sábado, 12 de abril de 2014

ANALISAR A INFORMAÇÃO DE UM GRÁFICO OU DE UM QUADRO/TABELA

1. SABER O QUE PROCURA
 É em função da questão ou do tema geral da pesquisa que pode distinguir o essencial do acessório. .
 2. IDENTIFICAR O QUE ESTÁ REPRESENTADO
 O título indica-nos o objecto de estudo e a(s) data(s) a que os dados se referem. É preciso ter em atenção as unidades empregues, que podem ser expressas em valores brutos (ex: toneladas, unidades monetárias, etc…) ou em valores relativos (ex: índices, percentagens, permilagens, etc…)
 Tipos de gráficos:
 • gráficos de evolução, que representam uma situação num ou vários espaços em vários momentos temporais;
 • gráficos de repartição, quando representam várias componentes de uma situação. .
 3. ANALISAR O GRÁFICO OU QUADRO
 • nos gráficos de evolução, a leitura dos dados segue o curso das datas; deve notar a tendência geral; os movimentos ascendentes e descendentes; as grandes etapas da evolução. Se o gráfico apresenta várias curvas, deves compará-las.
 • nos gráficos de repartição, tens que observar as diferenças existentes entre os diferentes dados. .
 4. CONCLUSÃO
 • se o gráfico representa uma situação histórica num dado período, resume a informação proporcionada pela análise do gráfico (conforme o ponto anterior).
 • se o gráfico representa uma evolução, refere a situação em cada período cronológico, destacando as permanências e as mudanças.

COMO ANALISAR A INFORMAÇÃO DE UM MAPA HISTÓRICO

1. SABER O QUE PROCURA
 É em função da questão ou do tema geral da pesquisa que pode distinguir o essencial do acessório. .
 2. IDENTIFICAR O QUE ESTÁ REPRESENTADO
 • Observar o título - fornece informação sobre o âmbito geográfico e temporal e o tipo de mapa: político, económico e demográfico.
 • Observar a legenda – refere os significados das cores e sinais convencionais utilizados.
 • Observar o mapa – descreve uma situação num determinado período? (então é um mapa estático); documenta uma evolução ? (então é um mapa dinâmico) .
 3. ANALISAR O MAPA
 A análise do mapa depende do tipo de mapa e das informações fornecidas. Se o mapa representa:
 • Uma situação política, observa a importância territorial dos estados, limites, fases de expansão (em proveito e à custa de quem?), regime político, etc…
 • Uma situação económica, observa os diferentes tipos de produção e a sua localização; as correntes comerciais (de onde para onde?); localização e importância relativa dos diversos centros económicos, etc… • Uma situação demográfica, observa as zonas de maior ou de menor concentração populacional e sua localização, as correntes migratórias (de onde para onde?), etc… Se o mapa representa uma mesma realidade histórica em tempos diferentes, observa e regista as diferenças. .
 4. CONCLUSÃO
 Se o mapa for estático, resume a informação proporcionada pela análise do mapa (conforme o ponto anterior), seguindo uma sequência lógica: por zonas geográficas, por tipo de informação recolhida. .
 Se o mapa for dinâmico, refire a situação em cada período cronológico, destacando as permanências e mudanças.

