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domingo, 26 de maio de 2013

O caminho de ferro chegou a Penafiel!

"A 30 de Agosto de 1911 chegaram ao Douro, no vapor Hermes, 187 toneladas de rails para o assentamento do ramal de Penafiel. A linha tinha características de via reduzida com carris de gola, era uma via americana construída sobre o leito das estradas, que nessa altura eram em piso de terra. As potentes locomotivas a vapor foram construídas pela casa Heuschel & Sohn, em Cassel, na Alemanha. A 10 de Novembro de 1912, dia de S. Martinho, começou a circular o comboio na linha do troço de Penafiel a Novelas. A velocidade da locomotiva era de 15 quilómetros por hora. Em Maio de 1914 começaram as obras de construção da linha até Entre-os-Rios. O primeiro troço foi aberto até à Calçada (Oldrões), a 20 de Novembro. A 13 de Abril de 1915, era inaugurado o troço de linha férrea até à Torre (Termas da Torre, hoje Inatel). A 27 de Junho o comboio chegava a Entre-os-Rios. Os preços dos bilhetes eram de Penafiel a S. Vicente em 1ª classe 230 réis e à Torre 270 réis. Em 3ª classe 150 réis e 180 réis respectivamente. Em dias de feira e romaria era frequente que grande número de passageiros ficasse em terra por falta de lugar."
in FERREIRA, José Fernando Coelho - O caminho de ferro de Penafiel à Lixa e Entre-os-Rios, Lousada, 2000 (adaptado).

O Colosso de Rhodes

A caricatura "The Rhodes Colossus" foi publicada no semanário inglês Punch, em 1892. Cecil Rhodes aparece segurando o cabo do telégrafo, ao mesmo tempo que cruza todo o continente africano de uma só vez. A imagem faz referência à ambição colonialista britânica. Cecil John Rhodes (1853-1902), o homem mais rico de África, rei dos diamantes, dedicou metade da sua vida ao engrandecimento do Império Britânico. Foi um insaciável representante do capitalismo colonial, e concebeu um dos projectos mais ambiciosos do colonialismo: o de unir a cidade do Cabo, na África do Sul, à cidade do Cairo, no Egipto, através de uma linha de caminho de ferro transcontinental.

As realizações da Primeira República: a instrução

"Ao chegar ao poder, em 1910, os republicanos encontraram uma realidade educativa que nos afastava da maioria dos países europeus. As taxas de analfabetismo rondavam os 75,1 por cento na totalidade, sendo de 81,2 por cento para as mulheres. Perante tal situação, o combate ao analfabetismo impunha-se como objectivo prioritário. (...) A par das Escolas Móveis, o Estado apostou na expansão da rede escolar primária, mas apesar de um relativo crescimento não conseguiu atingir a desejada cobertura de todo o país. Continuaram a existir, principalmente no interior, muitas regiões sem escolas, e as condições materiais do parque escolar também não obtiveram uma considerável melhoria."

PROENÇA, Maria Cândida - A educação, in "História da Primeira República", Tinta da China, 2009.

Viagens e colonização na África Portuguesa

As viagens de Serpa Pinto (1877-79; 1885-86) e de Capelo e Ivens (1877-80; 1884-85) "foram apenas as mais famosas de muitas expedições, onde dezenas de comerciantes, oficiais do Exército e da Marinha e cientistas, dentro dos actuais limites de Angola e Moçambique, contribuíram para um melhor e definitivo conhecimento geográfico das duas regiões (...). De facto, o motivo principal de quase todas as viagens foi a necessidade de afirmação da soberania ou suserania portuguesas sobre territórios historicamente considerados sob a bandeira das quinas. Razões de ordem geográfica e económica estiveram também por detrás mas o seu papel foi secundário. (...) O tratado anglo-português de 1890, definindo as fronteiras entre as Áfricas inglesa e portuguesa, trouxe consigo a necessidade de um conhecimento completo e exacto de, pelo menos, toda a região fronteiriça. Delineando o quadro das modernas Angola e Moçambique, estimulou os Portugueses a levar a efeito uma exploração integral dos territórios que lhes couberam, tarefa empreendida (...) na última década do século XIX e na primeira do século XX".

Texto extraído de MARQUES, Oliveira - História de Portugal, vol. III, Editorial Presença, 1998.

Os europeus na África Portuguesa

"Nos começos do século XIX não havia, em todo o Império Português, mais de dez mil europeus (...). Cabo Verde, Angola e o Estado da Índia albergavam os contingentes maiores. Grande parte compunha-se de degredados e de militares das guarnições. (...) A partir de meados do século, esta situação começou a modificar-se, mas tenuamente. Embora a população branca, tanto de Angola como de Moçambique, houvesse aumentado oito ou nove vezes entre 1850 e 1910, Angola não albergava mais de 12.000 europeus à data da proclamação da República, e Moçambique cerca de metade desse número. (...) Uma análise dos contingentes de guarnição ultramarina em período de paz, ao findar a Monarquia, revelava pouco mais de 10.000 militares distribuídos por todo o Império, dos quais menos de um terço eram brancos: 5.000 em Angola, 2.800 em Moçambique."

