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segunda-feira, 17 de junho de 2013

TRABALHO ESCRITO: MÓDULO 6 – A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL – ECONOMIA E SOCIEDADE- NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS, UNIDADE 3: EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA-NACIONALISMO E IMPERIALISMO,


Capa
Na capa deve constar:
- o nome da escola- Escola Básica e Secundária de Alfândega da Fé
- o título do trabalho,;      " MÓDULO 6- UNIDADE 3-EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA, NACIONALISMO e IMPERIALISMO "  -    "I GUERRA MUNDIAL"
- o nome do autor ou autores-..............
- local e data- Alfândega da Fé- 31 de Maio
Página de Rosto
Nesta página deve indicar-se:
- o nome da escola;Escola Básica e Secundária de Alfândega da Fé
- a disciplina a que se destina o trabalho e o nome do professor; HISTÓRIA- Professor João Nunes
- o título do trabalho-"MÓDULO 6- UNIDADE 3- Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo" -  " I GUERRA MUNDIAL"
- o nome do(s) autor(es) e os respectivos números e turma;............
- local e ano lectivo.Alfândega da Fé- 2012-2013
- Corresponde-lhe a página n.º 1.
Índice
Este refere as partes que formam o trabalho, as quais devem estar numeradas.
Deve indicar-se a página correspondente a cada uma de acordo com a paginação geral do trabalho, que é iniciada na página de rosto e que corresponde à página 1.

No índice deve ser apresentado o nome dos diferentes capítulos que constituem o trabalho. A cada um deles corresponderá uma numeração.
A numeração será romana (I, II, III, …) para designar um capítulo. O título do capítulo deve apresentar-se totalmente em maiúsculas.
A numeração será árabe (1, 2, 3, …) para designar os subcapítulos. O título do subcapítulo deve apresentar-se em minúsculas.
Cada um dos capítulos e dos subcapítulos deve conter, à frente, as páginas do trabalho onde os podemos encontrar.
Os títulos devem aparecer, ao longo do trabalho, com a mesma numeração e o mesmo tipo de letra com que foram apresentados no índice.

Introdução
Explica-se, em traços gerais, qual o objectivo fundamental do trabalho.
Apresenta os objectivos do trabalho.
Desenvolvimento
 " MÓDULO 6 -UNIDADE 3- Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo" - "I GUERRA MUNDIAL"
Constitui a parte central do trabalho;
convém ser redigido e ilustrado com cuidado, tendo como base os conhecimentos e as informações recolhidas durante a pesquisa que se elaborou;
poder-se-á recorrer a citações, ou seja, transcrever frases de autores. Estas devem estar destacadas entre aspas e identificadas com o respectivo autor e obra da qual foi retirada;
o tema deverá ser abordado de forma ordenada, em pequenos capítulos e apresentados separadamente.
I- INTRODUÇÃO
II-CRONOLOGIA
III-ESPAÇO (MAPA HISTÓRICO)
IV- CONTRASTES POLÍTICOS -REGIMES AUTORITÁRIOS x DEMOCRACIA
V- RIVALIDADES ECONÓMICAS -IMPERIALISMO-COLONIALISMO
VI- NACIONALISMOS
VII- ALIANÇAS MILITARES
VIII-PAZ ARMADA
IX- ATENTADO DE SARAJEVO-I GUERRA MUNDIAL
X- FRENTES DA GUERRA (3) 
XI-BATALHAS DA I GUERRA MUNDIAL
XII- FASES DA GUERRA (3)
XIII-TRINCHEIRAS
XIV-PORTUGAL NA GRANDE GUERRA
XV- ENTRADA DOS EUA 
XVI- SAÍDA DA RÚSSIA
XVII- AS NOVAS ARMAS
XVIII- ARMISTÍCIO
XIX- TRATADO DE VERSALHES
XX-SDN-Sociedade das Nações
XXI- NOVO MAPA POLÍTICO

(1 página para o título +1 página para texto informativo + 1página para documentos de vária índole)
Conclusão
Esta serve para fazer um resumo breve do assunto desenvolvido, na qual deve constar a opinião do autor.



Bibliografia
No final do trabalho tens de apresentar todas as fontes que consultaste.