INTERPRETAR UMA IMAGEM

1. SABER O QUE PROCURA.
É em função da questão ou do tema geral da pesquisa que podes distinguir o essencial do acessório. .
 2. IDENTIFICAR O TIPO DE IMAGEM.
→ a identificação do tipo de imagem é importante para determinar a sua função. tipos de imagens: gravura, pintura, cartaz, caricatura*, fotografia, etc… funções possíveis numa imagem: ilustrar, fazer rir, decorar, comemorar, glorificar, satirizar, etc… .
* para uma correcta interpretação de caricaturas ver a respectiva entrada dedicada a este assunto. .
 3. CONTEXTUALIZAR O DOCUMENTO.
quem foi o seu autor?
quando e onde foi produzido?
a que ou a quem se destinava?
qual era a finalidade da imagem na época em que foi produzida? (que motivo levou à sua produção)
que ideias defende?
em que medida a finalidade do documento pode prejudicar a nossa confiança na sua mensagem? .
 4. OBSERVAR E DESCREVER A IMAGEM.
→ quando um documento iconográfico é complexo deves proceder da seguinte forma: realizar uma observação organizada por planos; realizar uma observação organizada por temas (personagens, trajes, objectos, símbolos, actividades, etc…); .
→ é importante observar as relações entre as diversas personagens ou cenas (oposição, aliança, concordância, etc…) e o modo como essas relações são graficamente estabelecidas.
→ descrever uma imagem é considerar a imagem como um objecto e referir: o que está representado e como está representado .
 5. INTERPRETAR A MENSAGEM DO DOCUMENTO.
→ interpretar a imagem é explicá-la: o que significam estas imagens?
o que significam estes símbolos?
como se relacionam com o contexto histórico em que foram produzidos? .
→ formular em algumas linhas a mensagem: glorifica uma situação ou um indivíduo?
descreve objectivamente uma situação?
provoca alguma reacção no observador?
CARICATURA:
> a caricatura apresenta, de modo deformado ou exagerado, uma personagem ou uma situação. .
 > ao interpretar uma caricatura deves observar: se a caricatura está organizada por planos de acção;
 se a caricatura está organizada por temas e a forma de caracterização das personagens;
 se existem relações entre as diversas personagens e como estão representadas graficamente ; .
 > a análise de uma caricatura requer:
 a indicação do seu autor (sempre que possível);
 a identificação da personagem ou da situação;
 a contextualização histórica que levou à elaboração da caricatura;
 que ideias defende;
 a que ou a quem se destinava. .
 > a caricatura apresenta um tipo de linguagem específica que é fundamental identificar:
 pode ridicularizar uma personagem ou uma situação;
 pode ilustrar uma situação paradoxal;

segunda-feira, 10 de março de 2014

ESTRANGEIRADO

"Os homens cultos e virtuosos é que são verdadeiramente nobres (...). Deveria haver em cada rua grande, ou pelo menos bairro, uma escola pública, para que os pobres pudessem lá mandar os seus filhos, o que se pratica em vários países (...)."

 Luís António Verney, O Verdadeiro Método de Estudar, 1746.

MÉTODO CIENTÍFICO

"(...) A forma de fazer efetivamente avançar as ciências é realizar inúmeras experiências (...) indispensáveis para descobrir as causas dos fenómenos e as suas leis gerais. (...) As descobertas científicas só devem ser aceites se forem registadas por escrito e se tiverem seguido este método."

Francis Bacon, no século XVII, intitulado Novum Organum

MANCHESTER

"Manchester é a grande cidade transformadora de tecidos (...). Está a 10 léguas do maior porto de Inglaterra, para receber seguramente, e em pouco tempo, as matérias-primas da América. Ao lado, as grandes minas de carvão para fazer trabalhar a baixo custo as suas máquinas (...). Três canais e um caminho de ferro para transportar rápida e economicamente para toda a Inglaterra e para todas as partes do mundo os seus produtos."

A. Toqueville, Les Mémoires de l'Europe, 1835 (adaptado).

Família burguesa.Família operária.

"Os novos bairros de negócios (...) são os primeiros a beneficiar das melhorias da vida urbana, como a pavimentação das ruas, a construção de passeios e esgotos (...)."

Pierre Léon (dir.), História Económica e Social do Mundo.

"Em Liverpool (...), 45 000 indivíduos são alojados nas caves. O cheiro é de um armazém de trapos podres."

Pierre Lavedan, Histoire de L'Urbanisme.

DEMOGRAFIA

"A população europeia duplicou entre 1750 e 1870: ascendeu de 140 milhões a uns 310 milhões. [...] A melhoria das condições materiais de existência e o progresso da higiene e da medicina conseguiram, sobretudo nos países industrializados, uma descida espetacular do índice da mortalidade. [...]"

V. de Prada, Histórica Económica Mundial.

Valores que se cultivava nas famílias burguesas do século XIX

"Estas observações repetidas, "cabeça no ar", "falta de seriedade no trabalho", desagradam-me imenso. Eu espero (...) que não brinques enquanto trabalhas. Nada se obtém, não se chega a nada, se não se tiver perseverança e tenacidade no estudo e aquele que é aéreo, (...) corre o risco de ser também assim nos negócios e na sua conduta de adulto."

 Carta de M. Bossut ao seu Filho, 1856.

CLASSES TRABALHADORAS

"(...) O verdadeiro turbilhão das ruas tem qualquer coisa de repulsivo (...). A indiferença brutal, o isolamento egoísta de cada um na busca do seu próprio interesse torna-se tanto mais repelente e ofensivo quanto mais estes indivíduos se amontoam."