Texto extraído de MARQUES, Oliveira - História de Portugal, vol. III, Editorial Presença, 1998.

Portugal e Grã-Bretanha segundo Rafael Bordalo Pinheiro

O "Supplemento" ao nº 237 do jornal "Pontos nos ii", de 9 de Janeiro de 1890, semanário humorístico de Rafael Bordalo Pinheiro, foi publicado dois dias antes do Ultimato inglês ser entregue ao Governo português.
Através da caricatura, Bordalo Pinheiro denunciava os problemas do País e identificava os personagens principais da "desgraça" nacional.
Nesta imagem, o jovem rei D. Carlos (1), aclamado rei de Portugal no mês anterior, entrega de forma submissa uma parte de África à rainha Vitória (2), senhora do Império Britânico.
O povo português, representado pela figura do Zé Povinho (3), jaz desmaiado ou morto aos pés dos dois soberanos.

O anticlericalismo da Primeira República

A República identificou-se, desde o início,
com a luta contra a Igreja.
O Partido Republicano tinha
 já organizado, mesmo antes de 1910,
A República identificou-se, desde o início, com a luta contra a Igreja. O Partido Republicano tinha já organizado, mesmo antes de 1910, uma ofensiva implacável contra o Clero, tentando convencer as massas dos perigos do clericalismo na sociedade moderna, difundindo através da imprensa o ateísmo e outras doutrinas, bem como factos históricos que denunciavam o fanatismo, a inquisição e outros males do passado. Proclamada a República, as ordens religiosas foram imediatamente expulsas, encerrando-se todas as instituições e casas ligadas ao Clero. Em 1911, Afonso Costa decretou a separação entre a Igreja e o Estado, nacionalizou os bens da Igreja, proibiu o ensino do cristianismo nas Escolas e declarou livres todos os cultos.
 Ilustração da revista "Novos Horizontes", de 15 de Agosto de 1906, com a legenda "O Clero - Inoculando o ódio ao progresso, à humanidade que nasce"

sábado, 30 de março de 2013

A regeneração (1851-1910)

Em 1851, o golpe de Estado do marechal-duque de Saldanha instaurou uma nova etapa politica em Portugal, designada por Regeneração. Tratou-se de um movimento simultaneamente político e social, na medida em que pretendeu conciliar as diversas facções do Liberalismo e harmonizar os interesses da alta burguesia com os das camadas rurais e da pequena e médias burguesias. Para o efeito, procedeu-se à revisão da Carta Constitucional (o Acto Adicional de 1852 alargava o sufrágio e estabelecia eleições directas para a Câmara dos Deputados), assegurou-se o rotativismo partidário e promoveu-se uma série de reformas económicas. A política de Obras Públicas do período da Regeneração foi designada por fontismo devido à acção do ministro Fontes Pereira de Melo. Preocupado em recuperar o país do atraso económico e tecnológico, Fontes encetou uma política de construção de novos meios de comunicação e transporte, tais como estradas, caminhos-de-ferro, carros eléctricos, pontes, portos, telégrafo e telefones. Vislumbravam-se três grandes vantagens decorrentes do investimento em transportes e meios de comunicação: a criação de um mercado nacional, fazendo chegar os produtos a zonas isoladas e estimulando o consumo; o incremento agrícola e industrial e o alargamento das relações entre Portugal e a Europa evoluída.
- Revolução dos transportes –
esperava-se que a política de instalação de meios de transporte e de comunicação levasse a todo o país um progresso geral. Assim, apostou-se na construção rodoviária e na expansão da rede ferroviária (em cerca de 50 anos, desde a ligação de Lisboa ao Carregado, em 1856, as vias férreas cobriram o território nacional). Construíram-se pontes (por exemplo, a ponte D. Maria Pia, no Porto, 1857-1877) e portos (nomeadamente, o porto de Leixões). A introdução do telégrafo (1857) e a reorganização dos correios, através do estabelecimento do porte único para todo o país e da criação de um novo mapa de estações postais, completou a obra do fontismo. Nos finais do século XIX, o automóvel e o carro eléctrico eram conhecidos dos portugueses.
 - Livre-cambismo – 
o fomento económico assentou na doutrina livre-cambista, expressa na pauta alfandegária de 1852 que visava uma maior liberalização do comércio. Fontes Pereira de Melo era um acérrimo defensor da redução das tarifas aduaneiras, argumentando que só a entrada de matérias-primas a baixo preço poderia favorecer a produção portuguesa. - Exploração da agricultura orientada para a exportação – a aplicação do liberalismo económico favoreceu a especialização em certos produtos agrícolas de boa aceitação no estrangeiro como, por exemplo, os vinhos e a cortiça. A aplicação do capitalismo ao sector agrícola passou por uma série de inovações, nomeadamente os arroteamentos, a redução do pousio, a abolição dos baldios e dos pastos comuns permitiram aumentar a superfície cultivada. Difundiram-se máquinas agrícolas (sobretudo no Centro e Sul do país, pois no Norte a terra é mais fragmentada e irregular) e, a partir da década de 70, cresceu o uso de adubos químicos, produzidos nacionalmente, devido ao desenvolvimento da indústria química.
-Arranque industrial – 
apesar do atraso económico de Portugal em relação aos países desenvolvidos da Europa, registaram-se alguns progressos a nível industrial: a difusão da máquina a vapor; o desenvolvimento de diversos sectores da indústria (nomeadamente cortiças, conservas de peixe e tabacos); a criação de unidades industriais e concentração empresarial em alguns sectores (por exemplo, no têxtil); o aumento da população operária, sobretudo no Norte do país (apesar de se tratar maioritariamente de mão-de-obra não qualificada); a criação de sociedades anónimas e a aplicação da energia eléctrica à indústria (já no século XX). No entanto, a economia portuguesa padecia de alguns problemas de base que impediram o crescimento industrial: a falta de certas matérias-primas no território nacional (por exemplo, o algodão); a carência de população activa no sector secundário (totalizava apenas cerca de 20%, em 1890); a falta de formação do operariado e do patronato; a orientação dos investimentos particulares para as actividades especulativas e para o sec­tor imobiliário e a dependência do capital estrangeiro.
OsGrandes Armazéns do Chiado, início do século XX. A livre circulação de mercadorias, garantida pela legislação liberal e facilitada pela revolução dos transportes, estimulou o comércio a retalho.naugurada em 1877