A bibliografia deve apresentar todos os documentos consultados para a realização do trabalho.
A referência bibliográfica de livros deve obedecer às seguintes normas:
1. Nome do autor (apelido em maiúsculas, vírgula, o nome próprio, vírgula);
1.1. Quando o livro tiver mais do que um autor, os seguintes devem ser referidos com o nome próprio, seguido de vírgula, e o apelido em maiúsculas.
Exemplo:
MAGALHÃES, Ana Maria e Isabel ALÇADA, Uma Aventura Musical, Lisboa,
Caminho, 1995, 2ª ed.
1.2. No caso de ser uma publicação sem autor definido, o título surgirá no início em maiúsculas.
Exemplo:
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, Lisboa, INCM, 1983, 1ª ed.
1.3. No caso de surgir uma colectânea com mais de cinco autores, utiliza-se a sigla AAVV, que significa Autores Vários, para substituir o nome dos autores.
2. Título e subtítulo do livro (sublinhado ou em itálico, seguido de vírgula);
3. Local de publicação (se o livro não tiver esta referência, deve escrever-se s. l. -sem local-, seguido de vírgula;
4. Editora (seguido de vírgula);
5. Data da edição (se o livro não tiver esta referência, deve escrever-se s. d. -sem data-, seguido de vírgula);
6. Número da edição.
A referência bibliográfica de jornais ou revistas deve obedecer às seguintes normas:
1. Nome do autor (apelido em maiúsculas, vírgula, o nome próprio, vírgula). Quando o artigo do jornal ou da revista tiver mais do que um autor, os seguintes devem ser referidos com o nome próprio, seguido de vírgula, e o apelido em maiúsculas.
2. Título do artigo do jornal ou da revista (entre aspas, seguido de vírgula);
3. Título do jornal ou da revista (sublinhado ou em itálico, seguido de vírgula);
4. Número da edição (seguido de vírgula);
5. Data da publicação (seguido de vírgula);
6. Local da publicação (seguido de vírgula);
7. Página(s).
Exemplo:
CARVALHO, João Vaz de, «Valetes e Damas jogam pelo seguro», Os TOP+ da
Saúde, nº 1280, Novembro de 1995, Lisboa, p. 5
A referência dos sítios eletrónicos deve conter sempre a data em que a pesquisa foi efetuada.
Exemplo:
http://www.centenariorepublica.pt (06.10.2009)
LIVROS: Autor, por apelido. Data. Título. Lugar de Edição: Editora. 
SITES: Listagem de sites, data da consulta, entre ( ).
GUIÃO
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO MANDAR POR MAIL (professorjoaonunes@gmail.com).ou Moodle da Escola
Consultar o blogue do professor: http://historia11alfandega.blogspot.com/ e do 9º ano
Manual do aluno
Data de Entrega do Trabalho Escrito:08 dias antes do encerramento do ano (31 de Maio).
Atenção à correção linguística.
Modo de apresentação de trabalho em folhas A4
Tipo de Letra: Arial 12, NORMAL.
Podem colocar-se negritos quando se pretender destacar algum assunto.
Espaçamento entre linhas: 1,5.
Texto Justificado
SITE: TRABALHO ESCRITO

sábado, 8 de junho de 2013

TESTEMUNHOS DAS TRINCHEIRAS

Capitão Edwin Gerard Venning, França
 “Ainda estou atolado nesta trincheira. Não me lavei, nem mesmo cheguei a tirar a roupa, e a média de sono, a cada 24 horas, tem sido de duas horas e meia. Não creio que já tenhamos começado a rastejar como animais, mas não acredito que me tivesse dado conta se já houvesse começado: é uma questão de somenos.”
 Rudolf Blinding, que serviu numa das divisões da Jungdeutschland
 “O campo de batalha é terrível. Há um cheiro azedo, pesado e penetrante de cadáveres. Homens que foram mortos no último outubro estão meio afundados no pântano (...) As pernas de um soldado inglês irrompem de uma trincheira, o corpo está empilhado com outros; um soldado apoia seu rifle sobre eles. Um pequeno veio de água corre através da trincheira, e todo mundo usa a água para beber e se lavar; é a única água disponível. Nínguém se importa com o inglês pálido que apodrece alguns passos adiante. No cemitério de Langemark os restos de uma matança foram empilhados e os mortos ficaram acima do nível do chão. As bombas alemãs, caindo sobre o cemitério, provocaram uma horrível ressurreição. Num determinado momento eu vi 22 cavalos mortos, ainda com os arreios. Gado e porcos jaziam em cima, meio apodrecidos. Avenidas rasgadas no solo, inúmeras crateras nas estradas e nos campos.”
(In: ROBERTS, J. M. História do século XX. São Paulo: Abril, 1974. pp. 796, 953, 960, 961.).

ARMISTÍCIO

“Estamos no outono. Dos veteranos, já não há muitos. Sou o último dos sete colegas de turma que vieram para cá. Todos falam de paz e armistício. Todos esperam. Se for outra decepção, eles vão-se desmoronar. As esperanças são muito fortes; é impossível destruí-las sem uma reação brutal. — Se não houver paz, então haverá revolução. Tenho catorze dias de licença, porque engoli um pouco de gás. Num pequeno jardim, fico sentado o dia inteiro ao sol. O armistício virá em breve, até eu já acredito agora. Então iremos para casa. (...) Levanto-me. Estou muito tranqüilo. Que venham os meses e os anos, não conseguirão tirar nada de mim, não podem tirar-me mais nada. Estou tão só e sem esperança que posso enfrentá-los sem medo. A vida, que me arrastou por todos estes anos, eu ainda a tenho nas mãos e nos olhos. Se a venci, não sei. Mas enquanto existir dentro de mim — queira ou não esta força que em mim reside e que se chama “Eu” — ela procurará seu próprio caminho. Tombou morto em outubro de 1918, num dia tão tranqüilo em toda a linha de frente, que o comunicado se limitou a uma frase: “Nada de novo no front”. Caiu de bruços, e ficou estendido, como se estivesse dormindo. Quando alguém o virou, viu-se que ele não devia ter sofrido muito. Tinha no rosto uma expressão tão serena, que quase parecia estar satisfeito de ter terminado assim.”
(REMARQUE, Ercih Maria. Nada de Novo na Frente. Trad. Helen Rumjanek. São Paulo: Abril S.A. Cultural e Industrial, 1974. (Coleção Clássicos Modernos). pp. 234-35.)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