Friederich Engels, A situação das classes trabalhadoras na Inglaterra, 1845.

GENERAL BERESFORD

"(...) Portugal, esse velho conquistador, tornara-se por sua vez uma colónia (...). Politicamente éramos colonos ingleses. O nosso exército era um exército inglês, cujos soldados e unicamente os soldados haviam nascido neste país. Governava-nos um general inglês (...)."

 J. Custódio e Cândido Beirante, Alexandre Herculano, Um Homem e uma Ideologia. Lisboa, IPPAR, 1978 [adaptado].

SAQUES DAS INVASÕES FRANCESAS

"Quatro anos de guerra deixaram o país em situação miserável. As invasões e a ocupação francesas devastaram Portugal. A agricultura, a indústria e o comércio foram profundamente afetados, já para não falar nas perdas de vidas (...) e dos saques de mosteiros, palácios e até casas humildes."

 A. H. de Oliveira Marques, História de Portugal, Editorial Presença.

Quadras populares


"D. Miguel chegou à barra
Voltou costas à nação,
 Rogando pragas imensas
à nova Constituição".

 "Ando triste pelos montes,
Nem por isso passo mal;
Antes triste realista
Que alegre constitucional".

BLOQUEIO CONTINENTAL

"Napoleão, Imperador dos Franceses (...) decreta:
 Artigo 1.º- As Ilhas Britânicas são declaradas em estado de bloqueio.
 Artigo 2.º- É proibido todo o comércio com as Ilhas Britânicas (...)."

 Decreto napoleónico de 1806

A ABOLIÇÃO DOS PRIVILÉGIOS FEUDAIS

"A Assembleia Nacional [Constituinte] destrói inteiramente o regime feudal e decreta que, nos direitos e deveres, tanto feudais como censitários, os que dizem respeito à mão de obra e à servidão pessoal (...) são abolidos sem compensações."

 Decreto da Assembleia Nacional Constituinte, 4 de agosto de 1789.

BOSTON TEA PARTY- 1773

"Na noite passada, três carregamentos de chá da China foram lançados ao mar. (...) A questão é saber se a destruição do chá era necessária. Creio absolutamente que o era. Havia que tomar uma opção: desembarcá-lo ou destruí-lo. Deixar desembarcá-lo seria submetermo-nos às imposições do Parlamento inglês (...)."

John Adams, Carta de 17 de dezembro de 1773.

terça-feira, 4 de março de 2014

TRABALHO ESCRITO: ESTRUTURA- TÍTULOS-SUBTÍTULOS ou CAPÍTULOS E SUBCAPÍTULOS

Capa
Na capa deve constar:
- o nome da escola- Escola Básica e Secundária de Alfândega da Fé
- o título do trabalho,;      TÍTULO " MÓDULO 6- UNIDADE 3-EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA, NACIONALISMO e IMPERIALISMO "  -   Subtítulo "I GUERRA MUNDIAL"
- o nome do autor ou autores-..............
- local e data- Alfândega da Fé- 31 de Maio
Página de Rosto
Nesta página deve indicar-se:
- o nome da escola;Escola Básica e Secundária de Alfândega da Fé
- a disciplina a que se destina o trabalho e o nome do professor; HISTÓRIA- Professor João Nunes
- o título do trabalho-"MÓDULO 6- UNIDADE 3- Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo" -  Subtítulo " I GUERRA MUNDIAL"
- o nome do(s) autor(es) e os respectivos números e turma;............
- local e ano lectivo.Alfândega da Fé- 2012-2013
- Corresponde-lhe a página n.º 1.
Índice
Este refere as partes que formam o trabalho, as quais devem estar numeradas.
Deve indicar-se a página correspondente a cada uma de acordo com a paginação geral do trabalho, que é iniciada na página de rosto e que corresponde à página 1.

No índice deve ser apresentado o nome dos diferentes capítulos que constituem o trabalho. A cada um deles corresponderá uma numeração.
A numeração será romana (I, II, III, …) para designar um capítulo. O título do capítulo deve apresentar-se totalmente em maiúsculas.
A numeração será árabe (1, 2, 3, …) para designar os subcapítulos. O título do subcapítulo deve apresentar-se em minúsculas.
Cada um dos capítulos e dos subcapítulos deve conter, à frente, as páginas do trabalho onde os podemos encontrar.
Os títulos devem aparecer, ao longo do trabalho, com a mesma numeração e o mesmo tipo de letra com que foram apresentados no índice.

