerando na construção dos diversos movimento de produção e criação artística» em Portugal. O âmbito cronológico estende-se desde a pré-história até ao fim do século XX.
REIS, A. (dir) (1990). Portugal Contemporâneo. 6 vols. Lisboa: Ed. Alfa.
-- (dir. ed. port. ) (1995). História do Século XX. 7 vols. Lisboa: Alfa.
Obra de divulgação cobrindo todo o século XX. Cada volume, profusamente ilustrado, inclui secções autónomas com dados de arquivo e pequenos dossiers sobre temas específicos, relevantes nos diversos sub-períodos. Todos os volumes finalizam com um dicionário biográfico e, na versão portuguesa, com um capítulo sobre a história de Portugal, referentes aos anos em estudo.
RODRIGUES, M. F. e MENDES, J.M. ª (1999). História da Indústria Portuguesa - Da Idade Média aos Nossos Dias.Mem Martins: Publicações Europa-América.
Estudo destinado a um público diversificado e produto da colaboração entre a academia e o mundo empresarial. Fixa e caracteriza com clareza as fases do processo de desenvolvimento das actividades artesanais e industriais em Portugal, desde o período medieval até final do século XX. Inclui bibliografia extensa e seleccionada.
SARAIVA, J.H. (dir.) (1983). História de Portugal. 6 vols. Lisboa: Publicações Alfa.
SCHULZE, H. (1999). Estado e Nação na História da Europa. Lisboa: Ed. Presença.
SERRÃO, J. e MARQUES, A. H. O. (dir.). Nova História de Portugal. Lisboa: Presença (em publicação).
., Nova História da Expansão Portuguesa, Lisboa: Presença, (em publicação).
SERRÃO, J. V. (1980). História de Portugal. Lisboa: Editorial Verbo.
SPROCCATI, S. (dir.) (1999). Guia de História da Arte. Lisboa: Presença.
Pequeno volume abrangendo os principais movimentos artísticos da Europa ocidental e os seus «protagonistas», do século XIV aos nossos dias; inclui reproduções de obras significativas, com notas de análise. Cada capítulo termina com tabela cronológica que contextualiza os movimentos e as obras. No final inclui referências aos principais museus.
VILLAR, P. (1980). Ouro e Moeda na História. Lisboa: Europa/América.