AS CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA


Compare os dois mapas e veja os novos países que surgiram. 
Note como  Império Austro-Húngaro se dissolveu.
Essa tinha sido a pior das guerras que o mundo conhecera. Foram 9 milhões de mor­tos. Prestou atenção, amigo leitor? Nove mi­lhões de mortos! Além deles, mais de 6 mi­lhões de soldados retornaram mutilados, sem os olhos, sem uma mão ou uma perna, muitos dos quais jamais conseguiriam arru­mar emprego numa fábrica.
O grande vencedor foram os EUA. Seus soldados lutaram na Europa para salvar os lucros dos grandes empresários. Agora o país era, disparado, o mais rico do mundo. Metade de todas as indústrias da Terra esta­va nos EUA. Os europeus deviam fortunas aos americanos.
A Europa tinha mudado demais. Para co­meçar, surgiram novos países. O Império Austro-Húngaro se fragmentou. Você se lem­bra de que nesse império havia muitos po­vos dominados? Pois esses povos ficaram in­dependentes e criaram seus próprios Esta­dos nacionais: a Hungria, a Tchecoslováquia, a Polônia. A Sérvia conseguiu dominar áreas antes austríacas habitadas por povos eslavos, como a Bósnia-Herzegovina. Daí foi criado um país novo chamado Iugoslávia (que quer dizer “eslavos do sul”).
Na Primeira Guerra, ocorreu a estréia de armas mortíferas:
  0 tan­que e o avião. Os aviões eram biplanos (com duas asas) 
e atingiam uma velocidade de até 200 km/h. 0 tanque foi uma 
invenção in­glesa, excelente para enfrentar as trincheiras. 
(Acima, foto do tanque Mark IV. 
Os soldados se divertem: nenhum usa capacete.)
Diante das perdas, muitos austríacos de várias correntes políticas pensaram em fun­dir seu país ã Alemanha. Consideravam-se alemães também. Mas os vencedores proibi­ram essa união.
O Império Turco completou dois séculos de decadência e se desmembrou. A Mesopo- tâmia (Iraque) e a Palestina ficaram controla­das pelos ingleses. Os franceses assumiram o controle da Síria. Como você pode ver, a co­biça imperialista européia continuava bem viva. A Primeira Guerra Mundial tinha apenas rearranjado o mapa do domínio imperialista.

Em 1917, ainda no meio da guerra, estou­rou uma revolução na Rússia. Nós estudare­mos esse assunto logo mais. Por enquanto, é importante você saber apenas que o tzar (imperador) foi derrubado. A Rússia saiu da Primeira Guerra antes de ela acabar. Com a revolução e a saída da guerra, vários países novos se separaram do antigo Império Rus­so: a Finlândia e as Repúblicas Bálticas (Li­tuânia, Letônia e Estônia).
A Polônia também ficou independente. Havia muito tempo que o povo polonês lu­tava heroicamente por sua liberdade. O novo país surgiu de territórios antes dominados pela Rússia, pela Alemanha e pela Áustria.