Mecanização da agricultura
Ponte D. Maria Pia, construída sobre o rio Douro, i
Selo de emissão de D. Maria II, 1853

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CINE HISTÓRIA: O DIA DO REGICÍDIO: CARBONÁRIA E MAÇONARIA

Inédito pela primeira vez em televisão, esta série inclui no desenrolar da sua história, a representação de uma iniciação, ainda que não seja fiel, na mítica e lendária Carbonária.
 INICIAÇÃO CARBONÁRIA - O DIA DO REGICÍDIO Maçonaria - Grande Reportagem - 1 de 3

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Telegrama de Serpa Pinto ao Rei D. Luis (1879)


Telegrama de Serpa Pinto ao Rei D. Luis (1879)
"Beijo a mão a El-Rei. Estou a seis dias do mar Índico, em vésperas de concluir a minha travessia de África, feita na costa oeste. Lutei com a fome e a sede, feras e gentios, água e secura e tudo pude vencer. Trabalhos salvos: vinte cartas geográficas, estudos meteorológicos, três volumes de desenhos, avultado diário. Perdi muita gente. Estudo completo do Alto Zambeze, setenta e duas cataratas. Guerras constantes. Escrevo pelo correio."
 Telegrama de Serpa Pinto ao rei D. Luís (adaptação)

Viagem de exploração de Angola a Moçambique (1877)


Viagem de exploração de Angola a Moçambique (1877)
 "A 25 de abril pela manhã, avistámos ao longe uma serrania que soubemos ser a Quiropória e que o grande Zambeze prolonga pelo sul. Com o coração palpitante, para diante rompemos. Queríamos ser os primeiros a ver e a saudar o colosso que atravessa uma das mais ricas províncias africanas. Cerca de 700 milhas ainda iam dali ao mar. Um fardo com seis peças de fazenda e meia lata de chá era tudo quanto possuíamos e, sem embargo, nada nos afligia. Ofegantes, não parávamos (…) o grande rio parecia fugir de nós e como sempre que muito se anseia por atingir um ponto (…) as horas pareciam séculos. Finalmente eram três horas (…) quando (…) descobrimos o colosso (…) Aos nossos pés, rasgada por fundos sulcos, caía quase a prumo a encosta da serra (…) Em baixo (…) serpeava o Zambeze, resplandecente à luz do sol, com o leito semeado de ilhas e as várzeas cobertas de verdura (…)"
 Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens em De Angola à Contracosta (adaptação)

Ultimato de Inglaterra (1890)