2.5. Obras Específicas dos módulos


11º ANO
Módulo 4
Álvarez, F. B. (2000). Portugal no Tempo dos Filipes, Política, Cultura, Representações (1580-1668). Lisboa: Edições
Cosmos.
Obra de história política, reconstitui grupos e facções de corte, bem como "modelos e horizontes mentais,
evidenciando as categorias profundas que explicam decisões e comportamentos”.
Bebiano, R. (1987). D. João V, Poder e Espectáculo. Aveiro: Estante.
Uma abordagem diferente da história política. As práticas da ostentação do poder e as suas encenações.
Bérenger, J. et al. (1996). História Geral da Europa. Do Começo do Século XIV ao Fim do Século XVIII. (vol. 2). Mem
Martins: Publicações Europa-América.
Braudel, F. A. (1985). Dinâmica do Capitalismo. Lisboa: Teorema
Braudel, F. A. (1993). O Tempo do Mundo. Lisboa: Teorema.
Cipolla, C. (1984). História Económica da Europa Pré-Industrial. Lisboa: Edições 70.
Chaunu, P. (1985). A Civilização da Europa Clássica. (2 vols.). Lisboa: Editorial Estampa.
Chaunu, P. (1995). A Civilização da Europa das Luzes. (2 vols.). Lisboa: Editorial Estampa.
Deyon, P. (1983). O Mercantilismo. Lisboa: Gradiva.
Elias, N. A. (1986). A Sociedade de Corte. Lisboa: Editorial Estampa.
França, J. A. (1977). Lisboa Pombalina e o Iluminismo. Lisboa: Livraria Bertrand.
Godinho, V. M. (1968). Ensaios II. Sobre História de Portugal. Lisboa: Livraria Sá da Costa.
Godinho, V. M. (1971). A Estrutura da Antiga Sociedade Portuguesa. Lisboa: Arcádia.
Godinho, V. M. (1990). Mito e Mercadoria. Utopia e Práticas de Navegar: séculos XIII-XVIII. Lisboa: Difel.
Hanson, C. (1986). Economia e sociedade no Portugal Barroco. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
Hazard, P. (1989). O pensamento Europeu no século XVIII (de Montesquieu a Lessing). Lisboa: Editorial Presença.
Síntese da construção do pensamento europeu, do "processo do cristianismo" à "cidade dos homens".
Hespanha, A. M. (1982). História das Instituições. Épocas medieval e moderna. Coimbra: Livraria Almedina.
Macedo, J. B. (1982). Problemas de História da Indústria Portuguesa no Século XVIII. Lisboa: Gradiva.
Macedo, J. B. (1982). A Situação Económica no Tempo de Pombal. Lisboa: Gradiva.
Mauro, F. (1995). A Expansão Europeia. Lisboa: Editorial Estampa.
Meneses, A. F. (coord.) (2001). Portugal da Paz da Restauração ao Ouro do Brasil. In Marques, A. H. O. & Serrão, J.
(dir.). Nova História de Portugal. (vol.V). Lisboa: Editorial Presença.
Abrange o período que decorre de cerca de 1670/80 a 1750 e analisa as estruturas de afirmação do poder
absoluto, a importância do império colonial e o seu peso nas relações internacionais, a cultura e o quotidiano.
Pereira, J. F. (1994). A Arquitectura e Escultura de Mafra. Retórica da Perfeição. Lisboa: Presença.
Pimentel, A. F. (1992). Arquitectura e poder. O real edifício de Mafra. Coimbra: Instituto de História de Arte/FLUC.
Estudo do Palácio-convento de Mafra e do seu significado no contexto do Estado joanino. Apêndice com
documentação relevante.
Rudé, G. (1988). A Europa no século XVIII, a aristocracia e o desafio burguês. Lisboa: Gradiva.
O autor analisa o confronto burguesia/aristocracia na Europa do século XVIII e tenta responder à questão
"porque houve uma revolução em França?". Integra as guerras entre Estados na expansão Europeia.
Santos, M. H. C. (coord.) (1984). Pombal Revisitado. (vol. I e II). Lisboa: Editorial Estampa.
Wallerstein, I. (1990). O Sistema Mundial Moderno. (2 vols.). Porto: Afrontamento.
O autor identifica os grandes marcos divisórios da história do mundo moderno e os motores deste processo
de mudança estrutural. Defende que o sistema mundial moderno tomou a forma de uma economia-mundo
capitalista sensivelmente entre 1450-1640 apenas limitada à Europa, lança as condições iniciais do sistema
e, entre 1640-1815, estende-se a todo o mundo, enquanto progressivamente se consolida.
Villari, R. (1995). O Homem Barroco. Lisboa: Editorial Presença.
Conjunto de ensaios que procuram retratar o período seiscentista através do esboço de uma série de tipos
humanos que, nas suas actividades e vivências, reflectem a sociedade e contribuem para a sua
transformação: o estadista, o soldado, o pregador, o missionário, a religiosa, a bruxa, o cientista, o artista e o
burguês.