Compare este mapa com um mapa atuat. 
Quais são as diferenças que você percebe?
Com o Tratado de Versalhes, os vence­dores impuseram duras penalidades à Ale­manha. Leia e faça seu julgamento. A Alema­nha perdeu todas as suas colônias. Ficou proibida de ter forças armadas poderosas. Ficou sem a maior parte da marinha e da aviação. O pior de tudo é que foi considera­da culpada pela guerra. Com isso, se viu na obrigação de pagar uma enorme indeniza­ção aos vencedores. Perdeu tanto dinheiro que mergulhou na maior crise econômica de sua história.
O presidente Wilson, dos EUA, era con­tra a cobrança dessa indenização da Alema­nha. Propôs um plano de paz, os chamados 14 Pontos de Wilson. O governo america­no avaliava que pisotear a Alemanha só ser­viria para desequilibrar a Europa. Os vence­dores, porém, não lhe deram ouvidos. Exigi­ram o pagamento da Alemanha.
Este é um ponto que você precisa desta­car: naquela época, os EUA não tinham o cos­tume de intervir em outras áreas do mundo. O governo dos EUA. havia sempre se confor­mado em influenciar seu quintal, isto é, o Mé­xico e a América Central. A não ser em casos raros, como nessa participação na guerra eu­ropéia, eles permaneciam isolados. Pois foi is­so que fizeram após a Primeira Guerra: acei­taram as decisões européias. Só voltariam a participar profundamente dos assuntos euro­peus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na Alemanha, não havia mais imperador. No final da guerra, o Kaiser tinha sido der­rubado. Agora, o país era uma república de­mocrática. Esse período democrático foi cha­mado de República de Weimar e durou até 1933, quando os nazistas tomaram o poder e impuseram um regime político ditatorial (an­tidemocrático).
Em 1919 foi criada a Liga das Nações, uma assembléia de representantes dos paí­ses do mundo sediada em Genebra (Suíça). Seu objetivo era ajudar a resolver pacifica­mente todos os conflitos do planeta. No en­tanto, a Liga das Nações fracassou. Para co­meçar, os EUA não participaram das deci­sões. A Alemanha ficou de fora e a Rússia acabou se retirando.A Polônia também ficou independente. Havia muito tempo que o povo polonês lu­tava heroicamente por sua liberdade. O novo país surgiu de territórios antes dominados pela Rússia, pela Alemanha e pela Áustria.
Com o Tratado de Versalhes, os vence­dores impuseram duras penalidades à Ale­manha. Leia e faça seu julgamento. A Alema­nha perdeu todas as suas colônias. Ficou proibida de ter forças armadas poderosas. Ficou sem a maior parte da marinha e da aviação. O pior de tudo é que foi considera­da culpada pela guerra. Com isso, se viu na obrigação de pagar uma enorme indeniza­ção aos vencedores. Perdeu tanto dinheiro que mergulhou na maior crise econômica de sua história.
Ataque aéreo
O presidente Wilson, dos EUA, era con­tra a cobrança dessa indenização da Alema­nha. Propôs um plano de paz, os chamados 14 Pontos de Wilson. O governo america­no avaliava que pisotear a Alemanha só ser­viria para desequilibrar a Europa. Os vence­dores, porém, não lhe deram ouvidos. Exigi­ram o pagamento da Alemanha.
Este é um ponto que você precisa desta­car: naquela época, os EUA não tinham o cos­tume de intervir em outras áreas do mundo. O governo dos EUA havia sempre se confor­mado em influenciar sen quintai, isto é, o Mé­xico e a América Central. A não ser em casos raros, como nessa participação na guerra eu­ropéia, eles permaneciam isolados. Pois foi is­so que fizeram após a Primeira Guerra: acei­taram as decisões européias. Só voltariam a participar profundamente dos assuntos euro­peus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na Alemanha, não havia mais imperador. No final da guerra, o Kaiser tinha sido der­rubado. Agora, o país era uma república de­mocrática. Esse período democrático foi cha­mado de República de Weimar e durou até 1933, quando os nazistas tomaram o poder e impuseram um regime político ditatorial (an­tidemocrático).
Em 1919 foi criada a Liga das Nações, uma assembléia de representantes dos paí­ses do mundo sediada em Genebra (Suíça). Seu objetivo era ajudar a resolver pacifica­mente todos os conflitos do planeta. No en­tanto, a Liga das Nações fracassou. Para co­meçar, os EUA não participaram das deci­sões. A Alemanha ficou de fora e a Rússia acabou se retirando. 

sábado, 1 de junho de 2013

CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA

A primeira Guerra Mundial, anunciada como a “guerra para terminar com as guerras”, além de preparar conflitos posteriores ainda mais graves, deixou fixa a imagem de devastaçõese morticínios. Perto de treze milhões foram mortos e vinte milhões feridos. As despesas bélicas não apresentam termo de comparação com as das guerras precedentes e as devastações infligidas aos países, em cujos territórios se desenvolveram as operações ou devido à campanha submarina, alcançam números vertiginosos. Levando em conta a alta dos preços, o custo total do conflito representa 30% da riqueza nacional francesa, 22% da alemã, 32% da inglesa, 26% da italiana e 9% da americana.
(CROUZET, Maurice. História geral das Civilizações. São Paulo: Difel, 1975. V. 15. p. 45.)

Primeira Guerra Mundial - BBC - 1 º Capítulo - Às Armas! - Legendado


Excelente série de documentários da TV Inglesa BBC sobre o Primeiro Grande Conflito Mundial que ocorreu entre os anos de 1914-1918.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

POSTERS E JORNAIS





Declínio da Europa e Ascensão dos Estados Unidos

 O Fim da supremacia Europeia

Devido À 1ª Guerra Mundial, a Europa tivera necessidade de adquirir matérias-primas, alimentos e armas, sobretudo aos EUA. Para pagamento das dívidas contraídas, parte do ouro europeu foi progressivamente transferido para os EUA e a Europa passou de credora a devedora aos EUA.
Com isto tudo os EUA beneficiaram de um excepcional crescimento económico.
 