Introdução
Explica-se, em traços gerais, qual o objectivo fundamental do trabalho.
Apresenta os objectivos do trabalho.
Desenvolvimento
 TítuloMÓDULO 6 -UNIDADE 3- Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo"            - Sub-Título "I GUERRA MUNDIAL"
Constitui a parte central do trabalho;
convém ser redigido e ilustrado com cuidado, tendo como base os conhecimentos e as informações recolhidas durante a pesquisa que se elaborou;
poder-se-á recorrer a citações, ou seja, transcrever frases de autores. Estas devem estar destacadas entre aspas e identificadas com o respectivo autor e obra da qual foi retirada;
o tema deverá ser abordado de forma ordenada, em pequenos capítulos e apresentados separadamente.
I- INTRODUÇÃO
II-CRONOLOGIA
III-ESPAÇO (MAPA HISTÓRICO)
IV- CONTRASTES POLÍTICOS -REGIMES AUTORITÁRIOS x DEMOCRACIA
(documentos)
V- RIVALIDADES ECONÓMICAS -IMPERIALISMO-COLONIALISMO
(documentos)
VI- NACIONALISMOS
(documentos)
VII- ALIANÇAS MILITARES
(documentos)
VIII-PAZ ARMADA
(documentos)
IX- ATENTADO DE SARAJEVO-I GUERRA MUNDIAL
(documentos)
X- FRENTES DA GUERRA (3) 
(documentos)
XI-BATALHAS DA I GUERRA MUNDIAL
(documentos)
XII- FASES DA GUERRA (3)
(documentos)
XIII-TRINCHEIRAS
(documentos)
XIV-PORTUGAL NA GRANDE GUERRA
(documentos)
XV- ENTRADA DOS EUA 
(documentos)
XVI- SAÍDA DA RÚSSIA
(documentos)
XVII- AS NOVAS ARMAS
(documentos)
XVIII- ARMISTÍCIO
(documentos)
XIX- TRATADO DE VERSALHES
(documentos)
XX-SDN-Sociedade das Nações
(documentos)
XXI- NOVO MAPA POLÍTICO
(documentos)
IMPORTANTE
(1 página para o título +1 página para texto informativo + 1página para documentos de vária índole) ou uma só!!!

Conclusão
Esta serve para fazer um resumo breve do assunto desenvolvido, na qual deve constar a opinião do autor.



Bibliografia
No final do trabalho tens de apresentar todas as fontes que consultaste.

A bibliografia deve apresentar todos os documentos consultados para a realização do trabalho.
A referência bibliográfica de livros deve obedecer às seguintes normas:
1. Nome do autor (apelido em maiúsculas, vírgula, o nome próprio, vírgula);
1.1. Quando o livro tiver mais do que um autor, os seguintes devem ser referidos com o nome próprio, seguido de vírgula, e o apelido em maiúsculas.
Exemplo:
MAGALHÃES, Ana Maria e Isabel ALÇADA, Uma Aventura Musical, Lisboa,
Caminho, 1995, 2ª ed.
1.2. No caso de ser uma publicação sem autor definido, o título surgirá no início em maiúsculas.
Exemplo:
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, Lisboa, INCM, 1983, 1ª ed.
1.3. No caso de surgir uma colectânea com mais de cinco autores, utiliza-se a sigla AAVV, que significa Autores Vários, para substituir o nome dos autores.
2. Título e subtítulo do livro (sublinhado ou em itálico, seguido de vírgula);
3. Local de publicação (se o livro não tiver esta referência, deve escrever-se s. l. -sem local-, seguido de vírgula;
4. Editora (seguido de vírgula);
5. Data da edição (se o livro não tiver esta referência, deve escrever-se s. d. -sem data-, seguido de vírgula);
6. Número da edição.
A referência bibliográfica de jornais ou revistas deve obedecer às seguintes normas:
1. Nome do autor (apelido em maiúsculas, vírgula, o nome próprio, vírgula). Quando o artigo do jornal ou da revista tiver mais do que um autor, os seguintes devem ser referidos com o nome próprio, seguido de vírgula, e o apelido em maiúsculas.
2. Título do artigo do jornal ou da revista (entre aspas, seguido de vírgula);
3. Título do jornal ou da revista (sublinhado ou em itálico, seguido de vírgula);
4. Número da edição (seguido de vírgula);
5. Data da publicação (seguido de vírgula);
6. Local da publicação (seguido de vírgula);
7. Página(s).
Exemplo:
CARVALHO, João Vaz de, «Valetes e Damas jogam pelo seguro», Os TOP+ da
Saúde, nº 1280, Novembro de 1995, Lisboa, p. 5
A referência dos sítios eletrónicos deve conter sempre a data em que a pesquisa foi efetuada.
Exemplo:
http://www.centenariorepublica.pt (06.10.2009)
LIVROS: Autor, por apelido. Data. Título. Lugar de Edição: Editora. 
SITES: Listagem de sites, data da consulta, entre ( ).
GUIÃO
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO MANDAR POR MAIL (professorjoaonunes@gmail.com).ou Moodle da Escola
Consultar o blogue do professor: http://historia11alfandega.blogspot.com/ e do 9º ano
Manual do aluno
Data de Entrega do Trabalho Escrito: (? de Maio).
Atenção à correção linguística.
Modo de apresentação de trabalho em folhas A4
Tipo de Letra: Arial 12, NORMAL.
Podem colocar-se negritos quando se pretender destacar algum assunto.
Espaçamento entre linhas: 1,5.
Texto Justificado
SITE: TRABALHO ESCRITO