Vovelle, M. (dir.) (1997). O Homem do Iluminismo. Lisboa: Editorial Presença.
Conjunto de ensaios que procuram retratar a época através de tipos humanos: o nobre, o soldado, o homem
de negócios, o homem de letras, o homem de ciência, o artista, o explorador, o funcionário, o sacerdote e a
mulher.
Módulo 5
Almeida, P. T. (1991). Eleições e Caciquismo. No Portugal Oitocentista (1868-1890). Lisboa: Difel.
Estudo dos mecanismos e processos eleitorais do constitucionalismo monárquico português orientado numa
perspectiva comparativa com outros sistemas políticos europeus oitocentistas.
Bonifácio, M. F. (1999). Apologia da História Política, Estudos sobre o século XIX Português. Lisboa: Quetzal.
Canaveira, M. F. C. (1988). Liberais Moderados e Constitucionalismo Moderado (1814-1852). Lisboa: INIC.
Costa, F. M. et al. (org.) (1989). Do Antigo Regime ao Liberalismo, 1750/1850. (Actas de Colóquio). Lisboa: Vega.
França, J. A. (1974). O Romantismo em Portugal. (6 vols.). Lisboa: Livros Horizonte.
Hobsbawm, E. J. (1982). A Era das Revoluções. Lisboa. Editorial Presença.
Manique, A. P. (1988). Portugal e as Potências Europeias (1807 1847). Lisboa: Livros Horizonte.
Marques, V. S. (1991). Direitos do Homem e Revolução. Lisboa: Edições Colibri.
Pequenos textos pondo em destaque a ideia da “íntima aliança entre a exigência de liberdade, presente na
formulação dos direitos do homem, e a reivindicação de justiça, contida nos movimentos revolucionários que
69
deram à luz o contorno político do mundo contemporâneo”. Anexa um glossário da revolução francesa e os
principais documentos sobre direitos humanos produzidos nos séculos XVII e XVIII.
Pereira, M. H. et al. (coord.) (1982). O Liberalismo na Península Ibérica na Primeira Metade do Século XIX. (Actas de
Colóquio).Lisboa: Livraria Sá da Costa.
Rudé, G. (1988). A Europa Revolucionária. Lisboa: Editorial Presença.
Vovelle, M. (1987). A Mentalidade Revolucionária. Sociedade e Mentalidades na Revolução Francesa. Lisboa:
Salamanca.
Módulo 6
Heffer, J. & Serman, W. (1998). O Século XIX, 1815-1914. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
Obra didáctica de nível universitário organizada de forma a cobrir todos os domínios da história: população,
vida económica, cultural, social e política e as relações internacionais.
Hobsbawm, E. J. (1988). A Era do Capital. Lisboa: Editorial Presença.
Hobsbawm, E. J. (1988). A Era do Império. Lisboa: Editorial Presença.
Kemp, T. (1987). A Revolução Industrial na Europa do Século XIX. Lisboa: Edições 70.
Marques, A. H. O. (coord.) (1991). Da Monarquia para a República. In Marques, A. H. O. & Serrão, J. (dir.). Nova
História de Portugal. Lisboa: Editorial Presença.
Obra centrada nas três primeiras décadas do século XX, com os necessários recuos de enquadramento aos
últimos anos do século anterior. Privilegia o estudo das estruturas de tipo económico, social, cultural e
político e valoriza os aspectos descritivos e informativos sem descurar, contudo, a sucessão dos
acontecimentos e a perspectiva interpretativa da História.
Mayer, A. J. (1990). A Força da Tradição. A Persistência do Antigo Regime (1848-1914). S. Paulo: Ed. Schwarcz.
Revisão polémica da historiografia sobre a sociedade europeia pós-revolução industrial e pós-revoluções
liberais.
Pedreira, J. et al. (coord.) (1992). História Social das Elites, in Análise Social, nº 112/113. Lisboa: ICS.
Pereira, M. H. (1994). Das Revoluções Liberais ao Estado Novo. Lisboa: Editorial Presença.
Conjunto de estudos, genericamente centrados no século XIX português, abrangendo aspectos muito
diversificados, que vão da história económica e financeira à história política e social, à problemática
historiográfica ou à articulação entre política arquivística e pesquisa histórica.
Reis, J. (1980). O século XIX em Portugal. Lisboa: Editorial Presença.
Reis, J. & Lains, P. (coord.) (1991). Portugal Económico do Vintismo ao Século XX, in Análise Social, nº 112/113.
Lisboa: ICS.
Vargues, I. N. (1997). A aprendizagem da cidadania em Portugal (1820-23). Coimbra: Minerva.
A cultura política vintista entendida como uma aprendizagem e como uma lição da consciência da cidadania,
do exercício dos direitos cívicos e políticos, das novas práticas constitucionais e parlamentares.