A 1ª Grande Guerra causou grande número de mortos e feridos, destruiu terras e fábricas e alterou o mapa político da Europa. Para evitar futuros conflitos, criou-se a Sociedade das Nações.Mas a guerra marcou, também, o fim da supremacia europeia no mundo: os Estados Unidos tornaram-se na 1ª potência mundial

SAÍDA DA RÚSSIA: O Tratado de Brest - Litovsk

O Tratado de Brest-Litovski (ou de Brest-Litovsk) foi um tratado de paz assinado entre o governo bolchevique da Rússia e as Potências da Tríplice Aliança (Império Alemão, Império Austro - Hungaro, Bulgária e Império Otomano) a 3 de Março de 1918 em Brest (anteriormente Brest- Litovski), na actual Bielorrúsisia. Com este tratado reconhecia-se a saída da Rússia da Primeira Guerra Mundial. O abandono do primeiro conflito mundial foi um dos principais objectivos dos ideólogos da Revolução Russa de 1917. A guerra tornara-se impopular entre o povo russo, devido às imensas perdas humanas, (cerca de quatro milhões de mortos)e o número de estropiados de guerra e de desertores aumentava cada vez mais. No âmbito deste tratado, a Rússia perdia o controle sobre a Finlândia, Países Bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), Polónia, Bielorrússia e Ucrânia. A maior parte desses territórios tornar-se-iam, na prática, partes do Império Alemão. Entretanto, a derrota da Alemanha na guerra e a assinatura do Tratado de Versalhes permitiram que a Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia se tornassem Estados verdadeiramente independentes. Por outro lado, a Bielorrússia e a Ucrânia envolveram-se na Guerra Civil na Rússia, acabando por ser novamente anexadas ao território russo.
 Assinatura do Tratado de Brest - Litovsk

JORNAIS ANUNCIAM O ARMISTICIO

      

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O QUE DEFENDIAM OS ''14 PONTOS'' DE WILSON

A Conferência de Paris e os 14 Pontos do Presidente Woodrow Wilson (EUA)
 O presidente Wilson apresentou à opinião pública internacional os 14 Pontos, propondo uma paz na qual não houvesse vencidos nem vencedores. Também idealizou a Sociedade das Nações ou Liga das Nações, com sede em Genebra, na Suíça, com a finalidade de manter a paz mundial.
 Mais tarde, os EUA saíram da Liga das Nações, pois o Senado norte-americano não quis ratificar o Tratado de Versalhes.
1.Prática de uma diplomacia transparente e fim dos tratados secretos, para evitar coligações como as que conduziram à mundialização da I Guerra.
2.Liberdade de navegação (princípio livre-cambista).
3.Liberdade de comércio (princípio livre-cambista).
4.Redução de armamentos, a fim de diminuir as condições para a eclosão de novo conflito. 5.Reajustamento das colónias, tendo em conta os interesses dos povos autóctones (princípio das nacionalidades).
6-9. Evacuação da Rússia e da França (com resolução do problema da Alsácia-Lorena, retirada pela Alemanha) e rectificação das fronteiras italianas (princípio das nacionalidades).
10. Independência das nações do ex-império Austro-Húngaro (princípio das nacionalidades).
11. Solução do problema balcânico (Roménia, Montenegro e Sérvia, sendo que à última deveria ser cedido o livre acesso ao mar – princípio livre-cambista).
12. Soberania e segurança para as regiões turcas do Império Otomano e livre passagem no estreito de Dardanelos (princípio livre-cambista).
13. Independência da Polónia (princípio das nacionalidades) e seu livre acesso ao mar (princípio livre-cambista).
14. Criação da Sociedade das Nações.

domingo, 26 de maio de 2013

As principais etapas da Primeira Guerra Mundial

"Em agosto de 1914, do soldado raso até aos mais importantes dirigentes, era praticamente geral a convicção de que a guerra iria durar pouco - talvez umas semanas ou uns meses. A mobilização geral de milhões de homens e os planos estabelecidos pelos Estados Maiores pareciam impossibilitar uma guerra muito longa. Contudo, no fim do ano, depois da "corrida para o mar", os exércitos dos "Aliados" (Franceses, Ingleses e Belgas) e dos Alemães acharam-se enterrados em duas linhas de trincheiras que corriam do Mar do Norte até à fronteira suíça. 
A passagem da guerra de movimento a uma imprevista guerra de cerco deixou os adversários seriamente abalados. Por muito grande que fosse o potencial - cada vez maior - dos meios materiais postos em ação, todas as tentativas de rutura da frente contrária para retomar a guerra de movimento se frustravam. Além das centenas de milhares de mortos, nenhuma dessas batalhas teve resultados significativos. Em 1917, o Alto Comando Alemão persuadiu-se de que poderia ganhar a guerra desencadeando uma guerra submarina que asfixiasse a Inglaterra e a obrigasse a pedir a paz. A frota mercante inglesa sofreu perdas enormes, mas o melhoramento dos meios de luta anti-submarina e a entrada dos Estados Unidos na guerra permitiram que os Aliados resistissem. No princípio de 1918, combinadas com o uso de novas armas, as tropas americanas dariam a vantagem decisiva aos Aliados."