Ultimato de Inglaterra (1890)
"(…) o governo de Sua Majestade deseja (…) que se enviem ao Governador de Moçambique instruções telegráficas imediatas para que todas e quaisquer forças militares portuguesas atualmente no Chire e nos países dos Macololos e Machones se retirem (…) Mr. Petre ver-se-á obrigado, à vista das suas instruções, a deixar imediatamente Lisboa com todos os membros da sua delegação se uma resposta satisfatória à precedente intimação não for por ele recebida esta tarde (…)"
 Ultimato Inglês (adaptação)

Proclamação da República (1910)


Proclamação da República (1910)
 "O Governo Provisório da República Portuguesa saúda as forças de terra e mar, que com o Povo instituiu a República para felicidade da Pátria. Confio no patriotismo de todos. E porque a República para todos é feita, espero que os oficiais do Exército e da armada que não tomaram parte no movimento se apresentem no Quartel General, a garantir por sua honra a mais absoluta lealdade ao novo regime."
 Edital da Proclamação da República , 5 de outubro de 1910 (adaptação)
 "(…) Hoje, 5 de outubro de 1910, às onze horas da manhã foi proclamada a República em Portugal na Sala Nobre do Município de Lisboa, após ter terminado o movimento da revolução Nacional. Constituiu-se de imediato o Governo Provisório sob a Presidência do Dr. Teófilo Braga (…)"
 Diário do Governo (adaptação)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CAMINHO DE FERRO EM PORTUGAL


Inauguração do caminho de ferro (1856)

 "Grande acontecimento, o caminho de ferro! A vantagem da sua construção em Portugal fora discutidíssima (…) era curioso ouvir nos serões lá de casa as diversas opiniões (…) a Nação ia gastar montes de libras e um país que possuía o Tejo e o Douro não precisava de mais nada. Os rios eram muito mais seguros e muito mais baratos (…) Em todo o caso, a maioria era pelo caminho de ferro (…) Chegou, enfim, o solene dia da inauguração (…) Murmurava-se insistentemente que a ponte de Sacavém não podia resistir ao peso. Finalmente avistámos ao longe um fuminho branco (…) Quando o comboio se aproximou vimos que trazia menos carruagens do que supúnhamos. Vinha festivamente engalanado o vagão em que viajava El-Rei D. Pedro V. O comboio parou um momento na estação de onde se ergueram girândolas de foguetes: vimos El-Rei debruçar-se um instante e fazer-nos uma cortesia (…) Só no dia seguinte ouvimos contar certas peripécias dessa jornada da inauguração. A máquina, das mais primitivas, não tinha força para puxar todas as carruagens que lhe atrelaram e fora-as largando ao longo da linha (…) Passaram muita fome os que ficaram pelo caminho (…) semeados pela linha, só chegaram alta noite a Lisboa depois de variadíssimas aventuras (…) Até andou gente com archotes pela linha, à procura dos náufragos do progresso."

Testemunho da Marquesa do Cadaval (adaptação)

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA EM PORTUGAL



Abolição da escravatura (1869)
 "Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa desde o dia da publicação do presenteDecreto. Todos os indivíduos dos dois sexos, sem exceção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravospassarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos os deveres concedidos e impostos aos libertos peloDecreto de 19 de dezembro de 1854."
 D. Luís, Diário do Governo em 27 de fevereiro de 1869 (adaptação)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

CONTEXTUALIZAÇÃO: MÓDULO 6: UNIDADE 4: PORTUGAL- UMA SOCIEDADE CAPITALISTA DEPENDENTE


CONTEXTUALIZAÇÃO
Após quase meio século de turbulência política, a Regeneração (1851) propôs-se trazer a Portugal a acalmia e o desenvolvimento económico. Ao fontismo se deveu uma política de obras públicas que dotou o país dos transportes e comunicações imprescindíveis à construção do mercado interno e à abertura à Europa.
Privilegiando o livre-câmbio, a Regeneração favoreceu de capitais e artigos industriais estrangeiros. Portugal tornou-se uma sociedade capitalista dependente. O resultado foi o défice comercial que, somado à divida pública, conduziu o país à bancarrota.
Entretanto, a monarquia constitucional revelava-se incapaz de resolvera a crise económica-financeira e de responder às expectativas das classes médias e do proletariado. Abalada por escândalos e humilhada pelo Ultimato, acabou por soçobrar em 5 de Outubro de 1910.
Proclamou-se, então, a Primeira República, que se assumiu como laica e parlamentar, com uma obra democrática notável.

terça-feira, 24 de julho de 2012

CONCEITOS: MÓDULO 6:UNIDADE 4: PORTUGAL- UMA SOCIEDADE CAPITALISTA DEPENDENTE


UNIDADE 4: PORTUGAL- UMA SOCIEDADE CAPITALISTA DEPENDENTE
REGENERAÇÃO:- Período da vida política portuguesa que decorreu entre 1851 e 1910. Quando se iniciou, teve como objetivo o estabelecimento da concórdia social e política, bem como o desenvolvimento económico do país.