OUTROS RECURSOS

1. Endereços da Internet de carácter geral

1.1. Enciclopédias

Artyclopedia – Enciclopédia virtual da arte, consulta pelo nome dos artistas, nacionalidade ou movimento artístico – http://www.artyclopedia.com
Enciclopédia Encarta: http://www.encarta.msn.com.
Infoplease – 57 mil artigos da última edição da Columbia Encyclopedia e dicionário com 125 mil entradas: http://www.infoplease.com
Gallica 2000 - (Biblioteca Nacional Francesa): http://gallica.bnf.fr
The Spartacus Internet Encyclopedia –Organizada pelos seguintes temas: Os EUA 1840-1960, Mundo Medieval, História Britânica 1700-1900, I Guerra Mundial, Guerra Civil Americana, Escravatura 1750-1870, Comboios 1780-1900, Indústria Têxtil, Trabalho Infantil 1750-1900, Movimentos de Trabalhadores, Religião e Sociedade; fornece biografias, cronologias, imagens da época e uma lista de sites sobre História e Educação – www.spartacus.schoolnet.co.uk/USAimmigration.htm

1.2. Museus e Instituições Culturais

Art History – Site dedicado à Arte, não só europeia como dos outros continentes, desde a Pré-história até à actualidade, apresenta temas e autores inseridos nas correntes artísticas e formas de expressão, cronologia, biografias e endereços de museus e galerias organizados por países – http://witcombe.sbc.edu/ARTHLinks.html
British Museum, Londres: http://www.thebritish-museum.ac.uk/
European Schoolnet - Projecto financiado pela Comissão Europeia, organizado em vários departamentos (Arte, Cultura, História…) que sugerem actividades sobre temas relevantes da História Europeia e fornecem materiais específicos para auxiliar a pesquisa dos alunos e a preparação das aulas dos professores: www.en.eun.org/menu/vs/vs-set.html
Internet Modern History Sourcebook – Projecto do Departamento de História da Fordham University de Nova York que visa permitir fácil acesso a fontes primárias e outros materiais pedagógicos sobre a História das Europa e do Mundo, organizando-os em três grandes áreas: Antiguidade, Idade Média, Mundo Contemporâneo: www.fordham.edu/halall/m,od/modsbook.html
Metropolitan Museum of Art, Nova York: http://www.metmuseum.org
Musée de l’Homme, Paris: http://www.mnhn.fr/mnhn/mdn/
Museé d’Orsay, Paris: http://museeorsay.fr
Musée du Louvre, Paris: http://www.culture.fr/louvre
Musei Vaticani, Roma: Galerias e Capela Sistina: http://www.christusrex.org/www1/vaticano/0-Musei.htm1
Museo del Prado, Madrid: http://museoprado.mcu.es
Museu da Cidade, Lisboa: http://portugal.hpv.pt/lisboa/mcd
Museu da Marinha, Lisboa: http://www.museumarinha.pt
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa: http://www.eunet.pt/IPM/AANTIGA/aantiga.htm
Museu Nacional Machado de Castro: http://www.uc.pt/MachCastro/top.htm
Museu Nacional do Azulejo: http://www.eunet.pt/IPM/AZULEJO/azulejo.htm
Museu Nacional dos Coches: http://www.eunet.pt/IPM/COCHES/coches.htm
Museu Virtual da Imprensa - da responsabilidade do Museu Nacional da Imprensa/Jornais e Artes Gráficas, mostra alguns exemplares do património recolhido, sugere itinerários de visitas e divulga a história do sector :http://www.imultimedia.pt/museuvirtpress
Museum of Modern Art, Nova York: http://www.moma.org
National Gallery, Londres: http://www.nationalgallery.org.uk
4000 years of women in science – Informação sobre o contributo das mulheres para o avanço da ciência desde a antiguidade até ao século XX: http://www.astr.ua.edu/4000ws/4000ws.htm
Rijksmuseum, Amesterdão – A arte dos Países-Baixos de 1260 a 1900: www.rijksmuseum.nl
RIMUS – Rede Interactiva de Museus (Museu Nacional da Imprensa, Porto): www.imultimédia.pt
Science Museum, London: http://www.sciencemuseum.org.UK
Seis Séculos de Pintura Portuguesa: http://www.uc.pt/6spp
Tate Modern Gallery, Londres – Obras de arte do século XX organizadas por temas:http://www.tate.org.uk/modern/default.htm
Victorian Web (The) – Divulga materiais pedagógicos preparados na Brown University referentes a todo o século XIX
e organizados em grandes temas: História política, História social, Filosofia, Religião, Ciência, Tecnologia e Artes Visuais: http://landow.stg.brown.edu/victorian/victorian/victor.html
Uffizzi, Florença – A partir do índice, organizado por salas e por autores, é possível visualizar as obras dos principais pintores do Renascimento: http://www.arca.net/uffizzi/index1.htm