Texto adaptado de História da Europa, Ed. Estampa, 1993.

sábado, 25 de maio de 2013

A entrada dos EUA - Primeira Guerra Mundial- Saída da Rússia


Desde o início da guerra, os Estados Unidos mantiveram-se neutros.
A entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial foi motivada pela promessa de apoio aos países europeus que compravam mercadorias das indústrias norte-americanas (a neutralidade ficou difícil) e os ataques dos submarinos alemães à marinha mercante dos EUA. Novas armas bélicas foram utilizadas no conflito, além do uso de tanques e aviões de caça para bombardeios, sem contar a chegada de um grande contingente de soldados norte-americanos (aproximadamente 1,2 milhão de soldados). Os norte-americanos decidiram entrar na guerra, usando como pretexto a afundamento de dois navios que transportavam alimentos para a Inglaterra.
Em abril de 1917, forças mili­tares norte-americanas foram despejadas na Europa. O equilí­brio estava rompido. As potên­cias centrais não puderam resis­tir ao sangue novo e, uma a uma, foram se rendendo.Reforçou o bloco dos Aliados e garantiu a vitória da Entente sobre os impérios centrais.  Em 1918, terminava a guerra.
Outro fato importante dessa fase foi a saída da Rússia, em razão da Revolução Socialista Russa ocorrida em 1917, onde os bolcheviques estabeleceram-se no poder, foi assinado um acordo com a Alemanha para oficializar sua retirada do grande conflito. Este acordo chamou-se Tratado de Brest-Litovsk, que impôs duras condições para a Rússia.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O início da grande guerra: atentado de Sarajevo

 Atentado de Sarajevo
No dia 28 de Junho de 1914, ocorreu um incidente que despoletou a I Guerra Mundial: o atentado de Sarajevo.
  • Gavril Princip era um estudante, de nacionalidade sérvia e destacado dirigente de uma sociedade secreta de cariz nacionalista intitulada “MÃO NEGRA”, cujo principal objectivo era lutar contra a soberania austro-húngara. O arquiduque Francisco Fernando era o príncipe herdeiro da coroa austro-húngara. Juntamente com a sua esposa foi assassinado á queima-roupa por Gravil Princip em plena via publica após ter assistido a uma sessão solene no edifício Sarajevo.
  • O imperador Austro-húngaro, Francisco José, não se conformou com a perda do seu herdeiro, exigiu explicações ao governo Sérvio, pois os seus conselheiros desconfiavam dos serviços secretos da Sérvia no atentado de 23 de Julho de 1914. Preocupados com o atraso da formalização da acusação a Gavril Princip, a Áustria-Hungria fez um ultimato à Sérvia, exigindo chamar a si as responsabilidades pela condução do inquérito do atentado.
  • Perante a recusa da Sérvia, no dia 28 de Julho a Áustria-Hungria declarou-lhe guerra. Dois dias depois, a Rússia, tradicional aliada da Sérvia entra em acção e declarou guerra à Áustria-Hungria.
  • Nos dois dias seguintes foram formadas as alianças militares sucedendo-se as declarações de guerra. Em Agosto de 1914, a Alemanha movimentou-se e invadiu a Bélgica e posteriormente a França. Iniciava-se assim a 1ª Guerra Mundial.
  • Os países inicialmente envolvidos na guerra pensaram que esta iria ser curta: os Aliados (países da Tríplice Entente) contavam com a superioridade numérica dos seus efectivos; as Potências Centrais (Tríplice Aliança) confiavam na superioridade técnica do seu armamento

PAZ ARMADA

Os governos capitalistas clamavam pela paz, mas estimulavam a fabricação de armamentos e recrutavam civis para o exército. O militarismo cresceu e era cada vez mais difícil manter o equilíbrio entre as nações imperialistas. Os focos de tensão e a disputa pela supremacia levaram os países europeus à corrida armamentista.
• A política de alianças era complementada por uma corrida aos armamentos
• Em 1908, a Austria-Hungria anexou a Bósnia- Herzegovina, gerando protestos da Sérvia, a qual pretendia desempenhar um papel influente nos balcãs (panservismo)
• Em 1914, quando o herdeiro ao trono austro-húngaro foi assassinado na Bósnia, a suspeita de que a Sérvia pudesse estar envolvida nesse ato levou o imperador Francisco José da Áustria-Hungria a declarar guerra à Sérvia.
• Era o fim da paz armada e o início da I guerra Mundial.
Fábrica de aviões britânicos
Fábrica de canhões alemães