segunda-feira, 3 de março de 2014

I GUERRA MUNDIAL: Impressione-se com as fotos

     Cavalos são usados para transportar munição e rebocar a artilharia do exército francês, durante a I Guerra Mundial

I GUERRA MUNDIAL



Infográfico: Trincheiras da Primeira Guerra Mundial.


Infográfico: Trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

Fotos perdidas da Primeira Guerra Mundial

 Negativos descobertos em uma caixa de metal enferrujado revelam devastação de campos de batalha franceses no final da Primeira Guerra Mundial. Esta coleção surpreendente de fotografias foi descoberto em uma caixa de metal enferrujado por Peter Berry Ottaway, 71, na casa de seu falecido avô, Hubert Ottaway, que era um engenheiro de combate no Exército Territorial entre 1914 e 1919. Ele capturou as imagens raras, enquanto ele estava estacionado no norte da França. Ele trabalhou com a luz. Engenheiros de empresas de trem que foram encarregados de fornecimento de linhas de comunicação no sentido de Belguim e trincheiras de atualização. Fotos de Hubert fornecem uma visão única sobre a vida na Frente Ocidental nos últimos 18 meses da Grande Guerra. Ele capturou o rescaldo de ofensivas britânicas, incluindo a Batalha de Arras, e tirou fotos da devastação e desolação de aldeias que foram arrasadas no caminho dos exércitos de ambos os lados durante o conflito. Peter, que vive em Hereford, passou quatro anos tentando conseguir as imagens desenvolvidos. Depois de um trabalho meticuloso, 40 dos 50 quadros foram resgatados junto com o diário de Hubert.


 Veja mais fotos aqui: http://migre.me/hD1ng
 [ Fonte: Jornal Daily Mail ]

domingo, 2 de março de 2014

CARTOONS E CARTAZES: Mapas satíricos da Europa na I Guerra Mundial

Europa antropomórfica!
Este mapa satírico francês mostra a Europa em 1870, o ano em a Guerra Franco-Prussiana iria levar a um Império Alemão unido e uma França humilhada.



Cartão postal russo antropomórfico do mapa da Europa - 1915
Cartoon francês "Carte drôlatique d’Europe pour 1870" satirizava as disputas de poder na Europa naquele ano
(Cartaz russo de 1914 mostras as forças da Tríplice Entente: França, Rússia e Inglaterra, da esquerda para a direita)





Mapa ilustrativo da Primeira Guerra Mundial para 1914. “Ouça! Ouça! Os cães latem!”, de 1914. Johnson, Riddle & Co. LTD., London, S.E.
Het Gekkenhuis (Oud Liedje, Nieuwe Wijs)
{approx: The Insane Asylum (Old Song, Newly Wise (or 'new tune'?)}
(by Louis Raemaekers; Amsterdam, Senefelder [pub.] 1915)


Satyrische Europa Karte 1914

 Map “Europe Today” (1887)

carte satire map caricature 09 Cartes satiriques à travers l’histoire  information histoire featured carte information carte satire map caricature 18 Cartes satiriques à travers l’histoire  information histoire featured carte information