2. CD-ROM de carácter geral

All About Science, Queue Inc., 1991. CD-ROM. PC/MAC.
Art Gallery - The Collection of the Nacional Gallery, London, Microsoft, 1993. CD-ROM. PC.
Art History Ilustrated, Queu Inc., 1995. CD-ROM. PC/MAC.
A passion for art/Une passion pour l'art, Corbis, 1996. CD-ROM. PC.
De Bocage a Antero, Percursos do Romantismo Português, Porto Editora
Dicionário de Arte Universal Moderna e Contemporânea, Texto Editora,1998.CD-ROM.PC:
Enciclopédia Encarta 98, Microsoft, 1998,CD-ROM. PC
Enciclopédia Universal, Texto Editora, CD-ROM. PC.Enciclopédia Universal Multimédia, Texto Editora, 1997. CD-ROM.PC
Exploration and Colonization, Queue Inc, 1993. CD-ROM. PC/MAC.
História do Mundo, Kindersley/Globo,1997.CD-ROM.PC.
The Story of Civilization, World Library, Inc, 1996. CD-ROM. PC.
Larousse Multimédia Encyclopédique, Larousse,1998, CD-ROM. PC/MAC.
Le Grand Louvre, EMME Interactive, 1996. 2 CD-ROM. PC/MAC.
Le Louvre - Le palais et ses peintures, Montparnasse Multimedia/Réunion des Musées Nationaux, 1994. CD-ROM.

PC/MAC.

Lisboa, Philips Interactive Media, 1993. CD-I
Masterpieces of Painting, EMME, 1996. 2 CD-ROM. PC.
Musée d’Orsay, 1848-1914: promenade interative au coeur de L’art du XIXE siècle, Paris, Réunion des Musées Nationaux/Montparnasse Multimedia, 1997.
The Vatican: The Painting Gallery, EMME Interactive/Musei Vaticani, 1996. CD-ROM. PC/MA.38