Estados autoritários -Século XIX

• Europa Central e Oriental prevalecia o imobilismo político
 • Durante o século XIX, e até ao desmembramento dos impérios resultante do final da I guerra Mundial, existiam quatro grandes estados autoritários na Europa.
• 1- O Império Alemão (II Reich, desde 1871), governado pelo Kaiser Guilherme II.
• 2- O Império Austro-Húngaro, governado pelo imperador Francisco José
• 3- O Império Russo, governado pelo Czar Nicolau II
• 4- O Império Otomano, governado pelos sultões da dinastia otomana.
 • Estes impérios tinham características comuns:
 • eram Estados autocráticos (o imperador detinha o poder absoluto ainda que, por vezes, camuflado pela existência de Constituições e do sufrágio.
• Conservadores- mantinham intocados os privilégios da nobreza e do clero.
• Repressivos- reprimiam a oposição política e as revoltas nacionalistas que ocorriam dentro do território.
 • Na prática, o Poder continuou a exercer-se de uma forma autoritária (Estado autoritário) e fortemente centralizado numa pessoa- o monarca- AUTOCRACIA.
• Ou das elites aristocráticas que os rodeavam (OLIGARQUIA)
A autocracia
Autocracia literalmente significa a partir dos radicais gregos autos  (por si próprio),  kratos  (poder), poder por si próprio. É uma forma de governo na qual um único homem detém o poder supremo. Ele tem controlo absoluto em todos os níveis de governo, sem o consentimento dos governados.
Naqueles 3 impérios europeus, os soberanos governavam de forma autocrática, quase sem conhecerem limites à sua autoridade e personificando a lei.
O conservadorismo
 
conservadorismo  (ou conservantismo) é um termo usado para descrever posições político-filosóficas,
 alinhadas com o tradicionalismo e a transformação, que em geral se contrapõem a mudanças abruptas (cuja expressão máxima é o conceito de revolução) de determinado marco económico e político-institucional ou no sistema de crenças, usos e costumes de uma sociedade.
Rigidez e conservadorismo dominavam as sociedades imperiais. As velhas nobrezas mantinham uma forte implantação nos cargos governativos e no exército, bloqueando a aplicação do princípio democrático da igualdade de oportunidades.

A submissão das nacionalidades
 
Com efeito, os 3 impérios europeus albergavam no seu seio múltiplos povos aos quais não reconheciam direitos. Isto é, não aplicavam o princípio liberal das nacionalidades, segundo o qual ‘’a cada povo corresponde uma Nação, a cada Nação deve corresponder um Estado’’.
Império russo – agitado frequentemente por movimentos nacionalistas devido a opressão dos eslavos, finlandeses e povos bálticos, dos turcos, dos arménios, georgianos, etc

Estados liberais e democráticos- Sistema Representativo -Século XIX

• Na Europa Ocidental e os EUA aprofundavam os regimes liberais
• Países em que se instalava a soberania nacional, pois os cidadãos ativos eram representados em assembleias legislativas.
• A partir do terceiro quartel do século XIX, surgiu um novo entendimento do sistema liberal que daria origem às democracias representativas- demoliberalismo.
 • O sufrágio censitário foi substituído pelo sufrágio universal.
• A soberania nacional dava lugar à soberania popular.
• O voto das mulheres, dos negros e dos analfabetos foi, em geral, uma conquista difícil.
 • Para aperfeiçoar o sistema representativo, a idade de voto foi antecipada, para os 21 anos, o voto passou a ser secreto e os cargos políticos passaram a ser remunerados- abrindo caminho, à entrada das classes médias e do operariado na vida política.
• Os parlamentos liberais são uma imagem da superioridade dos regimes democráticos no Ocidente.
 • Contudo, no século XIX, quer a formação dos partidos quer as eleições estavam longe de permitirem uma representação autêntica da vontade dos cidadãos.
• Os cargos políticos passaram a ser remunerados pelo Estado.
 • Constituíram-se os primeiros partidos de massas.
 • Passou-se a adotar, nas eleições, o modelo de representação proporcional.
 • Submeteu-se o poder executivo à vigilância e controlo dos parlamentos.
• Institucionalizou-se o segredo de voto – voto secreto.
• Acentuou-se a separação entre o Estado e a Igreja- incrementou-se o LAICISMO.
• Adoção do sufrágio Universal. • Alargamento do voto às mulheres
• A institucionalização da liberdade política e da democracia liberal
• O reconhecimento da igualdade e da autodeterminação a todas as minorias nacionais, pela transformação do Estado Imperial numa confederação de Estados.

Evolução Democrática do Sistema Representativo


Demoliberalismo – confere grande valor à representação da nação, alargando o sufrágio e reforçando o poder dos Parlamentos.
No meio século que decorreu entre 1870 e 1914, os estados do mundo ocidental aperfeiçoaram o sistema representativo liberal, caminhando no sentido do demoliberalismo.
Foi nos Estados Unidos e na Europa do Norte e do Noroeste que esta evolução se fez sentir com maior notoriedade, através de um conjunto de conquistas democráticas.

Da Monarquia à República
A monarquia constitucional era o regime político predominante no mundo ocidental. O liberalismo tendeu a limitar o poder dos monarcas. Transformados em meros chefes nominais do poder executivo, reinavam, mas não governavam.
Essa limitação do poder dos governantes parecia o meio mais seguro de garantir a concórdia, a prosperidade, o funcionamento das instituições democráticas. O exemplo mais conseguido residiu na Grã-Bretanha.
Embora diminuída nas suas prerrogativas, nem por isso a monarquia deixou de suscitar violentas críticas. Referimo-nos aos debates efectuados em prol do Regime republicano, que apaixonaram a opinião pública, mobilizando multidões.
Com seus governantes eleitos e temporários, considerava-se a República o regime político mais democrático e livre, na medida em que todos os seus órgãos resultavam da escolha da Nação soberana.
Algumas dessas repúblicas (francesa, portuguesa) enveredaram pela via do parlamentarismo. Isto é, reforçaram o poder das assembleias legislativas ou parlamentos, perante os quais os governos prestavam contas dos seus actos.