Cartaz da Primeira Guerra Mundial, a apelar à mobilização.
Cartaz da Primeira Guerra Mundial, a apelar à mobilização.
Este cartaz foi desenhado em 1914 pelo ilustrador inglês Alfred Leete, para incentivar o recrutamento na 1ª guerra mundial
O cartaz britânico mostra a figura de um militar apontando para o leitor e dizendo:a Grã Bretanha quer você; aliste-se no exército de seu país! Deus salve o Rei.
"Quem está ausente? é você?"
Cataz incentivando o alistamento militar
<br/>
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Palavras-chave: imperialismo, poder, ideologia, guerra mundial, mídia, coerção, manipulação midiática, analfabetismo midiático."Quem está ausente? é você?"
Cataz incentivando o alistamento militar
<br/>
<br/>
Palavras-chave: imperialismo, poder, ideologia, guerra mundial, mídia, coerção, manipulação midiática, analfabetismo midiático.

"Quem está ausente? é você?" Cataz incentivando o alistamento militar

"A Austrália prometeu para a Grã-Bretanha 50.000 soldados" "Você nos ajudará a cumprir a promessa"

JORNAIS DA ÉPOCA: DECLARAÇÃO DE GUERRA A PORTUGAL

Trabalho feminino e infantil no século XIX

“Tinha 7 anos quando comecei a trabalhar na fábrica: o trabalho era a fiação da lã; as horas de trabalho decorriam entre as 5 da manhã e as 8 da noite, com um intervalo de 30 minutos ao meio-dia para repousar e comer (...). Nesta fábrica havia cerca de 50 crianças mais ou menos da minha idade (...). Havia sempre uma meia dúzia de crianças doentes devido ao excesso de trabalho (...) Era à força do chicote que as crianças se mantinham no trabalho. Esta era a principal ocupação de um contramestre – fustigar as crianças as crianças para as fazer trabalhar excessivamente. Nas minas da divisão Oeste de Yorkshire parece que se empregam quase só mulheres para manobrar as portas de ventilação (...). Estas raparigas têm todas idades desde os 7 aos 21 anos.”

Conde de Shaftesbury, Discurso in Mémoires de l’Europe

 “Betty Harris, 37 anos (...) não sei ler nem escrever. Trabalho para Andrew Knowles, da Litle Bolton (Lancashire). Puxo vagonetas de carvão e trabalho das 6 horas da manhã às 6 horas da tarde. Puxei vagonetas quando estava grávida. Conheço uma mulher que entrou em casa depois do trabalho, lavou-se, deitou-se, pariu e voltou ao trabalho menos de uma semana depois. Uso uma correia em torno da cintura, uma cadeia que me passa entre as pernas e avanço com as mãos e com os pés. O caminho é muito íngreme e somos amarrados a uma corda. (...) No sítio em que trabalho, a fossa é muito húmida e a água cobre-me sempre os sapatos; um dia estive com água até às coxas (...)”.

Relatório parlamentar inglês de 1842

 '-Sou encarregada de abrir e fechar as portas de ventilação na mina de Gauber, tenho de fazer isso sem luz e estou assustada. Entro às quatro, e às vezes às três e meia da manhã, e saio às cinco e meia. Nunca durmo. Às vezes canto quando tenho luz, mas não no escuro: não ouso cantar'. Esta é a descrição feita por uma menina de oito anos, Sarah Gooder, de um dia nas minas, em meados do século XIX. As revelações de Sarah e de outras crianças levaram finalmente a uma legislação proibindo o emprego de crianças nas minas - quer dizer, crianças abaixo de dez anos de idade!

(POSTMAN, 1999, p.67).

 "A criança de sete a dez anos, já conduz os bois, guarda o gado, apanha a lenha, acarreta, sacha, colabora na cultura. Tem a altura de uma enxada e a utilidade de um homem. Sai de madrugada, recolhe às trindades, com o seu dia rudemente trabalhado. Mandá-lo à escola, de manhã e de tarde, umas poucas de horas, é diminuir a força produtora do casal. Um aluno de mais na escola é assim um braço de menos na lavoura. Ora uma família de lavradores não pode luxuosamente diminuir as suas forças vivas. Não é por o filho saber soletrar a cartilha que a terra lhe dará mais pão. Portanto tiram a criança à escola para a empregar na terra.”

Uma Campanha Alegre
(Volume II, Capítulo XXII: Melancólicas reflexões sobre a instrução pública em Portugal) por Eça de Queirós