3. Endereços da Internet, CD-ROM e Videocassetes específicos dos módulos


11º ANO
Módulo 4
Absolutismo – em Inglaterra, Espanha e França, fontes primárias e imagens:
http://www.fordhan.edu/halsall/mod/modsbook05.htm/#Absolutism
Amesterdão no século XVII:
http://www.bmz.amsterdam.nl/adam/uk/intro/intro.html
Chateau de Versailles – fundamental para o conhecimento da corte régia e da imagem do poder absoluto:
http://www.chateauversailles.fr/
DGEMN – estudo dos projectos arquitectónicos do tempo de Marquês de Pombal - Lisboa, Vila Real de Sto António,
Universidade de Coimbra:
http://www.monumentos.pt/ajuda.html
European Enlightenment (The) – a arte, a literatura e os filósofos iluministas do século XVIII europeu:
http://www.wsu.edu/%7Edee/ENLIGHT/ENLIGHT.HTM
76
Fundação Voltaire:
http://www.france.diplomatie.fr/
História da Cidade de Lisboa:
http://cncdp.pt/bicos/index.html
História da Companhia das Índias Orientais Holandesa:
http://www.vct.ac.az/depts/age/resunact/voc.htm
História da Companhia das Índias Orientais Inglesa:
http://www.theeastindiacompany.com/history2.html
Musique classique et ses compositeurs, de l’ époque baroque au début du 20e (La) – biografias de compositores,
ilustrações, cronologia, excertos musicais e análise de obras dos períodos barroco e clássico:
http://richynet.multimania.com/
CD-ROM
Peintres Flamands et Holandais, ODA Éditions, France. CD-Rom.
Triunfo do Barroco (O), Philips Interactive Media/lnstituto Português de Museus, 1995. CD-I.
Versailles 1685 (Jogo educativo), Cryo, 1997. CD-Rom. PC/MAC.
Vídeos
Arquitectura e Urbanismo, ITE - Universidade Aberta,1987.
Arte no Período Joanino (A) – Arquitectura, Pintura e Escultura em Portugal de 1706 a 1750, IPPAR/SEC,1994.
Barroco (O), Universidade Aberta.
Do Pombalino ao Clássico, Universidade Aberta.
Portugal Setecentista - Homens, Obras, Mentalidades, ITE - Universidade Aberta,1987.
Vida Quotidiana no Século XVIII (A), ITE - Universidade Aberta,1987.
Módulo 5
African-American Mosaic (The) – exposição sobre a história e a cultura africanas na América. Abrange áreas de
colonização, abolição da escravatura, migrações, entrevistas a ex-escravos, ilustra o guia das publicações e
colecções da Biblioteca do Congresso dos EUA:
http://lcweb.loc.gov/exhibits/african/
American Independence:
http://www.fordhan.edu/halsall/mod/modsbook12.html
D. João VI e o seu tempo:
http://www.cncdp.pt/djoaovi/
French Revolution:
http://www.fordhan.edu/halsall/mod/modsbook13.html
Industrial Revolution:
http://www.fordhan.edu/halsall/mod/modsbook14.html#the%20Industrial%20Revolution
Musique classique et ses compositeurs, de l’ époque baroque au début du 20e (La):
http://richynet.multimania.com/
Notes et Archives 1789-1794 – La révolution française – recursos sobre a revolução francesa, colecção de
discursos, imagens, biografias, artigos de jornais da época, debates revolucionários, cronologias:
http://royet.org/nea1789-1794/hml/home/opening.htm
Slavery – recursos variados sobre a escravatura e a sua abolição: fontes primárias (documentos escritos e imagens),
artigos de imprensa especializada, livros; remete para relatos de memórias e histórias de vida de escravos:
http://www.geocities.com/Athens/Forum/9061/afro/slave.html
CD-ROM
De Bocage a Antero. Percursos do Romantismo Português, Porto Editora.
77
Módulo 6
Art to the people – pintura, cartazes e caricaturas:
http://www.iisg.nl/exhibitions/art/index.html
Centro de Estudos do Pensamento Político Português – biografia e bibliografia das principais personalidades
políticas portuguesas, de 1820 até à actualidade, e de pensadores políticos portugueses e estrangeiros;
cronologias e quadros sobre regimes políticos portugueses desde 1820, partidos e movimentos, revoltas,
eleições, governos:
http://www.iscsp.utl.pt/cepp/
Centro de Investigação da Política e da História Contemporânea Portuguesa – dedica-se à divulgação da História
Contemporânea portuguesa desde 1910 aos nossos dias e apresenta cronologias, biografias, documentos,
música da época, cartazes e fotografias. Interessa particularmente a secção referente à 1ª República (1910-
1926):
http://dundee.ac.uk/politics/cphrc/
História da Ciência – biografias de cientistas - Darwin, Pasteur, Mendel:
http://www.infoscience.fr/index.php3
História do Movimento Operário Francês de 1789 a 1939:
http://www.maitrou.org/initiat/Expo/
Karl Marx and Frederik Engels Internet Archive – textos de Marx, Engels e socialistas sobre a teoria marxista;
colecção de fotografias:
http://www.marxists.org/archive/marx/
Victorian Web (The):
http://65.107.211.206/victorian/victov.html
CD-ROM
Musée d’Orsay, 1848-1914: promenade interactive au coeur de l’art du XXe siècle, Paris Réunion des Musées
Nationaux/Montparnasse Multimédia, 1997.


4. Organismos Internacionais

UNESCO Portugal: www.cidadevirtual.pt/unesco.portugal

5. Organismos nacionais

CNCDP- Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. http://www.cncdp.pt/
DGEMN – Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais: www.monumentos.pt
IPM – Instituto Português de Museus: www.ipmuseus.pt
IPPAR – Instituto Português do Património Arquitectónico: www.ippar.pt
IPA – Instituto Português de Arqueologia: www.ipa.min-cultura.pt
IPCC - Instituto Português de Cartografia e Cadastro: www.ipcc.pt