O Sufrágio Universal



Sufrágio Universal – Direito de todos os cidadãos, sem distinção de sexo, raça, fortuna ou instrução, votarem em eleições para a escolha dos representantes políticos.
A passagem do Liberalismo à Democracia Representativa concretizou-se com a instituição do sufrágio universal, quando as restrições financeiras ao exercício da cidadania deixaram de existir.
A fim de garantir a sinceridade do voto, foi instituído o voto secreto.
À medida que o sufrágio abrangia as classes médias e o proletariado, uma nova classe política surgiu. “Os notáveis”, recrutados nas elites burguesas e aristocráticas, tenderam, efectivamente, a ser substituídos por membros das profissões liberais e até por operários! E, para que os menos abastados pudessem ocupar lugares na governação, instituiu-se a remuneração dos cargos políticos, através da atribuição de subsídios parlamentares aos deputados.

Apesar das conquistas promotoras da liberdade e igualdade, a democracia representativa teve seus excluídos. Foram as mulheres, afastadas do voto, bem como os negros e, de uma forma geral, os analfabetos.
As aspirações de liberdade nos Estados autoritários
Enquanto a democracia se alargava pelos EUA, Estados do norte e Noroeste da Europa, os Estados autoritários resistiam. Referimo-nos aos impérios alemão, austro-húngaro e russo, cujo poder se fundamentava na autocracia, no conservadorismo e na submissão das nacionalidades.

terça-feira, 30 de abril de 2013

A Batalha do Somme

A Batalha do Somme (França) foi travada entre julho e novembro de 1916, provocando mais de um milhão de vítimas, entre mortos e feridos. Os exércitos em confronto lutaram por cerca de 300 quilómetros quadrados, numa das mais violentas e inúteis batalhas da História...

domingo, 28 de abril de 2013

A partilha da China no século XIX


Na Ásia, a China foi um dos territórios mais cobiçados pelas potências europeias, sendo obrigada a abrir os seus portos ao comércio internacional, após vários conflitos, tais como as Guerras do Ópio. No final do século XIX os europeus controlavam e ocupavam a maior parte dos portos chineses, destacando-se os de Hong-Kong e Shangai, controlados pela Grã-Bretanha. 
A imagem representa essa partilha, retratando uma China (1) assustada face aos avanços dos britânicos (2), alemães (3), russos (4), franceses (5) e, inclusivamente, da nova potência do Oriente, o Japão (6).

Perguntas e Respostas sobre a I Guerra Mundial

TESTE: A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL



1. Localiza no espaço duas disputas territoriais, envolvendo potencias europeias dos inícios do século XX.

Alsácia- lorena e Península Balcânica.

2. Refere o acontecimento que motivou o início da I Guerra Mundial.

Assassínio do herdeiro do Império Austro-Húngaro ; Francisco Fernando, em Sarajevo, no dia 28 de Junho de 1914.

3. Identifica as duas alianças em Confronto na I Guerra Mundial. 


  • Tríplice Entente ( Grã- Bretanha; França ; Rússia)
  • Tríplice Aliança ( Alemanha; Áustria- Hungria; Itália).

4. Explica o funcionamento do mecanismo de alianças.

Na sequencia do assassínio do herdeiro do império Austro- Húngaro, foi activado o sistema de alianças, levando a sucessivas declarações de guerra entre os países da Tríplice Entente e da tríplice aliança.

5. Qual era o objectivo do plano Schlieffen?

O plano Schlieffen previa a ocupação rápida da França, com um ataque súbito desencadeado contra as tropas francesas, através da Bélgica.

6.  Refere o acontecimento que levou Portugal a participar na I Guerra Mundial.

Aprisionamento dos navios alemães nos portos portugueses, o que motivou a declaração de guerra a 9 de Março de 1916.

7. Identifica algum do armamento inovador utilizado na I Guerra Mundial.

Aviões ( biplanos e triplanos); gases tóxicos ( gás mostarda); submarinos; tanques de guerra; granadas de mão; canhões e metralhadoras.

9. Refere as vantagens decorrentes da entrada dos EUA na guerra para os Aliados.

A entrada dos EUA na guerra possibilitou a entrada de tropas e armamento mais sofisticado ( tanques de guerra, por exemplo). Permitiu apoio financeiro por parte dos EUA.

10. Caracteriza a Guerra  de Trincheiras e a Guerra de Movimentos.

Guerra dos Movimentos – Progressão rápida no terreno das tropas beligerantes.
Guerra das Trincheiras – Cada exército procurava defender as suas posições e impedir o avanço do adversário, permanecendo numa extensa rede de abrigos e valas no solo. As condições de vida nas trincheiras eram muito penosas para os soldados.